ATUALIDADE

02/09/2015


Veja 8 cargos em alta no mercado
de trabalho durante a crise

Empresas buscam profissional para reduzir custos e melhorar operações. Analista de planejamento financeiro e especialista de compras estão em alta.

Levantamento da Page Personnel, empresa global de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup, identificou 8 cargos que ainda demandam profissionais especializados, apesar do momento de instabilidade e de aumento de desemprego.

"Diante do cenário desafiador, as empresas estão procurando profissionais que possam trazer resultados mais efetivos e imediatos aos seus negócios. A relação de especialistas que identificamos mostra realmente isso, seja pela busca de redução de custos ou melhoria nas operações. Os profissionais que têm um perfil nessa linha podem ter uma oportunidade para um novo desafio, algo que pode ser extremamente positivo em sua carreira", analisa Ricardo Ribas, gerente-executivo da Page Personnel.

Veja os 8 cargos em alta:

1) Executivo de vendas - marketing de performance e mídia digital

O que faz: profissional de prospecção e relacionamento com as principais agências de publicidade e relacionamento com empresas de todos os portes e setores. Venda consultiva de ações de publicidade e marketing aliadas a alta tecnologia, com foco em resultados assertivos e mensuração concreta de resultados
Setor: multinacionais de tecnologia para segmento de publicidade e marketing digital
Motivo: utilização massiva da tecnologia na divulgação de informações, produtos e serviços. Além da busca por mensuração de resultados precisos e taxa de assertividade no impacto do público-alvo. Mercado em alta e carente de profissionais com experiência na área.
Salário: R$ 5 mil a R$ 8 mil

2) Analista de marketing digital

O que faz: responsável por todo o desenvolvimento, execução e mensuração da estratégia on-line: website, e-commerce, redes sociais, além de todas as plataformas on-line. Profissional em contato direto com agências de publicidade e conhecimento de ferramentas como Google adwords, Google analytics, SEO, SEM, CRM, entre outros
Setor: empresas que tenham uma estratégia on-line
Motivo: mundo on-line é cada vez mais importantes e as empresas têm percebido que, para estarem mais próximas de seus públicos-alvo, precisam investir na área digital
Salário: R$ 4 mil a R$ 6 mil

3) Analista de planejamento financeiro sênior

O que faz: responsável pela elaboração e acompanhamento do orçamento na empresa, e consolida os resultados de cada área para o balanço final da empresa.Também pode atuar como business partner financeiro em áreas específicas como vendas, marketing e RH em empresas de maior porte. É importante lembrar que as melhores oportunidades para esses profissionais exigem alta capacidade de comunicação e inglês avançado
Setor: principais empresas que estão contratando são do segmento de bens de consumo
Motivo: empresas estão consertando os erros de contratações feitas com pouca assertividade nos anos anteriores; como o resultado do trabalho desse profissional pode ser medido a médio e longo prazo, alguns dos erros cometidos tiveram reflexos nos resultados de 2014/15 - motivando a substituição dos mesmos. Esse profissional tem a capacidade de ser um “coringa” para áreas de planejamento e controladoria; além de contato direto com áreas de custos, vendas, relações com investidores e planejamento estratégico. Com isso, é um bom investimento em tempos de crise.
Salário: R$ 6 mil a R$ 9 mil

4) Coordenador de TI generalista

O que faz: profissional responsável pela área de TI envolvendo gestão dos profissionais, gestão de projetos, melhorias da estrutura e também na operação, quando necessário
Setor: empresas nacionais e multinacionais de grande, médio ou pequeno porte
Motivo: substituição de volume de analistas por um coordenador capaz de coordenar e "colocar a mão na massa"
Salário: R$ 8 mil a R$ 10 mil

5) Técnico de manutenção

O que faz: profissional atua com manutenção preventiva e corretiva de equipamentos e máquinas
Setor: industrial
Motivo: garantia de manter a funcionalidade de máquinas e equipamentos para mitigar altos investimentos na compra de novos
Salário: R$ 3,5 mil a R$ 7 mil

6) Especialista de compras

O que faz: atua na área de compras de materiais diretos/ indiretos ou contratação de serviços
Setor: indústria, varejo e serviços
Motivo: profissional já era bastante requisitado pelo mercado, no entanto houve aumento por ser uma área com foco em otimização
Salário: R$ 6 mil a R$ 10 mil

7) Secretária jr

O que faz: gestão de agenda, organização de reuniões, traduções, reserva de salas, contato com clientes, logística de viagem e assessoria particular
Motivo: com o intuito de diminuir custos, as empresas estão enxugando o pool de secretárias e substituindo as secretárias sêniores, que acompanham o mesmo executivo por anos, por secretárias recém-formadas e juniores. Apesar de não terem a mesma maturidade profissional, são capazes de desempenhar as funções básicas do secretariado
Salário: R$ 3 mil a R$ 4 mil

8) Coordenador/ supervisor de vendas - B2C

O que faz: coordenação de equipe de vendas para médias contas do varejo
Setor: indústrias de bens de consumo
Motivo: devido ao cenário econômico atual, a indústria de bens de consumo está modificando o perfil do profissional da área de vendas. As empresas estão substituindo o famoso "tirador de pedido" por perfis mais estratégicos, com visão de negócio e bastante pré-disposição a fazer negociações de maneira mais estratégica, consultiva e criativa
Salário: R$ 4 mil a R$ 6 mil

Fonte:G1



ATUALIDADE

19/08/2015


Votação de desonerações é adiada
para esta quarta, anuncia Renan

Presidente do Senado atendeu a pedido do relator Eunício Oliveira.Projeto do governo reonera folha das empresas para aumentar arrecadação.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou que a votação do projeto que reduz as desonerações das folhas de pagamento das empresas, prevista para esta terça-feira (18), foi adiada para esta quarta-feira (19).

Renan adiou a votação depois de um pedido do relator, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE). O projeto, último item do ajuste fiscal do governo a tramitar no Congresso, é o primeiro projeto da pauta do Senado desde a semana passada. Nesta terça, o presidente do Senado chamou o projeto de "cadáver insepulto".

Eunício Oliveira disse, no plenário, que pediu prazo a Renan a fim de buscar “oportunidade de entendimento”. Ele, que minutos antes havia conversado com o líder do governo no Senado, senador Delcídio do Amaral (PT-MS), disse que a intenção é "harmonizar o sentimento do Senado Federal".

“Eu sei da necessidade que nós temos de virar essa página. E eu tenho dito isso e tenho repetido, mas eu recebi duas ligações e preciso fazer uma reanálise sobre essas duas ligações”, afirmou Eunício Oliveira.

Segundo o senador, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, telefonou a ele e pediu para que marcassem uma nova conversa para esta quarta-feira. Eunício declarou que só acatará modificações se for para beneficiar mais setores.

O relator disse que o prazo até esta quarta-feira é “a última tentativa” para um entendimento. “Não acontecendo esse entendimento, presidente, não há outro caminho a não ser fazermos a votação no dia de amanhã [quarta]”, disse a Renan Calheiros.

Em seguida, Renan acatou o pedido de Eunício, diante da falta de acordo entre as lideranças, e reforçou a necessidade de votar o projeto. "Há um desejo de tirar essa matéria da pauta. Precisamos encerrar esse ajuste", disse.

“Como não há acordo ainda com relação ao mérito da matéria, que caminho deveremos seguir, vamos deixar a apreciação dessa matéria importante para amanhã [quarta]”, afirmou o presidente da Casa.

Texto da Câmara não muda, diz relator

O texto enviado pelo Executivo aumenta a contribuição previdenciária que as empresas têm de pagar ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Diante das dificuldades para equilibrar as contas públicas, essa é mais uma tentativa do governo federal para ampliar a arrecadação.

Minutos antes de pedir ao presidente do Senado prazo para apresentar seu parecer, Eunício Oliveira havia declarado que estava decidido sobre seu relatório e que manteria o texto aprovado na Câmara dos Deputados. Dessa forma, se passar pelo Senado, o texto vai diretamente para a sanção da presidente Dilma Rousseff.

Na Câmara, o texto aprovado pelos deputados prevê um aumento menor de tributo para as áreas de transportes, confecções, call center, empresas de comunicações e setor calçadista. Eunício Oliveira disse que não apresentará mudança alguma no texto.

A equipe econômica do governo chegou a pedir a ele para que "abrisse o texto", de forma a dar "oportunidade de veto”.

O senador já havia adiantado que estava em dúvida sobre se acataria a sugestão. A “abertura” do projeto, de acordo com o senador, significa a divisão do mesmo texto em mais artigos ou incisos.

O objetivo, segundo ele, seria facilitar possíveis vetos da presidente Dilma Rousseff. Isso porque a Constituição prevê que o veto parcial de um projeto só pode ser feito se abranger todo o texto de um artigo, de um parágrafo, de um inciso ou de uma alínea. Dessa forma, quanto mais "dividido" estiver o texto, mais fácil se torna o veto parcial.

O senador também já havia adantado que, apesar de não concordar com todos os critérios do texto que saiu da Câmara, só mudaria o teor do projeto se houvesse acordo com os deputados.

Oposição

Depois de reunião de Renan Calheiros com lideranças da Casa, líderes da oposição criticaram a decisão do relator de manter a versão da Câmara e disseram que se posicionarão de forma contrária ao texto.

O líder do PSDB no Senado, Cassio Cunha Lima (PB), disse que o texto não contará com o apoio da bancada.

"A proposta que vem da Câmara é recessiva e ampliará mais o desemprego", afirmou o senador. "Caberia ao Senado cumprir seu papel de aprimorar a redação", completou, sugerindo mudanças no texto.

O líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO), disse que argumentará contra o projeto, no plenário. "O governo tem tudo para perder na votação. Se tiver vitória, será apertada", disse.

Outras votações

Sem o projeto das desonerações, o Senado votou duas propostas de emenda à Constituição (PEC).

Os senadores aprovaram, em segundo turno, a PEC que amplia o prazo em que a União deve destinar ao Centro-Oeste e ao Nordeste percentuais mínimos dos recursos destinados à irrigação. Com a conclusão da votação em segundo turno, a proposta será promulgada pelo Congresso Nacional.

Todas as PECs precisam passar por dois turnos de votação nos plenários da Câmara e do Senado antes da promulgação.

Os senadores chegaram a aprovar também nesta terça a PEC que coloca o transporte como "direito social" na Constituição. Essa proposta, entretanto, foi aprovada em primeiro turno e precisa passar por mais uma rodada de votação antes de ser promulgada.

Fonte:G1



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12/08/2015


Waze ajudará motorista
a evitar multas por rodízio

São Paulo - O Waze adicionou nesta segunda-feira (10), em seus apps para Android e iOS, um novo recurso para ajudar os motoristas da cidade de São Paulo a não esquecer do rodízio de carros.

Com a nova ferramenta, os usuários são conduzidos por caminhos fora da zona de restrição nos dias de rodízio dos veículos, o que retira a necessidade do motorista saber quais são as ruas em que ele pode ou não dirigir.

Para usar a novidade, tudo que o usuário precisa fazer é entrar nas configurações de navegação e cadastrar os dois últimos dígitos da placa do seu carro.

Segundo uma mensagem no aplicativo, após o cadastro, o usuário passará a ser guiado pelo programa baseado na política de rodízio veicular de sua cidade.

Ou seja, em dias de rodízio, o aplicativo ainda irá calcular a rota mais rápida, só que ela será feita evitando a zona de restrição.

Embora uma função com princípio similar já existisse em outros lugares do mundo – como em Paris, onde os usuários do Waze são avisados quando entram e saem de “zonas de controle” –, a cidade de São Paulo é a primeira do mundo a receber essa tecnologia de cálculo de rotas personalizadas em dias de restrição.

Um detalhe interessante da novidade é que ela foi o resultado de uma solicitação feita pelos usuários do aplicativo em julho do ano passado, no fórum do Waze.

Entre as mensagens escritas por eles, está uma feita por Elton Gameiro, que diz que “seria sensacional [se o Waze tivesse uma ferramenta para evitar o rodízio]. Mas para ser útil, ele [o Waze] deveria traçar a rota sem passar pela área de rodízio, ou informar que é impossível alcançar o destino sem passar por ela”. Pois é, Elton, passaram-se alguns meses, mas essa função enfim chegou.

Fonte:http://exame.abril.com.br/



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06/08/2015


Gigantes de gelo derretem
em ritmo recorde, diz estudo

São Paulo - Não é apenas o Ártico que está em apuros. Ao redor do mundo, os gigantes glaciares perdem gelo em um ritmo sem precedentes e que está acelerando. A constatação é de um estudo publicado no periódico científico Journal of Glaciology.

O Serviço de Monitoramento Mundial de Glaciares, coordenado pela Universidade de Zurique, compilou dados mundiais sobre as mudanças na cobertura das geleiras ao longo de mais de 120 anos.

Na pesquisa, as observações da primeira década do século 21 (2001-2010) foram comparadas com todos os dados anteriores, disponíveis a partir de observações de campo e registros transmitidos por satélites.

"As geleiras observadas atualmente perdem entre meio metro e um metro de sua espessura de gelo a cada ano - isto é duas a três vezes mais do que a média correspondente do século 20", explica Michael Zemp, diretor do Serviço de Monitoramento Mundial de Glaciares e líder do estudo.

Os pesquisadores têm testemunhado o recuo crescente das geleiras na Groenlândia, Antártica Ocidental, montanhas costeiras do Canadá e Alasca, assim como na Europa e no Himalaia.

"Medidas exatas desta perda de gelo são relatadas a partir de apenas algumas centenas de geleiras. No entanto, estes resultados se confirmam por observações de campo e por satélite para dezenas de milhares de geleiras em todo o mundo", pondera Zemp.

E o futuro não parece promissor. "As geleiras em muitas regiões, muito provavelmente sofrerão mais perdas de gelo", disse Zemp. "Mesmo que o clima permaneça estável", conclui o estudo.

Fonte:http://exame.abril.com.br/