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16/fevereiro/2012

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CLIENTE DA CAIXA JÁ PODE CONSULTAR CONTRIBUIÇÃO
AO INSS NO SITE DO BANCO

A CAIXA firmou convênio com o Ministério da Previdência Social que permite ao seu correntista consultar, pelo site da instituição, as contribuições feitas ao INSS. Se constatar erro, pode pedir a correção. A CAIXA pretende estender o serviço a outros pontos, como caixas eletrônicos e lotéricas.

Os trabalhadores que têm conta-corrente na Caixa Econômica Federal agora também podem, por meio do site do banco na internet, acessar seu extrato de informações previdenciárias.

Com isso, podem conferir se todas as contribuições feitas para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pelo empregador estão em dia.

Se o segurado notar que algum período de contribuição não está registrado nos cadastros da Previdência, pode solicitar a correção.

Se houve falha por parte do empregador, o trabalhador não poderá ser prejudicado.

O serviço é decorrente de um convênio assinado entre o banco e o Ministério da Previdência Social. O próximo passo da parceria é disponibilizar as informações em outros pontos, como caixas eletrônicos e casas lotéricas.

De acordo com o ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, 4,8 milhões de beneficiários do INSS, de um total de 29 milhões, são correntistas da Caixa.

O mesmo serviço já é oferecido, desde 2009, para correntistas do Banco do Brasil.

Já os segurados que não têm conta na Caixa ou no BB podem acessar o extrato de informações previdenciárias por meio do portal da Previdência. Nesse caso, é preciso ter uma senha fornecida nas agências do INSS. O agendamento pode ser feito pelo 135.

Fonte: Folha de S. Paulo



10/fevereiro/2012

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

NÚMEROS DA CAIXA AUMENTAM EM TODAS AS ÁREAS

A Caixa Econômica Federal divulgou o balanço referente ao ano de 2011. O banco teve no período lucro de R$ 5,2 bilhões, 38% a mais em relação a 2010. No quarto trimestre, o lucro foi de R$ 1,6 bilhão, 20% superior ao mesmo período do ano anterior. O crescimento se deve principalmente ao grande volume de empréstimos feitos pela instituição.

A carteira de crédito comercial da CAIXA apresentou saldo de R$ 79,3 bilhões no ano passado, com aumento de 43% em relação a 2010, bem acima da média de crescimento de 18% alcançada pelo setor bancário. Do total de empréstimos, R$ 35 bilhões foram liberados para pessoas físicas e R$ 44,3 bilhões para pessoas jurídicas. Somente nos três últimos meses do ano, o saldo foi ampliado em cerca de 10%.

O crédito imobiliário contribuiu para o aumento do lucro da CAIXA. Dono de 74% das movimentações do setor, o banco movimentou no ano passado R$ 153 bilhões em carteiras imobiliárias, 41% a mais do que em 2010. Apenas para financiamentos, a CAIXA liberou R$ 80 bilhões. A movimentação em poupança também cresceu: chegou em 2011 a R$ 150 bilhões, 16% a mais do que no ano anterior.

Já o índice de inadimplência da CAIXA, que leva em conta dívidas vencidas a mais de 90 dias, ficou abaixo da média - 2% no quarto semestre de 2011, contra 6,7% dos outros bancos brasileiros - mesmo com o número crescente de clientes, que em 2011 aumentou aproximadamente 10% em relação a 2010, chegando a marca de 58 milhões de correntistas e poupadores.

O porcentual de crescimento da CAIXA superou o dos três maiores bancos privados brasileiros. No ano passado, o Itaú teve aumento de 9,7% nos lucros, o Santander cresceu 5% e o Bradesco teve alta de 10%. E a tendência para este ano é de manutenção do crescimento. A CAIXA prevê a liberação, somente para financiamentos em habitação, de R$ 90 bilhões, R$ 10 bilhões a mais do que no ano passado.

Fonte: Articulando Comunicação - Da Redação



31/janeiro/2012

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

MARQUE O PONTO CORRETAMENTE. ISTO É LEGAL!

Prezados (as) Associados (as),

Desde Junho/2011 temos feito gestões à MZ para que a decisão judicial seja cumprida, compelindo os Gerentes e Supervisores da cidade de São Paulo a marcar o ponto, não opcionalmente, mas obrigatoriamente no caso de realizarem HE, conforme previsto no MN RH 034041, itens 3.1 e ss.

Entendemos que é um passo, mas a caminhada deve continuar no sentido de que todos os profissionais, sejam eles da cidade de São Paulo ou não, tenham tratamento igualitário. Por que um Gerente ou Supervisor da cidade de São Paulo recebe horas extras trabalhadas e um outro que exerce o mesmo cargo, em outra cidade, não a percebe? A CAIXA, caso continue a tratar os empregados de forma desigual, criará novo passivo trabalhista.

Além do mais, na medição do av.caixa, as agências localizadas em São Paulo tem maiores possibilidades de perderem pontos na Gestão, no quesito da marcação do ponto, pois mais empregados serão medidos e sujeitos a AREG´s e outras ocorrências. Em contraponto, por causa da necessidade de redução das horas extras, inevitavelmente as horas de trabalho das agências da cidade de São Paulo serão menores em comparação às outras cidades do Brasil, distorcendo o resultado da avaliação, que comparará desiguais.

A AGECEF/SP orienta a todos empregados, principalmente Gerentes, Coordenadores, Gerentes Regionais e Supervisores abrangidos por esta decisão, a registrarem fielmente a jornada trabalhada no SIPON, pois, de acordo com a Lei 7855/1989 e CLT, a multa estipulada em 160 BTN, podendo ser aplicada em dobro em caso de reincidência e no RH 043041 item 3.16.2 imputa solidariedade ao empregado e chefia pelas conseqüências das autuações trabalhistas decorrentes de omissões dos registros diários e demais irregularidades constadas no Ponto Eletrônico.

AGECEF/SP



Veja matéria publicada no site da FENAG sobre o assunto:

Gerentes da CAIXA em São Paulo assinam o
ponto a partir de fevereiro

A CAIXA cumpre, a partir de 1º de fevereiro de 2012, decisão judicial que obriga a assinatura do ponto para os gerentes lotados na cidade de São Paulo, com exceção dos chefes de unidade. A medida, objeto do processo nº 02682199504302002, do Ministério Público do Trabalho da 2ª Região, não vinha sendo cumprida pela Empresa, que transferiu a opção aos próprios detentores de função gerencial.

O diretor de Relações de Trabalho da FENAG, Nilson Alexandre de Moura Junior, considera que a decisão da Justiça foi uma vitória do movimento. "Os gerentes trabalham muito mais de oito horas diárias e não recebem hora extra. Agora, em São Paulo, os profissionais terão o direito de receber pela real hora trabalhada."

Nilson observa que uma consequência da decisão é que os chefes de unidade terão que controlar o SIPON também dos gerentes. "Mas vale a pena", conclui.

Fonte: FENAG


27/janeiro/2012

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ACELERA CRÉDITO IMOBILIÁRIO E LIBERA R$ 4 BI

Nos primeiros 20 dias deste ano a Caixa Econômica Federal aprovou R$ 4,38 bilhões em créditos imobiliários, um aumento de 75,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Essa expansão dá uma ideia do ritmo que o banco estatal quer imprimir às suas operações.

O objetivo é expandir em 20% o volume de liberação de empréstimos imobiliários este ano em comparação com 2011, com o volume total de novos contratos passando de R$ 80 bilhões para R$ 96 bilhões. "Nós achamos que é possível atingir os R$ 100 bilhões, pois no segundo semestre o ritmo das operações costuma ser mais vigoroso", disse o vice-presidente de Governo da instituição, José Urbano Duarte, em entrevista ao Valor.

Dos R$ 96 bilhões, R$ 41,3 bilhões são para o programa Minha Casa, Minha Vida, destinado a famílias com renda de até R$ 5 mil e subsidiado pelo governo federal, disse Urbano. Esses números do programa habitacional do governo foram parte das informações levadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, à reunião ministerial de segunda-feira como demonstração da decisão do governo de estimular os investimentos este ano.

No ano passado, o total das operações de créditos contratadas pela Caixa no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida atingiu R$ 34 bilhões, o que permitiu financiar 457 mil unidades habitacionais. Com os R$ 41,3 bilhões previstos para este ano, a instituição espera financiar 600 mil unidades habitacionais. A meta estabelecida pela presidente Dilma Rousseff é chegar à construção de dois milhões de moradias até 2014.

Urbano não vê sinais de desaquecimento no mercado imobiliário brasileiro este ano. A Caixa trabalha com crescimento de 20% dos seus desembolsos, mas outras instituições preveem crescimento até maior. A Abecip projeta aumento de 25% e 35% para os financiamentos habitacionais destinados às famílias de média e alta renda.

Todos essas previsões foram encaminhadas à presidente Dilma Rousseff, nos encontros da presidente com a área técnica do governo que antecederam a reunião ministerial desta semana.

Urbano chama a atenção para o efeito multiplicador das operações imobiliárias no restante da economia. Apenas em relação ao emprego, ele disse que, segundo os indicadores da Caixa, cada 100 novas unidades habitacionais criam 65 empregos direto.

O crescimento das operações da Caixa será maior no segmento de baixa renda, informa Urbano. Ele destacou o fato de que 80% do total dos financiamentos com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) são destinados à chamada nova classe média, representada por aquelas famílias com renda de até R$ 5 mil. Mesmo com a forte expansão dos últimos anos, Urbano disse que o nível de inadimplência acima de 90 dias desses financiamentos está hoje em apenas 1,74%.

Fonte: Valor Econômico



19/janeiro/2012

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CRÉDITO HABITACIONAL DA CAIXA ULTRAPASSA R$ 80 BILHÕES EM 2011

O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, anunciou nesta quinta-feira (12) que o banco ultrapassou a barreira dos R$ 80 bilhões em crédito imobiliário em 2011, novo recorde.

Com isso, registrou crescimento de cerca de 3% frente ao valor desembolsado em 2010 - de R$ 77,8 bilhões. Os números mostram que houve desaceleração no ritmo de crescimento do crédito habitacional, visto que, no ano retrasado, a taxa de expansão, sobre 2009, foi bem maior (57,2%).

Segundo o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, a desaceleração se deve à base de comparação elevada (alto valor contratado em 2010) e, também, à transição do Minha Casa Minha Vida 1 para a segunda etapa do programa.

"Houve um primeiro semestre em que você teve uma atualização de uma série de fatores, como projetos, lançamentos [do Minha Casa Minha Vida 2]. Isso poderia interferir nisso [no resultado do crédito habitacional da Caixa]", disse ele.

Previsão para 2012

De acordo com Urbano, da Caixa Econômica Federal, o fato de o programa Minha Casa Minha Vida 2 estar em "pleno voo" neste ano vai possibilitar a retomada de uma taxa de crescimento maior para o crédito habitacional da instituição financeira, em torno de 25%. A expectativa do vice-presidente da Caixa é de desembolsar R$ 100 bilhõe sem crédito habitacional em 2012.

"Temos 740 mil unidades em produção do Minha Casa Minha Vida. O mercado imobiliário ainda tem espaço para crescer, em função do tamanho do nosso país", afirmou ele.

Balanço do Minha Casa Minha Vida

O Minha Casa, Minha Vida, programa habitacional do governo com subsídios para a população de baixa renda, contratou, desde o seu lançamento até o final do ano passado, 1.462.133 unidades habitacionais, com investimento total de R$ 87 bilhões, informou a Caixa Econômica Federal.

Crédito total da Caixa

De acordo com o presidente da Caixa, Jorge Hereda, a concessão de crédito total da instituição financeira alcançou R$ 230 bilhões em 2011. Segundo ele, também houve recorde na captação de poupança, que chegou a R$ 150 bilhões em depósitos no fim do ano passado.

O pagamento do Bolsa Família atingiu um patamar com 13,3 mihões de famílias atendidas, informou a Caixa. Para micro, médias e grandes empresas, os créditos chegaram a R$ 65 bilhões, acrescentou a instituição.

Hereda lembrou que a Caixa Econômica Federal completa 151 anos nesta quinta-feira. "Ao longo do último ano, nossa empresa bateu recordes na concessão de crédito, no saldo de poupança, fortaleceu sua participação no mercado, atuou no desenvolvimento dos programas Minha Casa, Minha Vida e PAC2, e contribuiu com a meta do governo federal de vivermos em um país sem pobreza", disse ele em evento em Brasília.

Fonte: Contraf - CUT



23/dezembro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA PAGA ABONO SALARIAL DO PIS A MAIS DE 15,7 MILHÕES DE TRABALHADORES

Mais de 1,8 milhão de trabalhadores ainda não sacaram o benefício; o banco enviou 12 mil mensagens de texto informando a disponibilidade do saque

A Caixa Econômica Federal já realizou quase 90% dos pagamentos do abono salarial do PIS, em todo o país, referente ao calendário 2011, o que corresponde a mais de 15,7 milhões de saques. O montante pago já ultrapassa R$ 8,4 bilhões em recursos distribuídos aos trabalhadores beneficiários.

De acordo com a CAIXA, ainda há 1,8 milhão de trabalhadores que não sacaram o benefício. Para garantir o direito ao saque, o banco enviou, na última semana, mais de 12 mil mensagens de texto, via celular (SMS), informando aos trabalhadores sobre a disponibilidade do saque do abono salarial do PIS com o Cartão do Cidadão.

Quem quiser saber se é um dos beneficiários que ainda não sacaram o benefício, pode consultar e esclarecer dúvidas pelo telefone 0800 726 0101 ou no sítio www.caixa.gov.br – Portal “Você – PIS – Consulta o Pagamento”. Para cadastrar o número do celular no sistema da CAIXA, basta entrar no sítio www.caixa.gov.br – Portal “Você – FGTS – mensagens via celular” ou “Você – conta corrente pessoa física – mensagens via celular”.

Os trabalhadores podem retirar o abono salarial com o Cartão do Cidadão e a senha, nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes CAIXA Aqui, inclusive em finais de semana. Quem não tem o Cartão, deve procurar uma agência da CAIXA, levando documento de identidade e comprovante de inscrição no PIS. O valor do abono salarial é de até R$ 545,00.

Os mais de 15,7 milhões de trabalhadores, que já sacaram o abono salarial em 2011, terão novo benefício a partir de agosto de 2012, desde que continuem atendendo aos requisitos do Programa.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal



12/dezembro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

NEGOCIAÇÕES PERMANENTES ENTRE CONTRAF/CUT E CAIXA OCORREM NESTA SEXTA-FEIRA

Nesta sexta-feira, dia 16 de dezembro, a partir das 10h, em Brasília, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), representada pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), e a Caixa Econômica Federal fazem nova rodada de negociações permanentes. O modelo de Ret/PV proposto pela empresa será um dos principais pontos de pauta dessa reunião.

No dia anterior, a partir das 16h, na sede da Fenae, os membros da CEE/Caixa estarão reunidos para preparar o encontro com os representantes da empresa.

SP: protesto contra a falta de estrutura nas unidades da Caixa
Na quarta-feira, dia 14 de dezembro, conforme decisão aprovada em encontro estadual de tesoureiros da Caixa, promovido pela Apcef e pelo Seeb de São Paulo, será realizado um protesto contra a falta de estrutura e suas consequências nas Rerets. Nesta data, os empregados paulistas estão convidados a usar preto, manifestando-se contrário à reestruturação da retaguarda.

Nesta semana, no período de 12 a 15 de dezembro, os empregados da Caixa em São Paulo também pretendem remeter mensagens para a Ouvidoria da empresa, demonstrando insatisfação com a decisão unilateral da Caixa de retomar as retaguardas.

Fonte: Fenae Net



02/dezembro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA CRIA PACOTE DE CRÉDITO COM R$ 5 BI EM CONDIÇÕES ESPECIAIS

O governo está usando os bancos públicos para alimentar a concorrência no sistema financeiro e forçar as instituições privadas a reduzir juros e impulsionar o consumo. Ontem, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal acompanharam o movimento de corte na taxa básica de juros (Selic) e diminuíram o custo dos seus financiamentos e empréstimos. Por ordem do Ministério da Fazenda, a Caixa criou ainda um pacote de crédito para turismo, veículos e produtos de linha branca, como geladeiras e fogões. A nova linha terá R$ 5 bilhões em condições especiais.

A exemplo do que seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, fez em 2008, a presidente Dilma Rousseff quer que os bancos públicos turbinem o crédito para amenizar os efeitos internos da crise mundial. "A gente percebe que a economia dá claros sinais de desaceleração, e esse tipo de medida é uma reação à possibilidade de recessão lá fora", observou Gilberto Carvalho, professor de economia do Ibmec. "O governo está usando os bancos públicos como indutores desse processo. Está acelerando o corte nos juros e obrigando a concorrência a reagir." O Itaú Unibanco foi uma das primeiras instituições privadas a ceder à pressão e, ontem, baixou as taxas para as famílias e pequenas e médias empresas.

A Caixa não esconde a estratégia do governo de forçar a concorrência e o consumo usando a carteira de crédito da instituição e assume que a nova linha de empréstimos é parte do pacote de estímulos anunciado ontem pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. "O governo lançou uma série de medidas e nosso pacote vai ao encontro delas. Temos também acompanhado os cortes na Selic e repassado para nossos produtos", frisou Édilo Ricardo Valadares, diretor do Departamento de Pessoa Física do banco.

Cautela
Segundo Valadares, o limite do empréstimo vai variar de acordo com a capacidade de pagamento de cada pessoa. No caso dos produtos da linha branca, os prazos podem chegar a 24 meses. Quem não é cliente da Caixa poderá ter acesso aos recursos nas mais de 4,8 mil lojas conveniadas. O economista Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do Banco Central, observa com cautela o movimento do governo e pondera que é preciso cuidado com as medidas de estímulo. "O problema é quando tiver de revertê-las. Pode haver muita pressão inflacionária", alertou.

Fonte: FENAG



16/novembro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA LANÇA NOVO FUNDO COM APLICAÇÃO A PARTIR DE R$ 5 MIL

Diante da volatilidade no mercado de ações em função das incertezas em relação à crise da dívida soberana na Europa, os fundos de capital protegido são uma opção para investidores que desejam buscar exposição à renda variável com a garantia de preservação do capital.

De olho nesse investidor mais cauteloso, a Caixa lança hoje o Caixa FIC Capital Protegido Ibovespa Cíclico I Multimercado. O fundo é destinado a pessoas físicas e jurídicas, com aplicação a partir de R$ 5 mil, e fica aberto para captação de hoje (07/11) até o dia 19 de dezembro.

A novidade desse fundo em relação aos demais é que, por se tratar de uma carteira constituída sob a forma de condomínio aberto e com prazo indeterminado de duração, o investidor poderá permanecer por sucessivos ciclos de operação de capital protegido. Ou seja, não terá que investir novamente os recursos a cada término de operação.

O primeiro ciclo de investimento terá duração de 20 de dezembro de deste ano a 2 de janeiro de 2014. Apesar de ser uma carteira aberta com liquidez diária, caso o investidor solicite o resgate das aplicações durante esse período terá que pagar uma taxa de saída de 5%, e não terá a garantia de receber o capital investido, em caso de desempenho negativo da bolsa.

Diferentemente das demais carteiras no mercado, o fundo garante ao investidor um ganho mínimo equivalente à taxa prefixada de 10,57%, correspondente ao IPCA projetado para o período. "Dessa forma o investidor consegue de fato ter a preservação do capital ao mitigar a perda do poder de compra durante o período de investimento", afirma Aline de Oliveira Lima, gerente nacional de desenvolvimento de produtos de ativos de terceiros.

A carteira trabalha com sete cenários de retorno. No primeiro, se o fundo não atingir as barreiras de alta e de baixa estabelecidas, o investidor receberá a variação absoluta do Ibovespa, seja negativa ou positiva, ou a taxa prefixada de 10,57%, equivalente ao IPCA projetado no período, o que for maior.

Já se durante o período o fundo romper a barreira de alta, de 40%, mesmo no "intraday", mas não atingir a de baixa, o cotista receberá uma remuneração equivalente a 12,10% no momento em que foi acionado o gatilho, mais a variação do IPCA projetado (10,57%) se terminar em território positivo. Já se atingir a barreira de alta, mas terminar com variação negativa, o investidor terá um retorno equivalente à variação absoluta do Ibovespa ou a taxa prefixada de 10,57%, o que for maior.

No caso de atingir a barreira de baixa, de 20% de queda, e terminar em território positivo, o investidor terá um ganho de 6,85% no momento em que o fundo atingiu o gatilho, mais a variação do Ibovespa ou 10,57%, o que for maior. Se a encerrar com variação negativa, ele receberá os 6,85% mais os 10,57% do IPCA projetado.

Se as barreiras de alta e de baixa forem atingidas, o cotista recebe as taxas prefixadas no momento em que forem acionados os gatilhos, equivalentes a 12,10% e 6,85%, respectivamente, mais o IPCA projetado de 10,57%.

Esse é o sexto fundo de capital protegido com retorno atrelado ao desempenho do Ibovespa voltado para pessoas físicas lançado pela Caixa, e tem taxa de administração de 1,6% ao ano. Das cinco carteiras já lançadas, duas ainda estão ativas e somam R$ 90,4 milhões sob gestão.

Fonte: Valor Econômico



25/outubro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CONTRAF-CUT ASSINA ACORDO ADITIVO COM O BB.
PLR SERÁ PARA NESTA SEGUNDA

A Contraf-CUT, federações e sindicatos assinaram com o Banco do Brasil na manhã desta segunda-feira, dia 24, em Brasília, o acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). O acordo inclui as conquistas da categoria com aumento real, valorização do piso com reflexo no plano de carreira, avanço na carreira de mérito, além de benefícios nas áreas sociais e de saúde e manutenção da cláusula de trava de descomissionamentos, entre outros itens.

Também foi assinado o acordo específico de participação nos lucros. Em relação aos 1º semestre de 2010, os valores individuais distribuídos nesta PLR serão maiores, com variações da ordem de 9,9% a 13,1%. A Participação nos Lucros e Resultados (PLR) será paga ainda nesta segunda-feira (24), informou o banco.

"Queremos agradecer aos sindicatos e bancários que participaram de todo o processo de mobilização. As nossas três semanas de greve mostraram toda a força da nossa unidade, o que resultou em importantes avanços para o conjunto do funcionalismo", ressalta Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.

Além dos avanços nas cláusulas econômicas, os dirigentes sindicais lembraram a importância das melhorias das condições de trabalho, a exemplo das cláusulas que proíbem o transporte de valores por bancários e o ranqueamento dos funcionários, do acordo global.

"Nesta campanha tivemos dificuldades, mas saímos vitoriosos mesmo diante dos percalços e de toda a campanha da mídia e do governo de que os trabalhadores não poderiam ter aumento real", afirma Eduardo Araújo, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil.

Os representantes do BB também se comprometeram a continuar discutindo as reivindicações dos trabalhadores nas mesas temáticas e nas negociações permanentes. "A Campanha Nacional dos Bancários é o ápice da nossa mobilização, que é construída no decorrer do ano com a ampla participação da categoria e por meio das negociações com os bancos. É importante dar continuidade a esse canal de diálogo", lembra José Avelino, presidente da Federação dps Bancários do Centro-Norte (Fetec-CN).

PLR e diferenças salariais

O acordo assinado com o BB mantém a mesma regra dos anos anteriores para a PLR, modelo considerado o melhor da categoria. A regra prevê distribuição anual, dividida em dois semestres distintos, de 90% do salário paradigma (E-6, E-6 + comissão de caixa e VR´s), sendo 45% em cada semestre; 4% do lucro líquido distribuídos de forma linear, valor fixo com parâmetro no valor definido para a categoria e mais o módulo bônus para os comissionados.

De acordo com cálculos da Contraf-CUT, neste semestre o número de funcionários que receberá participação dos lucros é superior em cerca de 7 mil ao mesmo período de 2010. Os valores básicos que deverão ser recebidos pelos bancários nesta segunda são os seguintes:

- Escriturário - R$ 3.571,46 (13,1% maior do que o 1º semestre de 2010),
- Caixas, Atendentes e Auxiliares - R$ 3.912,16 (12,5% maior do que o 1º semestre de 2010),
- Demais Comissionados - de 1,62 a 3,0 salários paradigmas (em média 9,9% maior do que o 1º semestre de 2010).

Os representantes dos bancários cobraram ainda a antecipação do pagamento das diferenças pela aplicação do reajuste nos salários, tíquetes-refeição e cesta-alimentação, relativas aos meses de setembro e outubro. O banco disse que irá avaliar a possibilidade.

De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, assinada com a Fenaban na última sexta-feira (21), as diferenças deverão ser pagas até a folha de pagamento do mês de novembro. Com a CCT e o Acordo Aditivo os bancários conquistaram reajuste salarial de 9% (aumento real de 1,5%), valorização do piso 10%, que passa para R$ 1.760 (aumento real de 2,43%), corrigindo todo o PCR.

Fonte: Contraf-CUT



10/outubro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA TRANSMITE SORTEIOS DAS LOTERIAS PELA TV

O programa Momento da Sorte estreia na próxima segunda no horário nobre da Band

A Caixa Econômica Federal inicia na próxima segunda-feira (10) a transmissão ao vivo de sorteios das Loterias pela TV Bandeirantes e Band News. O programa Momento da Sorte será exibido de segunda a sábado, sempre às 20h25, logo após o Jornal da Band.

A parceria com a emissora para transmissão dos principais resultados de sorteios existe desde o ano passado. Agora, o Momento da Sorte volta totalmente reformulado e em horário nobre, sob comando da jornalista Roberta Peporine. O programa transmitirá o sorteio de uma modalidade por dia. Os demais sorteios serão realizados no Caminhão da Sorte, que percorre todo o Brasil, ou no auditório da CAIXA, em Brasília. O novo formato do Momento da Sorte também prevê a transmissão de sorteios ao vivo direto do Caminhão da Sorte.

O vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias, Fabio Ferreira Cleto, destaca a importância da iniciativa. "Estamos levando os sorteios das Loterias para mais perto do público, que pode atestar a transparência e a lisura do processo", comenta. As Loterias CAIXA estão certificadas no nível 1 da Certificação de Jogo Responsável da WLA (World Lottery Association), organização que reúne as principais loterias de Estado e organizações do mercado de jogos do planeta.

Loterias CAIXA:
A CAIXA administra as Loterias Federais desde 1961. Em 2010, as Loterias registraram arrecadação recorde de R$ 8,8 bilhões em apostas. Esse valor é o maior na história das Loterias no Brasil, sendo 19,8% maior que o apurado no ano anterior, que foi de R$ 7,3 bilhões, e 51,7% maior que o valor de 2008, que foi de R$ 5,8 bilhões.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA



06/outubro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ALERTA SOBRE A CIRCULAÇÃO DE E-MAILS FALSOS

A área tecnológica da CAIXA enviou mensagem aos gestores alertando sobre a circulação de e-mails com conteúdo falso ou alarmante conhecidos como “hoax”. A CAIXA destaca que está de volta um boato divulgando que, em caso de sequestro relâmpago, a digitação inversa da senha nos caixas eletrônicos acionaria um alarme na Polícia Civil.

Neste caso, a CAIXA chama a atenção para duas situações de risco:

- O cliente, sequestrado, digita o número inverso da senha, bloqueia o cartão (após o número de tentativas previsto) e põe sua vida em perigo por não conseguir sacar o dinheiro;

- A pessoa que recebeu o e-mail responde ao remetente e os hackers identificam que aquele é um endereço válido e passam a enviar e-mails com trojans para tentar capturar senhas e dados do cliente.

A CAIXA lembra que outro hoax, com o título “A casa caiu para a Caixa Econômica”, traz um falso relato sobre uma operação da Polícia Federal que teria descoberto fraude no sorteio das Loterias.

Outra mensagem, “Orientação de uma juíza federal – Importante”, é distribuída por hackers para milhares de pessoas que reencaminham para outras milhares em correntes de e-mails e grupos.

Uma lista de fraudes e boatos identificados pode ser consultada no site do CAIS – Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança: http://www.rnp.br/cais/fraudes.php.

Segundo a CAIXA, os e-mails falsos usados em golpes online apresentam geralmente erros de português e formatação malfeita, têm endereço estranho e remetem a sites com hospedagem gratuita.

Os golpistas, muitas vezes, pedem para as vítimas enviarem o e-mail “para o maior número de pessoas possível”. E, ao fazerem “promoções” pela internet, não informam telefone de contato.

A CAIXA salienta que, ao ser identificado um e-mail suspeito, pelo empregado ou pelo cliente, o fato deve ser comunicado apenas ao Grist - Grupo de Resposta a Incidentes de Segurança Tecnológica, no endereço grist@caixa.gov.br, ou para a caixa postal GESET08, com anexo da mensagem original do vírus, conforme item 3.6 do MN AD 095.

Dicas da CAIXA para prevenir ataques

- Não forneça informações pessoais a estranhos pela internet.

- Ao identificar uma mensagem de spam, apague antes mesmo de ler e evite entrar em sites conhecidos por enviar spam para divulgar seus serviços.

- Não abra arquivos nem clique em links cuja procedência não conheça. Se não pode confirmar a segurança do link ou dos dados anexos com o remetente, elimine a mensagem. Se necessita abrir um arquivo anexo do qual não esteja seguro, salve-o primeiro em seu disco rígido, de modo que seu software antivírus possa comprová-lo antes de abri-lo.

- A maioria dos spam inclui textos como “clique aqui se não quiser receber nossas mensagens”, com a intenção de confirmar a existência de um endereço de e-mail válido e ativo.

- Forneça seu endereço de e-mail principal unicamente às pessoas que conhece.

- Crie um endereço de e-mail para seu uso exclusivo em transações na Web.

- Crie um endereço difícil de adivinhar. Experimente usar combinações de letras, números e outros caracteres, por exemplo Lola2Negrao9@exemplo.com ou J0se_L0pes@exemplo.com (em que a letra “o” foi substituída pelo zero). Alguns estudos demonstram que os usuários com esse tipo de endereço recebem uma quantidade menor de e-mail indesejado.

- Não reenvie mensagens de e-mail em cadeia (também chamadas de correntes). Além de perder o controle sobre quem poderá ver seu endereço de e-mail, você poderia contribuir para transmissão de um vírus ou mensagem falsa.

- Denuncie o recebimento de qualquer e-mail falso de phishing ou mensagem fraudulenta à organização cuja identidade pretendem falsificar. Entre em contato com essa organização diretamente; não utilize para isso a mensagem recebida. É provável que a empresa em questão disponha de um endereço de e-mail especial para a denúncia desses abusos.

Fonte: FENAG



16/setembro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA AUMENTA RENDA MÁXIMA PARA A COMPRA DA CASA PRÓPRIA

A Caixa Econômica Federal aumentou a faixa de renda familiar máxima para compra de imóveis usados e novos, incluindo aqueles que participam do Minha Casa, Minha Vida, e para aquisição de terrenos e material de construção, pelo sistema de carta de crédito, com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que cobra juros de até 8,16% ao ano mais TR (taxa referencial).

A renda máxima, que antes era de R$ 3.900, passa a ser de R$ 5.400. Para os participantes do Minha Casa, Minha Vida, a renda foi ampliada para R$ 5 mil.

O aumento é válido dentro dos municípios integrantes da região metropolitana ou equivalente dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, além dos municípios-sede de capitais estaduais, ou municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes.

Valor do imóvel

A Caixa também aumentou o valor máximo dos imóveis novos ou usados e terrenos que podem ser financiados pela Carta de Crédito FGTS. Os consumidores passam a poder adquirir imóveis ou terrenos avaliados em até R$ 170 mil no Distrito Federal ou em municípios integrantes das regiões metropolitanas ou equivalentes dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

Para os municípios com população igual ou superiores a 1 milhão de habitantes ou em municípios-sede de capitais estaduais, o valor máximo dos imóveis passa para R$ 150 mil.

Também houve mudança no valor máximo dos imóveis dos municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes ou em municípios integrantes de regiões metropolitanas ou equivalentes, inclusive dos integrantes da Ride/DF (Região Integrada do Distrito Federal e Entorno), que agora é de R$ 130 mil.

No municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes, o valor máximo dos imóveis passa a ser de R$ 100 mil.

Fonte: InfoMoney



26/agosto/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA SERÁ “SÍMBOLO” DO MICROCRÉDITO, DIZ GOVERNO

Os bancos privados devem demorar muito para entrar no novo programa de microcrédito lançado ontem pelo governo, segundo avaliação de técnicos. Afirmam que a forte redução nas taxas de juros - das atuais 60% ao ano para 8% ao ano -, além do corte de 3% para 1% na taxa de abertura de crédito - não abrirão o apetite das instituições privadas, mesmo com a disposição do governo de oferecer até R$ 500 milhões em recursos do Tesouro para compensar a "equalização".

Na entrevista coletiva concedida após o lançamento do programa, ontem, no Palácio do Planalto, o secretário-adjunto de política econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, afirmou que, provavelmente, os bancos privados devem optar, num primeiro momento, por repassar aos bancos públicos parte do limite de 2% do total de recursos captados via depósitos à vista.

Na apresentação das medidas, tanto a presidente Dilma Rousseff quanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, provocaram o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, presente na plateia. Mantega, que falou primeiro, afirmou que "vamos ampliar os recursos para o microcrédito e reduzir radicalmente os juros... o presidente da Febraban está me olhando um pouco torto, mas é o que vai acontecer". Pouco depois foi a vez de Dilma. "Tenho certeza de que nossos quatro bancos públicos federais vão dar o exemplo, e que a Febraban, através do Murilo Portugal, no futuro, tenho certeza, vai se engajar nesse projeto". A avaliação de técnicos do governo é que a participação de Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal servirá como "símbolo" de que o programa de microcrédito é "atrativo".

Fonte: Valor Econômico, por João Villaverde



15/agosto/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

BB, CAIXA E BNDES 'ESTABILIZARAM' ECONOMIA
APÓS CRISE DE 2008, CONFIRMA IPEA

Tornou-se senso comum dizer que o crédito fornecido por Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES impediu que a economia brasileira afundasse em recessão após o estouro da crise financeira internacional, em 2008. Pois esse senso comum, ao contrário de muitos outros, está corretíssimo.

É o que confirma um novo estudo lançado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta semana, com a análise do perfil dos desembolsos executados por instituições financeiras públicas e privadas entre 2003 e 2010 - os anos do governo Lula. O trabalho aponta que os bancos privados, tomados pelo "pânico", restringiram fortemente o crédito durante a crise, após cinco anos seguidos de aceleração da oferta.

Em ação anticíclica, as instituições públicas ampliaram os desembolsos, contribuindo para que a instabilidade econômica não passasse de "marolinha" - expressão introduzida na época pelo ex-presidente Lula ao vernáculo econômico.

"Desde 2004 nós vivíamos um ciclo único de expansão do crédito na história brasileira. No início, os bancos privados expandiam suas operações até com mais intensidade do que os públicos. Em 2008, porém, começou a crise financeira internacional, e as instituições privadas passaram a ter uma atuação muito conservadora. Os bancos públicos assumiram, então, a estratégia de expandir suas operações de crédito", explica Victor de Araújo, um dos autores da pesquisa, intitulada "Banco do Brasil, BNDES e Caixa Econômica Federal: a atuação dos bancos públicos federais no período 2003-2010".

Os dados indicam que a economia brasileira conviveu com uma estável relação crédito/PIB entre 2001 e 2004, em torno de 26%. A partir de 2005, a curva voltou-se para cima, estimulada pela difusão de perspectivas positivas para a economia brasileira. A relação crédito/PIB passou a subir com intensidade, mesmo durante estouro da crise de 2008 - chegou a 28% em 2005, a 31% em 2006, a 35% em 2007, a 40% em 2008, a 44% em 2009, a 46% em 2010 e a 47%, no primeiro semestre de 2011.

"Após a crise, essa expansão só foi possível por causa da atuação dos bancos públicos, que supriram a lacuna dos privados", aponta Araújo.

As instituições privadas nacionais lideraram a taxa de crescimento real do estoque de crédito até 2007. Em média, esse índice avançou 8,7% em 2004 (ante 2,5% entre os bancos públicos), 23,9% em 2005 (14,8%), 17,5% em 2006 (15,8%) e 25,9% em 2007 (10,2%). A partir de 2008, Banco do Brasil, Caixa e BNDES tomaram a dianteira. As operações cresceram 27,0% entre essas instituições em 2008 (ante 16,5% entre as privadas) e 34,3% em 2009 (9,8%). Apenas em 2010 os bancos privados voltaram a liderar a expansão (10,2% ante 9,1%).

Além da atuação anticíclica em momentos de crise, o estudo do Ipea afirma que as instituições públicas desempenham no Brasil a função de estímulo ao desenvolvimento, sobretudo ao fornecerem linhas de crédito de longo prazo ou de maior risco - pouco disponíveis pela banca privada. Nesse aspecto, destaca-se a atuação do BNDES para o fomento da indústria, do BB para a agricultura, e da Caixa para o setor da habitação.

Isso é possível porque a atuação dos bancos públicos está associada à gestão de "fundos de natureza para-fiscal", que possibilitam fontes estáveis de recursos de baixo custo. Por exemplo, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) é gerido pela Caixa, o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) é administrado pelo BNDES, e linhas de desenvolvimento regionais, como o Fundo Constitucional de Financiamento para o Centro-Oeste (FCO), estão sob responsabilidade do BB.

Outra fonte de recursos, explica o estudo, provem das exigibilidades sobre os depósitos bancários (depósito à vista e caderneta de poupança), que também condicionam o padrão de atuação dos bancos públicos federais. Isso porque o conjunto das instituições financeiras deve alocar 25% dos depósitos à vista e 40% da poupança rural para o crédito rural e 65% dos depósitos da caderneta de poupança segue para o financiamento habitacional - dois setores preferenciais das instituições públicas.

O trabalho do Ipea ainda aponta que os bancos públicos reforçaram essa função de fomento estratégico - sobretudo para a habitação, com o lançamento do programa Minha Casa, Minha Vida, em 2009, e para a indústria - após a crise de 2008. Os dados coletados pelos pesquisadores indicam que em 2009, enquanto os bancos privados cortaram o financiamento industrial em 3,3% e ampliaram o habitacional em 29,7%, as instituições públicas elevaram ambos às alturas - o primeiro em 20,4% e o segundo, em 54,2%.

Porém, de acordo com Victor Araujo, apesar do papel relevante que os bancos públicos têm desempenhado, eles não parecem capazes de responder sozinhos a uma aceleração persistente da demanda por crédito. Se o objetivo dos gestores econômicos públicos for sustentar um processo acelerado de desenvolvimento econômico e social, diz o técnico do Ipea, haverá sempre a necessidade de uma ação compartilhada com as instituições privadas. É necessário questionar, porém, como estas últimas responderão à essa responsabilidade.

Fonte: Contraf-CUT



05/agosto/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAMPANHA "CAIXA DE SURPRESAS" DO MUNDO CAIXA SORTEIA DOIS PRÊMIOS POR DIA

O Mundo Caixa iniciou nesta semana mais uma promoção do programa Circuito Fenae Apcef. Dessa vez, serão premiadas duas pessoas por dia, todos os dias, exceto sábado e domingo, durante dois meses. O desafio dos participantes da campanha “Caixa de Surpresas” será descobrir o prêmio do dia.

A promoção começou nesta terça-feira, dia 2 de agosto, e em dois dias já foram registradas 14 mil participações. Podem participar empregados ativos ou aposentados da Caixa, empregados da Fenae e do Grupo PAR, empregados da Funcef e empregados da Caixa Seguros, desde que cadastrados no portal do Mundo Caixa: www.mundocaixa.com.br

Os participantes só precisarão aceitar o regulamento uma única vez, e poderão participar todos os dias da campanha. Mesmo que o participante já tenha ganhado o prêmio, ele ainda estará apto para participar e concorrer aos outros prêmios, incluindo o prêmio final.

O participante que obedecer todos os itens do regulamento poderá ganhar prêmios diários no valor de 15.000 pontos do Mundo Caixa, sendo que o prêmio final irá valer 135.000 pontos. Estes pontos deverão ser trocados no Mundo Caixa.

Como participar
O empregado habilitado deve acessar o endereço eletrônico www.mundocaixa.com.br/caixadesurpresas e aceitar as condições do regulamento. Após aceitar o regulamento, o empregado estará apto a participar da campanha. Todos os dias, às 8h, serão liberadas três dicas, para ajudar os participantes a descobrirem qual é o prêmio do dia. Cada participante poderá dar até cinco palpites, até as 18h do mesmo dia.

Serão dois contemplados por dia: o primeiro que acertar o prêmio e um sorteado entre os outros usuários que acertaram depois.

No ultimo dia da campanha, 30 de setembro, irá acontecer o enigma do prêmio final. A mecânica será a mesma: três dicas e o prêmio do dia será o enigma que o participante deverá acertar. Nesse dia, exclusivamente, as dicas não serão diretamente ligadas ao prêmio e levarão o participante para uma área de conteúdo do Mundo Caixa.

Fonte: Fenae Nets



01/agosto/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ANUNCIA CRITÉRIOS PARA PROMOÇÃO DO ANO-BASE 2011

A Diretoria de Gestão de Pessoas (Depes) da Caixa divulgou na segunda-feira, dia 25 de julho, a todas as unidades da empresa, os critérios acertados com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) na mesa das negociações permanentes para a promoção por mérito do ano-base 2011.

Pela metodologia acertada para a promoção por mérito, a ascensão de nível fica assegurada a todos os empregados que obtiverem, no mínimo, nota 8,2 de avaliação, com base em uma linha de corte. Os que atingirem essa nota mínima terão um delta de promoção. Haverá ainda uma classificação nacional e os empregados mais bem colocados poderão obter um segundo delta, até atingir 1% do orçamento.

Para Jair Pedro Ferreira, coordenador da CEE/Caixa e diretor vice-presidente da Fenae, “o critério de linha de corte dá igualdade de condições para todos e garante que todos os bancários tenham a possibilidade de receber ao menos um delta, o que não acontecia no modelo anterior”.

Essa sistemática da promoção será realizada nos meses de janeiro e fevereiro de 2012, pelas mesmas regras aplicadas para o ano-base 2010. A avaliação seguirá critérios objetivos e subjetivos, correspondendo, respectivamente, 60% e 40% da pontuação final do empregado.

Nos critérios objetivos, a Frequência representará sete pontos, a Trilha Fundamental, dois e o PCMSO, um ponto. Os empregados que cumprirem 90% ou mais da Trilha Fundamental receberão a pontuação máxima (dois pontos). Abaixo de 90%, o fator será pontuado proporcionalmente ao percentual da conclusão da Trilha. Exemplo: se o empregado completar 65% dos passos, receberá 65% da pontuação – 1,3 pontos.

Nos critérios subjetivos, serão considerados dois fatores fixos e dois fatores variáveis. Os fatores fixos são: Atendimento ao Cliente e Foco no Interesse Público. Os dois fatores variáveis poderão ser escolhidos entre os seguintes: Capacidade de Solucionar Problemas; Conhecimento do Trabalho; Disposição para Mudanças; Iniciativa e Criatividade; Relacionamento Pessoal; e Atitude Colaborativa no Trabalho.

Foi mantida também a forma de cálculo para a apuração da pontuação final do empregado. O método será cruzado, contemplando auto-avaliação, avaliação entre os colegas (cada empregado será avaliado por dez pessoas que serão escolhidas de forma aleatória) e avaliação pelo gestor da unidade. O mesmo método será aplicado para avaliar o gestor.

O detalhamento das regras e as orientações do processo de avaliação constam em cartilha disponível no endereço www.sudhu.mz.caixa, opção “Promoção por Mérito”.

Avaliação
Como resultado do negociado entre banco e trabalhadores em comissão paritária específica, as regras divulgadas pela Caixa incluem muitas das reivindicações dos bancários, mas apresentam pontos que podem ainda ser melhorados.

A promoção por mérito é uma importante conquista da luta do movimento dos empregados da Caixa, mas a Contraf/CUT – CEE/Caixa defende que os critérios de avaliação sejam definidos sempre no início de cada ano, de modo a possibilitar que os trabalhadores tomem conhecimento com antecedência dos itens pelos quais estão sendo avaliados. As entidades representativas cobram da empresa a realização imediata de ajustes nesse processo, para que o conjunto dos empregados passe a ser contemplado.

Fonte: Fenae



15/julho/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA PARTICIPA DO 6º SALãO DO TURISMO EM SP

Banco é líder nos repasses de recursos públicos ao setor e amplia opções de crédito para fomentar a infraestrutura da Copa de 2014.

A Caixa Econômica Federal está presente na 6ª edição do Salão do Turismo - Roteiros do Brasil, aberto nesta quarta-feira (13), no Parque do Anhembi, em São Paulo (SP). O evento, que segue até domingo (17/07), é promovido pelo Governo Federal, como objetivo divulgar o turismo brasileiro, tendo à disposição do público, que deseja viajar e conhecer mais o Brasil, empresas oferecendo opções de pacotes turísticos, feiras de artesanato, manifestações artísticas e de gastronomia regionais.

A CAIXA, como agente cooperador do Plano Nacional do Turismo, atua de forma efetiva na oferta de produtos e serviços bancários para o setor. Apenas considerando os investimentos para pessoas jurídicas, no período de janeiro 2003 a maio 2011, a CAIXA já aplicou recursos da ordem de R$ 13,2 bilhões.

Em 2011, até maio, os valores aplicados corresponderam a R$ 1,7 bilhão, 12% superior ao ano passado, em igual período. A CAIXA mantém a liderança em relação aos recursos totais, desembolsados pelos bancos federais para as empresas do trade turístico, com participação correspondente a 61% em abril.

Mais uma vez, a CAIXA terá estande próprio no evento, onde gerentes de relacionamento prestarão informações sobre o Cartão CAIXA Turismo e o Crediário CAIXA Fácil Turismo, instrumentos importantes de apoio à demanda crescente no setor. O diretor executivo de Cartões e Seguros da CAIXA, Mário Ferreira Neto, avalia que o banco tem se destacado, cada vez mais, no setor de turismo. "Já respondemos por 61% dos empréstimos dos bancos oficiais para o setor. Isso é fruto de nossa parceria com o Ministério do Turismo, a participação ativa do Conselho Nacional do Turismo e do excelente desempenho de nossa força de vendas", afirmou Ferreira Neto.

Desde o lançamento Cartão de Crédito CAIXA Turismo, mais de 1,9 milhão de cartões já foram vendidos. O produto possibilita, ao cliente, programar suas férias e usufruir de linha de crédito com prazo de até 24 meses, e taxa de juros diferenciada para utilização em estabelecimentos de turismo, como hotéis e pousadas, companhias aéreas, locadoras de veículos, companhias terrestres, agências de viagem/operadora de turismo, restaurantes e parques temáticos.

Já o Crediário CAIXA Fácil, com a opção de Turismo, tem por objetivo financiar pacotes turísticos, por meio do credenciamento das Agências de Viagens e Operadoras interessadas, como Correspondentes CAIXA Aqui, o que torna o turismo acessível a todas as classes, pelas facilidades de financiamento.

Além desses produtos, consolidados no mercado, a CAIXA passa a oferecer, este ano, o BNDES Procopa Turismo, uma linha de crédito com o objetivo de financiar a construção, reforma, ampliação e modernização de hotéis, para atendimento às demandas da Copa do Mundo de 2014. A iniciativa tem, como foco, ampliar a participação da CAIXA no trade de turismo, contribuindo para a criação da infraestrutura necessária ao evento de repercussão mundial.

O produto será oferecido em condições especiais para o Setor Hoteleiro, que possua sede e administração no Brasil e esteja inscrito no Cadastro Nacional de Prestadores de Serviços Turísticos, do Ministério do Turismo (CADASTUR).

São financiáveis os gastos de um típico investimento hoteleiro, como obras civis, máquinas e equipamentos, estudos e projetos, móveis e utensílios, montagens e instalações, capital de giro associado ao projeto e treinamento, dentre outros permitidos pelo BNDES.

.[6º Salão do Turismo - Roteiros do Brasil, de 13 a 17 de julho de 2011(quarta a domingo), no Parque de Convenções do Anhembi, Avenida Olavo Fontoura, 1209, Santana, São Paulo/SP].

Fonte: Revista Fator



08/julho/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

EMPREGADOS DA CAIXA REALIZAM 27º CONECEF
NESTE SÁBADO E DOMINGO

Neste sábado e domingo, 9 e 10 de julho, acontece o 27º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef). O encontro, que acontece em São Paulo, no Expo Center Norte (Rua José Bernardo Pinto, 333 - Sala Cantareira - Vila Guilherme), definirá a pauta específica de reivindicações dos trabalhadores do banco para a Campanha Nacional dos Bancários 2011.

"Este é um dos momentos mais importantes para a organização dos trabalhadores da Caixa Econômica Federal, quando reunimos representantes escolhidos democraticamente em todo o país para debater as questões específicas enfrentadas pelos bancários no dia a dia", afirma Jair Pedro Ferreira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa.

"É a partir destes debates que definiremos a pauta específica das negociações com a Caixa, tanto durante a campanha nacional da categoria quanto depois dela, na mesa permanente", completa.

Estarão reunidos 417 delegados e observadores, entre bancários da ativa e aposentados, escolhidos em assembleias e encontros preparatórios regionais e estaduais realizados em todo o país.

A cerimônia de abertura será realizada em conjunto com o 22º Congresso dos Funcionários do Banco do Brasil e contará com análise de conjuntura pelo deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP), primeiro presidente da antiga Confederação Nacional dos Bancários (CNB-CUT) e ex-presidente do Partido dos Trabalhadores.

Após a abertura, os congressos dos trabalhadores dos dois bancos públicos se separarão em ambientes diferentes do Expo Center Norte. O 27º Conecef recebe, então, o senador e empregado da Caixa Wellington Dias (PT-PI), que fará uma apresentação sobre os rumos do banco.

Na tarde do sábado, os bancários se dividirão em grupos temáticos para dar início aos debates sobre a pauta específica de reivindicações. Serão formados seis grupos:

- Organização do movimento
- Saúde do Trabalhador / Condições de Trabalho / Saúde Caixa
- Funcef / Aposentados
- Segurança bancária / Correspondente bancário
- Jornada / Sipon / Isonomia / Conselheiro Representante / Outros

A plenária final será realizada na manhã de domingo, quando serão votados os itens definidos nos grupos temáticos.

"É importante lembrar que as propostas debatidas no 27º Conecef já passaram por um amplo e democrático processo de debates nos encontros regionais organizados pelos sindicatos e federações de bancários de todo o país", afirma Plínio Pavão, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT e empregado da Caixa. "É um processo muito rico de construção e mobilização dos empregados, que continuará com a 13ª Conferência Nacional dos Bancários, que definirá a pauta geral da categoria", completa.

Confirma a programação do evento:

Dia 9 de julho

Abertura:
9h - Conjunta com o 22º Congresso dos Funcionários do Banco do Brasil
11h - Intervalo para café

Plenária Geral:
11h30 - Votação do Regimento Interno
12h - Defesa das Teses
13h30 - Almoço
14h30 - Trabalho de grupos
18h - Encerramento

Dia 10 de julho

9h - Debate e deliberação sobre "Organização do Movimento"
10h30 - Apresentação dos relatórios dos grupos e votação das resoluções
12h30 - Votação das moções
12h45 - Encerramento

Fonte: Contraf-CUT



01/julho/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CLIENTES DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO DA CAIXA TÊM RENDA MAIS BAIXA

Quando foi criado em 2009, o programa Minha Casa, Minha Vida movimentou o mercado imobiliário. Aproveitando-se do bom momento econômico no qual vivia o Brasil, apesar dos reflexos da crise financeira que assolavam o país, o programa habitacional do Governo fez renascer o sonho da casa própria. Mas não para todos.

Para comprar o imóvel próprio, aqueles que não se encaixam nos critérios do Minha Casa, Minha Vida precisam recorrer a outros meios. E são os bancos as fontes de recursos mais populares entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, apenas em São Paulo, de acordo com dados do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), essa forma de pagamento para a compra de imóveis supera os 50% de participação em todas as regiões.

O percentual poderia ser maior, pois diante dos aumentos frequentes de juros, encurtamento dos prazos e, muitas vezes, por conta da burocracia, muitos ficam de fora e esperam outras oportunidades para a compra de imóveis.

Para entender melhor qual é o perfil dos brasileiros que têm acesso ao financiamento da casa própria, o InfoMoney consultou os maiores bancos do País e descobriu que quem contrata o crédito é jovem, na faixa dos 30 anos, homem, em ascensão de carreira e com família em formação.

Homem

Comportamento "A maioria dos financiamentos é voltada para o homem, até porque, para eles, os financiamentos de casa e carro são os primeiros itens da lista quando pensam em crédito", explica o gerente-executivo da Diretoria de Crédito do Banco do Brasil, Ewerton Gonçalves Chaves. Embora ainda novo no segmento (o crédito imobiliário no BB tem três anos), o banco já registra um saldo de R$ 3,4 bilhões em operações no primeiro trimestre deste ano, um aumento de 16,1% na comparação com 2010. O saldo médio por cliente é de R$ 98 mil, considerando o período.

No banco, 62,6% do saldo é de homens e 37,4% de mulheres. Chaves explica que, no caso delas, pesa a questão da entrada tardia no mercado de trabalho e da renda, ainda menor que a dos homens. Para resolver o problema, na hora de comprar a casa própria, a renda dela se soma a dele. "As famílias ainda superam e representam a maior parte dos clientes de crédito imobiliário. Mas os solteiros passam a ser um nicho a ser explorado", acredita o executivo.

A renda de 16% dos clientes de crédito imobiliário do BB soma até R$ 2 mil. Outros 31% ganham entre R$ 2 mil e R$ 5 mil. Já 29% das operações é destinada a clientes com renda entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. No HSBC, 39% dos clientes estão nessa faixa de renda, 19% ganham de R$ 3 mil a R$ 5 mil e 17% recebem até 3 mil. Parte relevante dos clientes do banco (25%) tem renda acima de R$ 10 mil.

Assim como no BB, no HSBC grande parte dos clientes de crédito imobiliário é jovem. Aqueles que se encontram na faixa entre os 30 e 50 anos de idade representam 70% dos clientes. O perfil dos clientes da Caixa Econômica Federal não é muito diferente: 29% estão na faixa dos 36 a 45 anos de idade e 42% têm até 35 anos. Do total de clientes, 63% são do sexo masculino e 37% do feminino.

Ao contrário dos demais bancos, porém, a renda dos brasileiros que contratam financiamento na CEF é mais baixa: 31% têm renda de até três salários mínimos e 33% entre três e seis mínimos. O banco é uma das instituições que mais concede crédito imobiliário do país e é o principal agente financeiro do Minha Casa, Minha Vida. Para se ter uma ideia, somente em São Paulo, os financiamentos feitos pelo banco representaram quase 50% do total das transações, segundo o Creci.

Em 2010, o saldo em carteira do crédito chegou a R$ 102,31 bilhões e 44% dos contratos eram para imóveis de até R$ 50 mil e outros 37% para contratos de valores entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Os brasileiros que contratam crédito imobiliário também têm outro ponto em comum: grande parte deles vive nas regiões Sul e Sudeste.

No caso do HSBC, apenas seis estados (São Paulo, Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro) concentraram cerca de 80% das contratações de 2010. No caso da Caixa, quase metade das contratações ficou concentrada na região Sudeste.

Tendências Com programas como o Minha Casa, Minha Vida e o aumento da renda, a tendência é que o perfil de quem contrata financiamentos mude. E tudo isso muito por conta da entrada da classe C no universo do consumo. "A classe C é outro nicho que os bancos devem explorar", reforça Chaves, do Banco do Brasil. "A oferta de imóveis para o público solteiro está cada vez maior e esse é um outro nicho", diz o executivo.

No caso das mulheres, como elas apresentam taxas de inadimplência menores que a dos homens, elas tendem a ser outro foco. Até lá, a maior preocupação de quem pensa em comprar a casa própria é sair do aluguel. E não à toa, estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostrou que a participação na renda da despesa com a prestação da casa tem sido menor que a participação da despesa com aluguel.

A tendência é que o público que contrata financiamento imobiliário fique cada vez mais jovem, mais feminino e mais preocupado consigo mesmo.

Fonte: Info Money



20/junho/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ENVIA SMS PARA QUEM AINDA NÃO SACOU O ABONO DO PIS

Os trabalhadores que têm direito ao abono do PIS perderão o direito ao benefício se não retirarem o dinheiro até o dia 30 deste mês. Para que isso não ocorra, a Caixa Econômica Federal está enviando mensagem de texto para o celular de quem ainda não sacou o abono.

Na última sexta-feira de maio, o banco encaminhou 2,4 mil mensagens aos trabalhadores. E desse total, 1.362 pessoas retiraram o benefício - 55% do total de pessoas que receberam o SMS. Já no último dia 1º, a Caixa enviou 2,3 mil mensagens. Dessas, 553 pessoas sacaram o abono.

De acordo com a Caixa, o SMS é complementar às cartas enviadas todos os anos aos beneficiários do abono salarial. E esse meio de aviso não será substituído pela mensagem de texto eletrônica.

Tenho direito?

Para saber se têm direito ao abono, os trabalhadores podem esclarecer dúvidas por meio do número 0800 726 0101 ou mesmo acessando o site da Caixa (caixa.gov.br). Lá, clique em "Você - PIS - Consulta o Pagamento".

Já para receber a mensagem de texto no celular, basta acessar "Você - FGTS - mensagens via celular" ou "Você - conta corrente pessoa física - mensagem via celular".

O banco reforça que os trabalhadores que têm direito ao abono podem retirar o benefício ou os rendimentos do PIS com o Cartão Cidadão e a senha nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes da Caixa.

Quem não tiver o Cartão Cidadão deve procurar uma agência da Caixa, levando documento de identidade e comprovante de inscrição no PIS.

Mais de 6% ainda não sacaram

Segundo a Caixa, do total de trabalhadores que têm direito ao abono de 2010, 93,95% já receberam o benefício. Ou seja, 6,05% ainda precisam retirar o benefício, de valor de R$ 545.

Neste ano, 14.935.419 têm direito ao abono.

Fonte: Info Money



08/junho/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA DESRESPEITA NEGOCIAÇÃO E COBRA VALORES PENDENTES DO SAÚDE CAIXA

A Caixa divulgou na quinta-fera (3) correspondência que trata da cobrança de resíduos de valores de coparticipação dos empregados relativos ao período em que o Saúde Caixa ficou sem sistema (março de 2005 a março de 2007), chamado de período de contingência.

"Estávamos em contato com a Caixa para retomar os debates, quando fomos surpreendidos com a comunicação da empresa. Nosso entendimento é que qualquer cobrança deveria se dar somente após um amplo debate no GT e que as melhorias no plano também se dessem com a mesma agilidade. Infelizmente a Caixa, mais uma vez, se precipita e coloca em xeque a credibilidade do processo de negociação", comenta Plínio Pavão Secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT e membro do GT Saúde da Caixa.

A questão havia sido apresentada na última reunião do GT Saúde da Caixa nos dias 28 e 29 de abril. O assunto deveria voltar à mesa na continuidade das negociações do GT, marcada para os dias 12 e 13 de maio. "Porém essa reunião foi cancelada a pedido da Caixa, tendo em vista as alterações nas vice-presidências que estavam ocorrendo", conta o dirigente sindical.

Todos os temas em debate ficaram suspensos. "Estamos aguardando a definição das pessoas que devem ocupar as diversas funções nos escalões superiores da Caixa para retomar as negociações". Entre os assuntos prioritários está o superávit de R$ 110 milhões do plano, para cuja destinação a Contraf-CUT apresentou uma série de melhorias nas coberturas, ampliação de credenciamento e para a gestão do plano.

Plínio espera que até o final de junho nova reunião do GT Saúde seja marcada.

Fonte: Contraf-CUT



02/junho/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CONTRAF-CUT COBRA DA CAIXA SOLUÇÕES DE PROBLEMAS NO PONTO ELETRÔNICO

A Contraf-CUT, federações e sindicatos retomaram nesta terça-feira (31) com a Caixa Econômica Federal as negociações na comissão temática que discute melhorias no sistema do ponto eletrônico, o Sipon. "Pautamos o problema enfrentado pelos bancários em relação às horas negativas e a nossa reivindicação pelo login único", destacou o secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, Plínio Pavão.

São dois pontos que podem ser agravados com a Circular Interna da Caixa Econômica Federal (CI SN - Administração de Pessoas 026/11), divulgada no início do mês, que orienta as agências a reduzirem cerca de 30% a dotação de horas extras dos trabalhadores, alerta do dirigente sindical. "A quantidade de trabalho não vai diminuir e a direção do banco pode encontrar tanto no sistema de horas negativas, quanto na possibilidade de o funcionário ou gerente logar o sistema várias vezes ao mesmo tempo, formas de se fazer horas extras sem que sejam registradas", denunciou.

Plínio destacou que houve um avanço nas negociações em relação à reivindicação do login único. "Queremos acabar com a possibilidade de o gerente, por exemplo, logar vários computadores impelindo que o funcionário, que não estiver logado no Sipon, entre no sistema e continue trabalhando, sem que isso conte como hora trabalhada".

Nesta questão, o dirigente sindical disse ter se surpreendido com a negociação. "O banco nos garantiu que está estudando soluções técnicas para implantar o login único". A ressalva, afirmou, está na proposta feita pela Caixa de como formatariam o sistema. "A proposta é de que o login único seria apenas para empregados sem função, sendo que os gerentes teriam a possibilidade de logar dois computadores ao mesmo tempo. É um avanço, mas não resolve o problema. Isso porque se houver cinco gerentes em uma agência é possível ainda logar o sistema para que cinco funcionários trabalhem horas extras sem registrar horas", avaliou.

Plínio frisou que o movimento sindical fez uma contraproposta e foi bem aceita pelo banco. É a seguinte: no momento em que uma segunda máquina for logada com a mesma senha, ao invés de derrubar o sistema na máquina anterior, apenas a bloquearia, de modo que, quando finalizado o segundo login, a primeira máquina logada voltaria a funcionar normalmente, a partir do mesmo ponto de onde o trabalhador parou.

Os representantes da Caixa manifestaram que a contraproposta é interessante e que devem encaminhá-la para a área de tecnologia do banco. Eles, porém, adiantaram que isso só acontecerá a partir de setembro, pois o setor tem outras prioridades atualmente. "Reconhecemos que é positiva a preocupação do banco, mas esperar até setembro é uma temeridade, pois há fragilidades do sistema. Vamos levar a pauta para a mesa permanente de negociação com a Caixa, cobrando que esta solução seja agilizada", declarou. A próxima reunião acontece no dia 28 de junho.

Já o outro ponto da pauta, as horas negativas, problema pautado há anos pelos trabalhadores, não houve acordo. "Teremos que achar uma solução. Temos normas que regram a compensação de horas. É inadmissível que continuem acontecendo situações em que o gerente dispensa o funcionário e o faz pagar as horas quando lhe for mais conveniente", afirmou. O dirigente adianta que a Contraf-CUT abrirá um processo de construção da proposta junto aos trabalhadores para ser apresentada na próxima reunião da comissão temática, que ainda não foi marcada.

Fonte: Contraf-CUT



27/maio/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

'RASPADINHA' DA CAIXA VAI DAR CASA, MOTO, CARRO E DINHEIRO

A Caixa Econômica Federal lançou ontem uma nova linha da loteria instantânea, conhecida como "raspadinha". A novidade é que o prêmio será composto por dinheiro e por um bem, que pode ser uma casa, um carro ou uma moto. Segundo Fábio Cleto, vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, "o lançamento claramente se destina às classes C e D".

Os prêmios serão pagos por meio de carta de crédito. Cleto disse que há a preocupação de aliar dinheiro e um bem para "vincular o prêmio aos custos adicionais". "Por exemplo, se a pessoa ganha um carro, precisa pagar IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e encher o tanque. O dinheiro vai dar condições para o apostador desfrutar do bem."

Segundo Roberto Derzie, superintendente nacional de Loterias, com o novo produto a Caixa espera aumentar em 25% o total de vendas de raspadinhas, chegando a 15 milhões de apostas por mês. Em apenas três dias desta semana, as lotéricas já solicitaram quase 4 milhões de raspadinhas dessa nova linha.

A Caixa também lançou ontem a Quina de São João, com expectativa do prêmio é em torno de R$ 60 milhões. O sorteio será no dia 24 de junho (Dia de São João), em Caruaru (PE).

Derzie disse ainda que a Caixa tem planos de realizar um grande sorteio a cada três meses, com a inclusão da Lotofácil da Independência em 2012 e a Lotomania de Páscoa em 2013.

Internet. A Caixa prevê lançar em março do próximo ano as apostas da Mega-Sena pela internet para toda a população, de acordo com Derzie. Hoje, a aposta online da Mega-Sena é possível só para correntistas da Caixa. "A ideia é levar as apostas até as classes A e B, que não frequentam as casas lotéricas." A estimativa da Caixa é que o número de apostadores duplique.

Fonte: www.estadao.com.br



23/maio/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

COM BASE EM AÇÃO DO SEEB/SP, JUSTIÇA MANDA CAIXA REGISTRAR PONTOS DE TODOS OS EMPREGADOS

No estado de São Paulo, os empregados da Caixa Econômica Federal devem registrar o ponto normalmente, como os outros bancários, conforme decisão de primeira instância da 4ª Vara do Trabalho da 2ª Região. A ação civil pública teve por base petição do Sindicato dos Bancários de São Paulo encaminhada ao Ministério Público do Trabalho em fevereiro de 1994, quando foram denunciadas irregularidades praticadas pelo banco.

Na época, a fiscalização realizada confirmou as informações fornecidas pelo Seeb/SP, mas a direção da Caixa negou-se a registrar termo de ajuste de conduta com o Ministério Público do Trabalho, apesar de reconhecer que “os cartões de ponto nem sempre são fiscalizados diariamente e que alguns empregados não anotam corretamente os horários de entrada, intervalo e saída”. Com isso, segundo o sindicato, o banco reconhece que há descumprimento das normas trabalhistas referentes à jornada de trabalho.

A sentença obriga a Caixa a exigir de seus empregados jornada de trabalho superior à legalmente permitida. A empresa também fica obrigada a registrar a jornada real feita por todos os empregados, com garantia de pagamento de horas extras. Fica prevista ainda, em caso de descumprimento do despacho judicial, multa de R$ 1.000 por dia e por empregado encontrado em situação irregular.

A Caixa entrou com recurso contra a decisão em primeira instância. No entanto, o Seeb/SP se compromete a acompanhar a tramitação do processo, aguardando que a sentença se confirme nas outras instâncias judiciais.

Fonte: Fenae Net



13/abril/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ABRE INSCRIÇÕES PARA BOLSA DE INCENTIVO À PÓS-GRADUAÇÃO 2011

A Caixa Econômica Federal abriu inscrições para o incentivo à pós-graduação 2011 na modalidade lato sensu. Os empregados interessados em receber o incentivo devem realizar manifestação de interesse através da página da Universidade Caixa até o dia 20 de abril. A oferta de cursos para aperfeiçoamento profissional é uma conquista da campanha nacional dos trabalhadores da empresa de 2010.

O acordo firmado com a Caixa previu a ampliação do número de bolsas de graduação de 4, 6 mil para 5 mil. As bolsas de idiomas deverão ser ampliadas de 2,6 mil para três mil, priorizando as unidades localizadas em fronteira e n nas cidades-sede da Copa 2014.

O processo de seleção é baseado em alguns critérios, como tempo de Caixa, se o empregado possui ou não curso de pós-graduação realizado por iniciativa própria, função gratificada exercida, relevância do curso para a vice-presidência ou superintendência a qual o candidato está vinculado e também a importância do tema do projeto para a unidade de vinculação do empregado.

Antes de realizar a inscrição, o candidato deve ter um pré-projeto de sua monografia, que será apreciado por sua vice-presidência de vinculação de acordo com sua relevância e interesse.

A Caixa financia até 70% do valor do curso, sendo que o restante deve ser custeado pelo empregado. Mais informações constam do RH 186, que regulamenta o assunto.

Exigências

O empregado deve ter um ano de efetivo exercício na Caixa, não estar cursando outra pós-graduação com incentivo da Caixa e a instituição de ensino superior deve ser credenciada pelo MEC para cursos de graduação.

Cronograma
Análise de requisitos e impedimentos acontecerá de 25 a 27 de abril, envio dos projetos pré-classificados às Vice-Presidências - 28 de abril, divulgação dos projetos selecionados - 6 de maio e apresentação da documentação pelos selecionados- 7 de maio.

Fonte: Contraf-CUT com Fenae



06/abril/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

PONTO ELETRÔNICO É TEMA DE DEBATE ENTRE CONTRAF-CUT E CAIXA

Até o final de abril, a CAIXA deverá testar no sistema de ponto eletrônico (Sipon) a ferramenta que possibilita a geração de arquivo para fins de fiscalização. Este é o único item que ainda não atende às portarias 1.510/09 e 373/11 do Ministério do Trabalho e Emprego. Mas, o que mais tem causado discussão entre a CAIXA e a Contraf-CUT é a metodologia de compensação de horas.

Segundo Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf-CUT e empregado da CAIXA, o problema é o sistema de banco de horas adotado pela CAIXA, que permite, inclusive, o acúmulo de horas negativas pelos funcionários. "Nosso acordo prevê a possibilidade de compensação de até 50% das horas extras realizadas dentro de um mesmo mês. Se não for feita a compensação, o valor integral das horas deverá ser pago no mês seguinte. Não existe previsão de banco de horas.

No último encontro a CAIXA demonstrou ter mudado de postura e estar disposta a debater a questão das horas negativas. Alegou que a prática da compensação é adotada em benefício do empregado, pois, caso contrário, as faltas e ausências parciais seriam descontadas na folha de pagamento.

A Contraf-CUT rebate a afirmação da CAIXA dizendo que a compensação acaba gerando prejuízo para o funcionário, uma vez que, se ele faltar e tiver o desconto e, no mesmo mês realizar horas extras, estas serão pagas no parâmetro de 1 por 1,5.

Na próxima reunião, Contraf-CUT e CAIXA deverão buscar uma solução intermediária, uma vez que, a CAIXA afirma tratar-se de uma cultura já absorvida pelo conjunto dos empregados, argumentando que uma mudança radical poderia gerar insatisfações.

Outro ponto importante da portaria 1.510/09 do Ministério do Trabalho e Emprego é a emissão de comprovante a cada registro de ponto feito pelo servidor. A Contraf-CUT disse que, no Sipon, essa impressão já é possível, portanto, deverá ser disponibilizada em breve.

Fonte: Articulando Comunicação - Da Redação



04/abril/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

ENTIDADES REPRESENTATIVAS PREPARAM PRESSÃO SOBRE A CAIXA POR SOLUÇÃO AO CTVA

Decisão é resultado de reunião do Fórum de Dirigentes de Entidades e Representantes Eleitos na Funcef, dia 20 de março. Tema será debatido nas negociações permanentes

As entidades representativas dos empregados e aposentados da Caixa Econômica Federal vão intensificar a pressão sobre a direção da empresa em busca de solução para os problemas gerados pelo Complemento Temporário Variável de Ajuste de Mercado (CTVA). A decisão foi tomada na última reunião do Fórum de Dirigentes de Entidades e Representantes Eleitos da Funcef, realizada dia 20 de março, em Brasília (DF).

Por meio da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), será exigida prioridade à discussão do CTVA na mesa de negociações permanentes. As representações dos trabalhadores consideram que não se pode mais adiar o debate, porque há urgência em se equacionar os problemas criados pela referida complementação salarial.

As discussões ocorridas no fórum se desdobrarão também em análises dos aspectos jurídicos que envolvem o recolhimento à Funcef de valor correspondente ao CTVA. O objetivo é preparar iniciativas comuns das entidades no tratamento desta questão, uma vez que se aproxima o dia 31 de agosto, data da prescrição do prazo para os participantes da Funcef que fizeram o saldamento ingressarem com ações judiciais relacionadas a este assunto.

Correção dos benefícios
Os dirigentes das entidades e os representantes eleitos da Funcef apontaram ainda a necessidade de reforço à mobilização em defesa do Fundo para Revisão de Benefícios. Estão sendo identificadas no âmbito da Caixa e do governo iniciativas que prenunciam ataques mais fortes a essa conquista dos associados da Funcef, expressa no artigo 115 do REG/Replan saldado.

A regra que permite temporariamente a composição do fundo com até 90% do excedente da meta atuarial está sendo bombardeada. É flagrante o boicote à sua aplicação, como ficou demonstrado no posicionamento dos representantes da Caixa no Conselho Deliberativo da Funcef, contra o reajuste dos benefícios em percentual superior ao equivalente a 50% do excedente no resultado da Funcef em 2010, em relação à meta atuarial.

A patrocinadora fincou pé no reajuste de 2,33%, contra a proposta que havia sido aprovada na Diretoria Executiva da Fundação, com índice de 3,75%, equivalente a 76,5% do que excedeu à meta atuarial no exercício de 2010.

O reajuste de 3,75% foi defendido pelos diretores e conselheiros eleitos, com respaldo do Fórum de Dirigentes das Entidades e Representantes Eleitos da Funcef. A Caixa precisou recorrer ao voto de minerva atribuído ao presidente do Conselho Deliberativo, cargo ocupado por um de seus indicados.

Ao votarem pela correção de 3,75%, os conselheiros eleitos registraram também protesto contra a postura da Caixa, de completa insensibilidade frente às necessidades e aos anseios dos aposentados e pensionistas.

Fonte: Fenae Net



11/março/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA QUER EMPRESTAR R$ 80 BI PARA MORADIA

Enquanto o Tesouro Nacional anuncia corte de gastos e o Banco Central aumenta os juros para desacelerar o ritmo de crescimento da economia neste ano, os bancos oficiais turbinam o crédito para empresas e pessoas físicas, estimulando o consumo.

O Banco do Brasil promete repetir o desempenho de 2010, quando o país cresceu 7,5%, a maior taxa desde 1985. Quer elevar em 20% a carteira de crédito em 2011, ano em que o PIB não deverá subir mais de 4% ou 4,5%.

Os números não foram reduzidos nem mesmo após as medidas de contenção de crédito e de aumento dos juros divulgadas pelo BC.

Já a Caixa Econômica Federal espera bater novo recorde em financiamentos para habitação, alcançando R$ 80 bilhões. No ano passado, as contratações totais nesse segmento somaram R$ 77,8 bilhões, quase 60% acima das de 2009.

No lado empresarial, com o aporte de R$ 55 bilhões do Tesouro, o BNDES terá caixa para emprestar praticamente o mesmo montante de 2010.

Os bancos oficiais argumentam que isso é financiamento em investimento, mas há uma cadeia lógica: empresas capitalizadas contratam, mantendo ou elevando o nível de renda e, assim, estimulam o consumo.

A dúvida da equipe econômica é com relação ao comportamento do mercado de trabalho. Por ora, a economia dá sinais de desaquecimento, mas isso não tem sido acompanhado por aumento na taxa de desemprego.

Na prática, significa que as pessoas continuam com o incentivo da renda para consumir. Junte-se a isso crédito em abundância e a pressão inflacionária é certa.

O Banco do Nordeste conseguiu reforço de capital de R$ 1 bilhão do Tesouro no final de 2010 e ganhou fôlego para atuar neste ano. Mas, para atender toda a demanda, teria de dobrar os R$ 10 bilhões de desembolsos de 2010. Por isso, planeja tomar empréstimo no exterior e já pleiteia mais aporte público.

Parte das operações de crédito desses bancos é sustentada por recursos do FAT, do FGTS e de fundos constitucionais -dinheiro que custa menos do que as captações feitas no mercado e que são a base para as operações das instituições privadas.

Depois da atuação agressiva em 2009, os bancos oficiais ganharam espaço no mercado e hoje representam quase metade (42%) do total de crédito no país. É a maior participação desde 2000.

Para técnicos da área econômica do governo, os bancos públicos terão que se adaptar a taxas menores de crescimento, sobretudo para pessoas físicas. No caso das empresas, o crescimento dos desembolsos é considerado importante para ajudar a aumentar a capacidade de produção das indústrias.

Fonte: Folha de S. Paulo



25/fevereiro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

RETOMADA DAS NEGOCIAÇÕES PERMANENTES COM A CAIXA ADIADA
PARA 1º DE MARÇO

A retomada das negociações permanentes entre a Contraf-CUT e a direção da Caixa, que estava prevista para esta sexta-feira 25, foi adiada para o dia 1º de março, por solicitação da empresa. A reunião será realizada em Brasília, às 14h30. É o mesmo dia em que a Caixa depositará a PLR dos empregados.

Na pauta das negociações permanentes estão as pendências do Plano de Funções Gratificadas (PFG), o processo de avaliação por merecimento no âmbito do Plano de Cargos e Salários (PCS) e questões relativas à Comissão de Conciliação Voluntária (CCV).

"A retomada das negociações permanentes é importante porque precisamos solucionar esses diversos assuntos que estão pendentes antes da campanha nacional deste ano e também porque achamos necessário valorizar esse fórum de discussão", afirma Jair Pedro Ferreira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE Caixa), que assessora a Contraf-CUT nas negociações.

Fonte: Contraf-CUT



25/fevereiro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CONTRAF-CUT RETOMA NEGOCIAÇÕES DO GT SAÚDE COM A
CAIXA NESTA QUARTA E QUINTA

Nesta quarta e quinta-feira, dias 23 e 24, acontece nova reunião do GT Saúde, grupo de trabalho entre a Contraf-CUT e a Caixa Econômica Federal. O encontro marca a retomada dos trabalhos do GT no ano de 2011.

Os debates começarão com o levantamento de discussões não concluídas no GT em 2010, bem como temas que precisem de novos debates.

Os trabalhadores irão cobrar da Caixa o compromisso de que normativos criados ou alterados por meio de negociação não sejam alterados modificados pelo banco.

Além disso, estão na pauta dos bancários temas como a instalação dos comitês de prevenção a conflitos no ambiente de trabalho, os normativo RH 025 e 052, o Saúde Caixa, entre outros pontos.

Fonte: Contraf-CUT



16/fevereiro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

EMPREGADO DA CAIXA INCAPACITADO POR LER OBTÉM PENSÃO VITALÍCIA

TST entendeu que ele adquiriu a doença por conta de serviço extenuante e má condição de trabalho manuseando um microcomputador

A 4ª Turma do Tribunal Superior Eleitoral (TST) reconheceu por unanimidade o direito à pensão mensal vitalícia de um empregado da Caixa Econômica Federal que perdeu 70% de sua capacidade de trabalho devido a doença por esforço repetitivo. A pensão é proporcional ao dano sofrido pelo advogado e corresponde a 70% de sua remuneração bruta.

O trabalhador era advogado concursado da Caixa desde 1989 e adquiriu LER devido ao serviço extenuante e à má condição de trabalho manuseando um microcomputador. O advogado perdeu parte da movimentação e da força dos membros superiores, o que configurou em perda total da capacidade de trabalho, segundo laudo médico pericial produzido em ação acidentária contra a Caixa, na Justiça Comum.

Fonte: Fenae Net



04/fevereiro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA E BTG PACTUAL QUEREM PANAMERICANO COM R$ 40 BILHÕES DE ATIVOS

Antes um banco ancorado num ativo fictício, com operação deficitária e que esteve à beira da quebra por pelo menos três vezes (na crise de 2008, em novembro e agora), o PanAmericano emerge da operação arquitetada para resgatá-lo no último fim de semana como uma nova potência do varejo bancário do país. Apoiado por dois dos maiores bancos brasileiros - o ágil e agressivo BTG Pactual de um lado e o estatal Caixa Econômica Federal de outro -, a instituição fundada pelo empresário Silvio Santos deve, agora, decolar.

Antes um banco ancorado num ativo fictício, com operação deficitária e que esteve à beira da quebra por pelo menos três vezes (na crise de 2008, em novembro e agora), o PanAmericano emerge da operação arquitetada para resgatá-lo no último fim de semana como uma nova potência do varejo bancário do país. Apoiado por dois dos maiores bancos brasileiros - o ágil e agressivo BTG Pactual de um lado e o estatal Caixa Econômica Federal de outro -, a instituição fundada pelo empresário Silvio Santos deve, agora, decolar.

"Esse banco tem potencial para ter tamanho de ativo bem grande. Se falar em R$ 30 bilhões a R$ 40 bilhões de carteira não é nada fora da realidade", diz José Luiz Acar Pedro, apontado para assumir a presidência da instituição, completando que esse objetivo deve se cumprir em três a quatro anos.

Esse tamanho de carteira de crédito colocaria o PanAmericano ao redor da oitava posição. Segundo os dados do Banco Central de setembro, o HSBC tem carteira de crédito de R$ 37,4 bilhões e o Safra, de R$ 27,9 bilhões. O PanAmericano aparecia na 19ª posição, com R$ 6,1 bilhões.

Para sustentar sua operação, o novo PanAmericano contará com uma estrutura de captação de recursos vitaminada. A Caixa comprometeu-se a fornecer até R$ 10 bilhões em funding ao longo dos próximos anos, por meio de compra de recebíveis e operações no interbancário. O BTG Pactual fornecerá outros R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões. Ambos em condições de mercado, sem subsídio.

Sob o comando dos funcionários de Silvio Santos, o PanAmericano tinha uma estrutura de captação com custos tão elevados que simplesmente inviabilizava uma operação rentável.

Ao concordar com as duas operações de resgate, num total de R$ 3,8 bilhões, os maiores cotistas do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que são também os maiores bancos de varejo do país, criaram espaço para o surgimento de um concorrente de peso.

Outros bancos chegaram a ser consultados pelo FGC para assumir o PanAmericano. Muitos se perguntavam ontem por que a operação não interessou a Bradesco e Itaú, por exemplo, já que eles próprios tinham uma exposição ao banco por conta das carteiras de crédito adquiridas e que se mostraram fictícias em muitos casos. Um experiente banqueiro, de uma grande instituição, diz que a operação não fazia sentido para nenhum dos dois, porque, com a Caixa como sócia, não seria possível consolidar as operações do PanAmericano e ganhar sinergias. A decisão de fazer um movimento para barrar o avanço de um concorrente nessas condições não era óbvia.

Para transformar o PanAmericano na máquina de fazer dinheiro que pretende, o BTG Pactual terá ainda muito trabalho. O balanço do terceiro trimestre do ano passado, ainda sem data para ser publicado, virá limpo de todas as fraudes e inconsistências encontradas. Isso quer dizer que o ativo remanescente será raquítico, muito menor que os R$ 11,9 bilhões exibidos em junho e que o colocavam na 21ª posição no ranking de ativos. O banco precisará ganhar ritmo ainda e os indispensáveis investimentos em tecnologia levarão algum tempo para surtir efeito.

Há muitos desafios pela frente. Existem, ainda, alguns prejuízos lá dentro que precisam ser digeridos. O caso mais gritante envolve suspeitas de desvio de dinheiro em conluio com a antiga administração, algo ainda não apurado. O mineiro Adalberto Junior emprestou centenas de milhões de reais ao PanAmericano por meio de Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) com taxas prefixadas que beiram os 30% ao ano por prazos tão longos quanto 20 anos. Para efeito de comparação, a taxa básica está em 11,25%. Sob a gestão do BTG, a ideia é renegociar essas e outras operações, trazendo-as para a realidade de mercado.

Fonte: Valor Econômico (Vanessa Adachi)



18/janeiro/2011

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

SELO COMEMORA OS 150 ANOS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

Os Correios lançaram, na sede da Caixa Econômica em Brasília/DF, o selo em comemoração aos 150 anos da instituição. A cerimônia de obliteração do selo fez parte da festa de aniversário do banco, festejada no dia 12 de janeiro.

Com arte de Hans Donner e tiragem de 300 mil exemplares, o selo divulga a logomarca dos 150 anos da Caixa Econômica Federal: um desenho que reproduz um abraço no mapa do Brasil, expressando o campo de atuação nacional da Caixa, exemplo de instituição que apoia projetos especiais do governo frente aos cidadãos brasileiros. As cores utilizadas são as da Bandeira Nacional.



Foi utilizada a técnica de computação gráfica. O selo tem valor facial de 1º Porte Carta Comercial (R$ 1,05) e poderá ser adquirido pela loja virtual dos Correios.

Clique para comprar a quadra do selo “150 Anos da Caixa Econômica Federal”.

Clique para comprar a folha com 30 selos “150 Anos da Caixa Econômica Federal”.

Fonte: Correios Online



16/dezembro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA CRIA FUNDO SÓCIO-AMBIENTAL

Com o objetivo de fomentar ações que promovam o desenvolvimento sustentável, a Caixa acaba de lançar o FSA Caixa, fundo que apoiará projetos e investimentos sociais e ambientais, por meio de até 2% do lucro da empresa.

Para a presidenta, Maria Fernanda Ramos Coelho, a atuação da Caixa, "no ano em que o banco completa 150 anos, o fundo sócio-ambiental da Caixa é mais um passo importante na consolidação de sua responsabilidade sócio-empresarial, o que permite intensificar a contribuição da empresa para a promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável".

Para a Caixa, o novo fundo reflete o princípio da sustentabilidade na gestão, uma premissa para que os resultados dos negócios sejam revertidos em maior bem-estar para a sociedade.

Fonte: Articulando Comunicação - Da Redação



16/dezembro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA FÁCIL ATINGE 11 MILHÕES DE CLIENTES

Fácil, sem burocracia, necessidade de comprovação de renda e depósito inicial, a conta Caixa Fácil, modalidade mais simples entre as contas da Caixa Econômica, já tem mais de 10,7 milhões de clientes.

A Caixa Fácil já movimentou mais de 8 bilhões de reais somente no ano de 2010 e tem mais de 7 milhões de clientes ativos. Ela foi criada para incluir financeiramente uma parcela da população, que, até então, encontrava grande dificuldade para ter acesso a produtos e serviços bancários.

Além da facilidade na abertura, a conta Caixa Fácil oferece aos clientes sem restrições cadastrais, um crédito rotativo inicial de R$ 200,00 que pode chegar a R$ 1.000,00 sem destinação específica, dependendo do comportamento do cliente.

Fonte: Articulando Comunicação - Da Redação



08/dezembro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA PREVÊ CRESCIMENTO DE 30% DA CARTEIRA DE CRÉDITO EM 2011

O volume de crédito da Caixa Econômica Federal em 2011 deve crescer em torno de 30%, segundo o vice-presidente de Finanças da instituição, Márcio Percival.

Segundo ele, apesar de expressivo, o crescimento do volume total de crédito é inferior ao previsto para esse ano, acima de 40%.

"Para o conjunto do crédito, estamos prevendo uma expansão perto de 30%. Este ano estamos crescendo 44%, 45%. Com o aumento da concorrência, vamos desacelerar o nosso crédito", disse ele a jornalistas após evento.

O executivo disse que a Caixa está finalizando os cálculos para avaliar o impacto das medidas anunciadas na sexta-feira pelo Banco Central para conter a expansão do crédito no país.

Percival adiantou que este impacto sobre o crédito para pessoa física será significativo.

"Acho que essa medida do Banco Central vai na direção de tentar segurar um pouco o crédito ... Você vai diminuir um pouco o ímpeto das pessoas pelo crédito, e com isso vai se criando condições para pensar no crédito de mais longo prazo, mais voltados para investimento e infraestrutura", afirmou.

"A gente ainda está calculando, mas podemos dizer que vai ser um impacto grande para a pessoa física, porque há um aumento do custo e a diminuição da demanda", acrescentou.

Percival estima que o crédito para pessoa física vai crescer em torno de 20% este ano, patamar considerado sustentável por ele para os próximos anos.

Ele afirmou ainda que a carteira de crédito da Caixa para o setor imobiliário vai superar R$ 60 bilhões, contra aproximadamente R$ 47 bilhões no ano passado.

"Já são mais de 800 mil casas do programa Minha Casa, Minha Vida contratadas", declarou. "Vamos crescer no ano que vem, mas não vai ser tudo isso", finalizou.

Fonte: Reuters Brasil, por Rodrigo Viga Gaier



03/dezembro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ANUNCIA QUE VAI INSTALAR AGÊNCIA NO COMPLEXO DO ALEMÃO EM 2011

A Caixa Econômica Federal vai instalar uma agência no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em 2011. Segundo a instituição, o banco chegará à comunidade, de aproximadamente 400 mil pessoas, junto com a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), prevista para ser inaugurada nos próximos sete meses.

De acordo com a Caixa, já foram aplicados no Complexo do Alemão R$ 833 milhões em projetos de moradias, saneamento básico, asfaltamento de vias, creches, postos de saúde e instalação de teleférico, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em parceria com governos estadual e municipal.

Segundo o banco, a primeira agência inaugurada em uma comunidade carioca ocorreu em 1998, na Rocinha.

Fonte: Agência Brasil



26/novembro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA QUER CAPACITAR IMOBILIÁRIAS PARA SE TORNAREM CORRESPONDENTES IMOBILIÁRIOS

A Caixa Econômica Federal quer capacitar as imobiliárias para que se tornem correspondentes imobiliários da instituição. A prática, segundo informou o superintendente regional do banco, Valter Nunes, que participou na última terça-feira (23) do Seminário Dia do Crédito Imobiliário no Secovi-SP (Sindicato da Habitação), permite às imobiliárias que vendam o imóvel e também o crédito imobiliário, possibilitando que a assinatura e a concessão do financiamento aconteçam em até 48 horas.

O modelo já estaria sendo testado em 300 imobiliárias da cidade de São Paulo.

Empréstimos

Atualmente, a Caixa é responsável pela maior parte dos financiamentos imobiliários do país. "Hoje, são 12 financiamentos por minutos", disse o superintendente.

Para se ter uma ideia, entre janeiro e setembro deste ano, o banco emprestou R$ 54 bilhões, alta de 10,2% frente ao que foi contratado em todo o ano passado.

No nono mês de 2010, o saldo da carteira de crédito era de R$ 97,9 bilhões, crescimento de 55,8% em 12 meses, sendo que o crédito imobiliário apresentou inadimplência de 1,7%, inferior à registrada em setembro de 2009, que foi de 2%.

Fonte: Infomoney



12/novembro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

NEGOCIAÇÃO COM A CAIXA ACERTA DESDOBRAMENTOS PARA
CONQUISTAS DO ACORDO 2010

Foram debatidos os termos finais da metodologia para a promoção por mérito e a constituição dos GTs para tratar de Sipon e de Saúde.

Na mesa das negociações permanentes, composta na manhã desta quinta-feira, em Brasília, os representantes da Caixa e dos empregados definiram encaminhamentos para a concretização de importantes conquistas do acordo firmado no desfecho da campanha nacional deste ano.

Foram debatidos os termos finais da metodologia para a promoção por mérito relativa a 2010, com significativos avanços em relação ao que foi praticado em 2009, e houve acertos para a constituição do grupo de trabalho (GT) que tratará do Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon), assim como do GT Saúde, da Comissão para Solução de Conflitos e da Comissão de Conciliação Voluntária, está última concebida como instrumento para a quitação do tíquete-alimentação para os aposentados, mas que poderá evoluir para o tratamento de outras questões.

Outro tema importante foi a definição dos procedimentos relativos à devolução dos valores descontados das greves de 2007 e 2008. A devolução será feita mediante manifestação de interesse por parte do sindicato, em nome de sua respectiva base. Se houve ação judicial em tramitação, o protocolo implicará na extinção da mesma. A entidade sindical deverá encaminhar a solicitação à Gestão de Pessoas (GR) do Rio de Janeiro ou de Minas Gerais. A Caixa informará por meio de ofício à Contraf/CUT, até terça-feira, dia 16, os procedimentos a serem adotados pelos sindicatos.

O prazo para manifestação das entidades vai até 15 de dezembro. Após receber a manifestação, a Caixa enviará termo de transação judicial para a assinatura da entidade. A devolução dos valores atualizados monetariamente aos empregados ocorrerá em no máximo três meses após homologação em juízo.

Em relação à metodologia para as promoções por mérito do ano de 2010, foram feitos os ajustes na proposta produzida pela comissão paritária que tratou do assunto e houve entre as partes o compromisso de divulgar a redação final do documento até o final deste mês. No acordo firmando na campanha salarial deste ano, a Caixa comprometeu-se com o pagamento da promoção de 2010 até março do ano que vem, retroativa a 1º de janeiro de 2011. De acordo com o negociado com a comissão, todos os empregados que obtiverem no mínimo média 8 na avaliação receberão pelo menos um delta.

O grupo de trabalho que tratará do Sipon será instalado ainda este ano. Será composto de, no máximo, cinco representantes de cada uma das partes. O prazo para a indicação dos nomes vai até o dia 30 deste mês.

O GT Saúde também fará reunião ainda em 2010. Entre os assuntos que irá discutir estão a análise dos resultados e do custeio do Saúde Caixa, a destinação do superávit do plano e a criação e funcionamento da Comissão para Solução de Conflitos.

A CEE/Caixa colocou também em discussão o afastamento da função de quem estava na condição de substituto e aderiu à greve e também a suspensão do pagamento do vale-transporte de quem não compareceu ao trabalho durante a paralisação, iniciativas que carregam indícios de terem sido adotadas em retaliação ao movimento dos trabalhadores. Os representantes da empresa contra-argumentaram que ambas são medidas previstas nos regulamentos da empresa, sendo aplicadas para qualquer tipo de afastamento.

Outro protesto registrado pelos representantes dos empregados foi em relação à recusa da empresa em conceder o complemento de R$ 39 também aos empregados que estão fora da Estrutura Salarial Unificada (ESU), caso dos bancários que optaram por permanecer no plano de benefícios REG/Replan não-saldado da Funcef e, por conseqüência, foram impedidos de aderir à tabela do novo PCS. Para a Contraf/CUT e a CEE/Caixa, trata-se de mais uma exclusão injustificável, que, a exemplo de várias outras injustiças já praticadas contra os participantes do referido plano da Funcef, seguira sendo denunciada e combatida pelas representações dos empregados.

Para Jair Pedro Ferreira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), os encaminhamentos definidos na rodada de negociação trazem segurança quanto à efetivação de importantes questões acordadas na campanha salarial e fazem avançar o processo de negociações permanentes. “A união e força que demonstramos na greve desse ano foram fatores decisivos para as conquistas que obtivemos. Agora temos que seguir pressionando a empresa pelo atendimento às reivindicações que mantemos sobre a mesa das negociações permanentes”, frisou o representante dos empregados.

Fonte: Agência Fenae



29/outubro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA DEPOSITA ANTECIPAÇÃO DA PLR NESTA SEXTA COM REDUTOR MENOR

A Caixa Econômica Federal emitiu circular interna nesta quarta-feira 27 explicando o cálculo e a forma de pagamento da PLR, cujo adiantamento será depositado nesta sexta-feira 29. A empresa esclarece nocomunicado que o redutor a ser aplicado na regra básica da PLR será de 18%, diferentemente do que ela havia informado anteriormente (redutor de 35%).

Também nesta sexta-feira será assinado entre a Contraf-CUT e as entidades sindicais com a Caixa o acordo aditivo das questões específicas referentes à Campanha Nacional dos Bancários deste ano. A assinatura será realizada na sede da Superintendência da Caixa, no Rio de Janeiro.

Como é a PLR da Caixa

A Caixa paga nesta sexta-feira o total da regra básica da PLR, que corresponde a 90% do salário, mais R$ 1.100,80 com teto de R$ 7.181 ou limitado a 13% do lucro líquido projetado de 2010, o que ocorrer primeiro. Considerando a projeção conservadora do lucro deste ano em R$ 2,550 bilhões, o total de 13% do lucro virá primeiro e será insuficiente para a aplicação integral da regra básica. Desta forma, nos moldes do ano passado, será usado um redutor de 18%.

Também será creditado o total da parcela adicional da PLR que equivale à distribuição de 2% do lucro de forma linear entre todos os empregados e, diante da projeção do lucro de 2010, será de R$ 624,15.

Além disso, a Caixa deposita a metade da PLR Social, conquistada com a greve deste ano, que garante a distribuição do total de 4% do lucro líquido, também dividido igualmente pelo número de empregados. Tendo em vista a projeção do lucro de 2010, cada empregado recebe agora R$ 624,15.

Exemplo de cálculo da antecipação da PLR

Empregado com remuneração-base de R$ 2.500,00:

- regra básica da PLR: R$ 2.250 + R$ 1.100,80 = R$ 3.350,80
- redutor de 18%: R$ 603,14
- valor a receber: R$ 2.747,66
- parcela adicional da PLR: R$ 624,15
- metade da PLR Social: R$ 624,15
- valor total a receber: R$ 3.995,96

Fonte: Contraf-CUT



19/outubro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ANUNCIA PAGAMENTO DA ANTECIPAÇÃO DA PLR PARA
DIA 29 DE OUTUBRO

Conforme anúncio feito na semana passada, a Caixa Econômica Federal creditará em 29 de outubro o pagamento da antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Agora, como ocorreu no ano passado, a empresa pagará a regra básica e a parcela adicional da PLR, bem como a metade da PLR Social, conquistada com a unidade e a força da greve nacional deste ano.

Pela regra básica da PLR, cada empregado receberá 90% do salário, mais o valor fixo de R$ 1.100,80, com teto de R$ 7.181 ou limitado a 13% do lucro líquido projetado para 2010, o que ocorrer primeiro.

Se for considerada a projeção do lucro em R$ 2,550 bilhões, o total de 13% dessa lucratividade virá primeiro e será insuficiente para a aplicação integral da regra básica. Desta forma, nos moldes do ano passado, a Caixa usará o redutor de 35%, de modo a assegurar a distribuição de 13% do lucro.

Assim, cada empregado terá um crédito de 90% da remuneração-base mais a parcela de R$ 1.100,80, deduzindo-se do total apurado o redutor de 35%. O teto também terá o efeito desse redutor.

A Caixa também se compromete a pagar, de acordo com a fórmula aprovada, a parcela adicional da PLR. Isso corresponde a 2% do lucro líquido, dividido pelo número total de empregados, em partes iguais, até o limite individual de R$ 2.400. Com base na projeção do lucro de 2010, cada empregado deverá receber R$ 620, aproximadamente. O valor do Imposto de Renda incidirá sobre o que for pago a título de PLR.

PLR Social
Uma das principais conquistas da campanha salarial deste ano foi a PLR Social. Consiste na distribuição pela Caixa de 4% do lucro líquido, a título de PLR Social, também dividido pelo número total de empregados, em partes iguais. Nesse primeiro momento, será paga a metade da PLR Social, devendo cada empregado receber aproximadamente R$ 620, com base na projeção do lucro deste ano.

Simulação
Pelo cálculo da antecipação da PLR, o empregado com remuneração-base de R$ 2.500, receberá a regra básica da PLR (R$ 2.250 mais R$ 1.100,80), o que corresponde a R$ 3.350,80. Com o redutor de 35%, equivalente a R$ 1.172,78, o valor a receber ficará em R$ 2.172,02.

No caso da parcela adicional da PLR e de metade da PLR Social, ambas correspondentes a R$ 620, o valor a receber ficará em torno de R$ 3.418,02.

O salário a ser pago na folha de outubro deste ano já virá com o reajuste de 7,5%, considerando a aprovação da proposta negociada entre as entidades representativas dos empregados e a Caixa para o aditivo à Convenção Coletiva Nacional 2010/2011, como resultado de uma greve nacional forte e unificada, que paralisou agências de bancos públicos e privados.

Avaliação
O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e diretor de Administração e Finanças da Fenae, Jair Pedro Ferreira, afirma que, tradicionalmente, a Caixa projeta o lucro do segundo semestre de forma muito conservadora, como ocorreu no ano passado. No fechamento do balanço, porém, os valores apurados costumam ser significativamente maiores.

Se isso vier a ocorrer novamente, Jair Pedro Ferreira diz que a Caixa pagará em março de 2011 as diferenças da regra básica, parcela adicional e a outra metade da PLR Social devidamente recalculadas.

Fonte: Fenae



08/outubro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA RECORRE À PRÁTICA ANTISSINDICAL PARA TENTAR FURAR GREVE UNIFICADA DOS BANCÁRIOS

Dessa vez, abuso aparece em forma de medida unilateral de abertura de PSIs, passando ao largo do reconhecimento dos direitos dos trabalhadores.

A exemplo do que ocorre em outros bancos, segundo boatos veiculados entre os empregados, a Caixa Econômica Federal também vem utilizando-se do expediente da prática antissindical para tentar conter a greve por tempo indeterminado, forte e coesa em todo o país. O abuso, dessa vez, aparece sob a forma da medida unilateral de abertura de Processos Seletivos Internos (PSIs), passando ao largo do reconhecimento dos interesses e direitos dos trabalhadores.

Se fosse outra a intenção da empresa, a abertura de PSIs não teria ocorrido em plena greve dos trabalhadores das instituições financeiras públicas e privadas. Parece, na verdade, que a medida visa dividir o movimento, de modo a prejudicar os empregados que no momento se encontram defendendo o legítimo direito por melhores condições de trabalho.

Se essa medida tivesse a ver com solução guiada pelo senso do diálogo, a Caixa adotaria outro procedimento. O movimento nacional dos empregados reivindica a imediata reabertura das negociações sobre PSI, com critérios objetivos na elaboração e sem possibilidade de manipulação. Essa proposta, aliás, é resultado do acúmulo de discussões travadas no âmbito do 26º Conecef, realizado no fim de maio no Rio de Janeiro (RJ).

Fonte: Fenae Net



23/setembro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CEF PODERÁ COMPENSAR GRATIFICAÇÃO PAGA COM HORAS EXTRAS DEVIDAS

A Caixa Econômica Federal poderá descontar a gratificação de função paga a empregado bancário para cumprir jornada de oito horas diárias com as horas extras devidas em função da sétima e oitava horas trabalhadas. A decisão é da Seção I Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho que, por maioria, acompanhou voto relatado pelo ministro Horácio Senna Pires.

O relator aplicou ao caso a Orientação Jurisprudencial Transitória nº 70 da SDI-1 que trata da possibilidade de compensação pelo empregador das gratificações de função pagas a bancário para cumprimento de jornada de oito horas, quando o correto seria a carga horária de seis horas, uma vez que não existe o requisito da fidúcia especial de que trata o artigo 224, § 2º, da CLT e que autorizaria a jornada de oito horas.

O empregado requereu o recebimento de horas extras além da sexta trabalhada, por entender que exercia cargo de técnico de fomento, cuja atividade não estava entre as hipóteses previstas na CLT para excluí-lo do direito às horas extras. No juízo de primeiro grau, a Caixa foi condenada ao pagamento da sétima e oitava horas como extras. Já o Tribunal do Trabalho cearense (7ª Região) entendeu que o trabalhador não tinha direito às horas extras, pois desempenhava função de confiança e optara pela jornada de oito horas com recebimento de gratificação.

A decisão foi modificada, mais uma vez, na Quinta Turma do TST. O colegiado concluiu que o empregado tinha direito às horas extras, pelo fato de prestar suporte técnico na realização de operações bancárias, e não possuir poderes de mando ou gestão. Para o colegiado, a simples nomenclatura do cargo não é suficiente para configurar o exercício de função de confiança de que trata o artigo 224, §2º, da CLT e, desse modo, afastar o direito do trabalhador às horas extras.

Nos embargos à SDI-1, a Caixa alegou que as horas extras deveriam ser apuradas com base na gratificação de seis horas e que deveria ser devolvida a diferença entre o valor da comissão paga pela jornada de oito horas, por um lado, e o valor da comissão devida pela jornada de seis horas, por outro. Sustentou ainda que houve má aplicação da Súmula nº 109 do TST ao caso, tendo em vista que o verbete dispõe que o bancário não enquadrado no artigo 224, §2º, da CLT, que recebe gratificação de função, não pode ter o salário relativo a horas extras compensado com o valor daquela vantagem.

E de acordo com o ministro Horário Pires, a empresa tinha razão, porque as horas extras devidas ao empregado devem ser calculadas com base no valor previsto no plano de cargos e salários para uma jornada de seis horas (na medida em que ficou provado o direito a essa duração de trabalho). Nessas condições, para impedir eventual enriquecimento ilícito do trabalhador, é necessária a dedução dos valores devidos com o que foi efetivamente pago a ele, considerando a diferença entre a gratificação prevista no plano para a jornada de oito horas e a estipulada para a de seis horas.

Durante o julgamento, ficaram vencidos os ministros Renato de Lacerda Paiva, Rosa Maria Weber, Augusto César Leite de Carvalho, Lelio Bentes Corrêa e Aloysio Corrêa da Veiga, e com ressalva de entendimento, quanto à compensação, o ministro José Roberto Freire Pimenta. Venceu a tese do relator no sentido da compensação dos valores recebidos com os devidos, na forma da OJ nº 70 da SDI-1. (E-ED-RR-189300-10.2004.5.07.0005).

Fonte: TST



17/setembro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL COBRA MENOS PARA INVESTIR NA PETROBRAS

Na oferta pública da estatal, o fundo da Caixa Econômica Federal tem a menor taxa de administração entre os seis maiores bancos brasileiros

O fundo da Caixa Econômica Federal vai cobrar a menor taxa de administração de quem investir na oferta pública de ações da Petrobras. A taxa é de apenas 0,5% ao ano, contra 1,5% do Bradesco e do HSBC e 2% do Santander e do Banco do Brasil.

Procurado, o Itaú Unibanco afirmou que não pode divulgar informações relativas à oferta pública neste momento. O prospecto do fundo da instituição também não está acessível no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Os fundos mais baratos para investir na Petrobras

Fundo Taxa de administração
Caixa FIA Petrobras Pré-Sal 0,5% ao ano
Bradesco FIA Petrobras 2010 1,50%
HSBC FIA Petrobras 2 1,50%
Santander Petrobras OPA 2010 FIA 2%
BB FIA Petrobras 2 2%
Itaú Unibanco Não-informado

Fonte: bancos e CVM

Ao contrário do que deve estar pensando o investidor mais desconfiado, não é preciso temer nesse caso que o barato saia caro. Os fundos de ações que estão sendo lançados pelos bancos são classificados como "fundos passivos". Nesses produtos, o gestor não tem um grande poder de decisão. O estatuto da maioria dos fundos até permite que ele possa investir 20% do patrimônio líquido em títulos públicos e derivativos - enquanto os outros 80% obrigatoriamente ficam aplicados em ações da Petrobras. No entanto, na maioria das vezes, aplicações em títulos públicos funcionam apenas como caixa. E derivativos raramente são utilizados para que os investidores possam se proteger de eventuais quedas dos papéis.

Portanto, afirma William Eid Junior, professor do Centro de Estudos em Finanças da FGV, na hora de escolher um fundo passivo de ações, a melhor coisa a fazer é optar por aquele que cobra a menor taxa de administração. "As despesas e a política de gestão desses fundos são quase idênticas. Então é como escolher um fundo de renda fixa: o melhor é o que cobra a menor taxa", afirma. EXAME consultou a rentabilidade dos fundos de ações da Petrobras já existentes e constatou que os melhores resultados são mesmo obtidos por aqueles que cobram menos dos clientes. Neste ano, a melhor rentabilidade foi do Alfa 1 FGTS Petrobras (-22,09%), que cobra a menor taxa de administração (0,38% ao ano). Já o Dreyfus Brascan 3 FGTS Petrobras, cuja mordida é a maior da indústria (3% ao ano), acumula a perda mais representativa (-23,54%).

Burocracia
Quem se interessou em investir no fundo de ações da Caixa Econômica Federal para aumentar os ganhos terá, primeiro, de vencer a burocracia. Os maiores bancos exigem a abertura de uma conta corrente na instituição para onde serão enviados os recursos utilizados na compra das ações. Em geral, os documentos necessários para se tornar cliente são CPF, RG, comprovante de endereço e comprovante de renda. Com a conta já aberta, será necessário fazer a transferência para a Caixa do dinheiro que será utilizado na compra das ações. Além disso, é preciso assinar um termo de adesão à oferta pública - e se comprometer a não desistir de comprar as ações até a conclusão da operação.

Três bancos já divulgaram os prospectos de seus fundos de ações para a capitalização da Petrobras: Caixa Econômica Federal, Bradesco e Santander. Em geral, podem aderir pessoas físicas, clubes de investimento e também empresas. Os fundos estipularam a aplicação mínima de 200 e máxima de 300.000 reais na oferta pública. Nenhum cobrará dos cotistas taxa de performance nem de saída dos recursos. Cada pessoa física poderá participar de apenas um fundo na oferta pública. Se a reserva for feita em duas instituições diferentes, o segundo pedido será desconsiderado.

O gestor do fundo vai comprar ações preferenciais da Petrobras - que não dão direito a voto, mas têm prioridade no recebimento de dividendos. Esses papéis possuem uma liquidez bem maior que as ações ordinárias, com direito a voto. As pessoas que reservarem ações estarão sujeitas ao rateio válido para todos os investidores de varejo, já que, se a procura superar a oferta, os bancos coordenadores da operação terão de dividir os papéis de maneira a atender todos os compradores. Logo, alguém que reservar 100.000 reais em ações, por exemplo, acabará comprando um valor menor.

O resgate dos recursos investidos pode ser realizado quando o cliente desejar - não há carência. Depois que a oferta pública tiver sido concluída e outros clientes desejarem entrar no fundo, não haverá mais rateio nem teto para o investimento. A aplicação inicial, entretanto, sobe para 1.000 reais. Como em qualquer fundo de ações, o cotista pagará à Receita Federal 15% do lucro obtido na data do resgate a título de Imposto de Renda. Não há cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Os bancos alertam que os fundos de investimento que participarão da oferta pública da Petrobras são diferentes dos produtos antigos destinados à aplicação de recursos na estatal. Os nomes dos produtos, entretanto, ajudam a identificar qual é o fundo novo. No Bradesco, por exemplo, o cotista deve fazer o investimento por meio do FIA Petrobras 2010 - o FIA Petrobras não participa da operação. No BB, o fundo correto se chama FIA Petrobras 2 e, na Caixa, FIA Petrobras Pré-Sal. Todos esses fundos só aceitam aplicações diretas de recursos. Quem tiver a intenção de utilizar o FGTS na compra das ações precisa procurar fundos que tenham a sigla "FMP" no nome ou se informar no banco onde possui conta.

Via corretora
Outra forma de aplicar na oferta de ações da Petrobras é por meio de uma corretora. Nesse caso, é necessário ter ou abrir uma conta nessa instituição financeira e aprender a mexer no home broker - ordens de compra e venda pelo telefone costumam ser mais caras. Especialistas afirmam, entretanto, que a opção pela corretora só vale a pena para quem já investe via home broker ou para quem deseja aplicar volumes muito grandes de dinheiro nos papéis - como forma de diluir os custos de corretagem, os emolumentos cobrados pela BM&FBovespa e a taxa de custódia da CBLC. Em geral, investimentos de até 5.000 reais implicarão em despesas menores via fundos.

Além disso, quem optar pela corretora terá de fazer um investimento inicial mínimo de 1.000 reais - ao invés dos 200 reais exigidos pelos fundos.

Fonte: Exame, por João Sandrini



27/agosto/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA: DEFINIDO CALENDÁRIO DE NEGOCIAÇÃO ESPECÍFICA DA CAMPANHA SALARIAL 2010

Rodadas específicas serão realizadas na sequência das negociações gerais entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos

Foi dada a largada para as negociações específicas da campanha salarial 2010 na Caixa Econômica Federal. Calendário com este objetivo foi definido durante reunião entre o Comando Nacional dos Bancários e representantes da empresa, realizada nesta quarta-feira, dia 25 de agosto, em Brasília (DF).

Inicialmente, duas rodadas foram agendadas para as próximas semanas. O objetivo é realizá-las na sequência das negociações gerais entre o Comando Nacional e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Na Caixa, o primeiro encontro ficou marcado para o dia 3 de setembro e terá como foco os temas de saúde do trabalhador e condições de trabalho, podendo ainda entrar outras cláusulas da pauta de reivindicações específicas. O outro encontro ocorrerá no dia 10 de setembro, tendo como principal tema a discussão dos itens de isonomia de direitos entre novos e antigos empregados. Outras datas serão definidas de acordo com o andamento da campanha salarial deste ano.

O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e diretor de Administração e Finanças da Fenae, Jair Pedro Ferreira, avalia que a campanha salarial 2010 já está nas ruas, com o início das negociações tanto na mesa unificada com a Fenaban quanto no debate das questões específicas com a Caixa. E acrescenta: “Vamos precisar de muita mobilização e luta dos bancários para conseguirmos manter a trajetória de conquistas que marca a categoria nos últimos anos". A CEE/Caixa assessora o Comando Nacional dos Bancários nas negociações específicas com a Caixa.

Pendências
Na Caixa, a reunião tratou ainda de pontos pendentes da mesa de negociações permanentes. Um dos itens debatidos, na ocasião, foi a instalação dos comitês de prevenção de conflitos (combate ao assédio moral), conforme negociado na campanha salarial do ano passado. Os trabalhadores propuseram ao banco que os debates sejam encaminhados concomitantemente às discussões com a Fenaban. Para Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf/CUT, os dois programas têm algumas diferenças e, por isso, não dá para criar estruturas diferentes para o mesmo fim. Ele afirma ainda que a ideia é que o comitê combata o assédio moral, mas que também tenha o caráter de mediar conflitos no ambiente de trabalho.

Também esteve em pauta a promoção por merecimento no âmbito do novo Plano de Cargos e Salários (PCS). Esse, aliás, foi o ponto que os trabalhadores consideraram como negativo nessa discussão. Ocorre que, em negociação anterior, a Caixa havia dito que teria resposta até o fim de julho e, agora, já no fim de agosto, não trouxe nada. A representação dos empregados considera essa situação lamentável, até porque o fato de não ter sido realizada ainda a promoção relativa ao segundo ano da implantação do PCS coloca em risco a própria credibilidade do plano. Diz Plínio Pavão: “Estamos no segundo semestre de 2010 e a avaliação deve ser feita em relação a 2009, o que pode prejudicar o processo". Em resposta a essa cobrança, a Caixa disse estar trabalhando para resolver o problema.

A Caixa também manteve seu posicionamento intransigente em relação aos empregados que se encontram no REG/Replan não-saldado, voltando a insistir que esse grupo de bancários permanece impedido de migrar para o Plano de Funções Gratificadas (PFG). Sobre esse assunto, Jair Pedro Ferreira considera descabida a discriminação imposta a esses trabalhadores, em função de seu plano de previdência complementar.

Foi exigido ainda o cumprimento da alta programada, por parte da Caixa. A empresa vem retirando a função do empregado quando este retorna ao trabalho após afastamento por doença. A representação dos empregados afirmou não poder admitir esse tipo de postura de uma empresa que se diz séria.

Fonte: FENAE



19/agosto/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL FAZ MUDANÇAS NO PFG

Reg/Replan ainda é discriminado quanto ao saldamento, mas Caixa atende as reivindicações do Sindicato sobre as substituições e tempo de experiência.

O Sindicato levou as reclamações a diretoria do banco, em mesa de negociação em São Paulo e a Direção da Caixa fez algumas correções em problemas criados com a implantação do Plano de Funções Gratificadas (PFC), mas a discriminação em relação ao saldamento do Reg/Replan ainda continua. As novas regras foram divulgadas na última quinta-feira (12) e abriram a possibilidade de substituição de funções gratificadas àqueles que optaram por continuar no antingo PFC, o que antes não era possível. As regras mantêm, no entanto, a restrição aos empregados que não atendam às condições de adequação ao PFG, o que exclui os trabalhadores que estão no Reg/Replan não-saldado.

Outra mudança se refere à possibilidade de aproveitamento da experiência do empregado que optou por permanecer no antigo PCC quando ele participar de um Processo de Seleção Interno (PSI). Na versão original do novo plano, os bancários que fizessem essa opção competiam em desigualdade com os trabalhadores que decidiram migrar para o PFG, uma vez que a experiência que acumulavam não contava para a seleção.

Outras mudanças têm relação com o Adicional Pessoal Provisório de Adequação ao PFG (APPA). O valor do adicional não estará mais sujeito a alterações por conta de variações nos valores das rubricas que compõem a remuneração do cargo efetivo do empregado. Fica também mantido o APPA na lateralidade, ou seja, nos casos de dispensa e designação simultânea para função gratificada de mesmo nível remuneratório.

Fonte: Feeb SP



13/agosto/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ANUNCIA MUDANÇAS REIVINDICADAS PELAS REPRESENTAÇÕES DOS EMPREGADOS NAS SUBSTITUIÇÕES

Os empregados que optaram por permanecer no PCC vão poder, sim, substituir funções gratificadas. Essa possibilidade havia sido descartada da versão original do PFG e foi agora admitida pela empresa em atendimento a reivindicação feita pelas representações dos empregados.

A Circular Eletrônica que trata do assunto foi divulgada pela Caixa nesta quinta-feira, dia 12 de agosto.

O direito à substituição é assegurado aos empregados que, embora continuem no PCC, atendem as condições de adequação ao PFG. Para os que estão em situação diferente, caso dos participantes do REG/Replan não-saldado da Funcef, é mantida a restrição original relativa à substituição. A CEE/Caixa condena a continuidade dessa discriminação.

A circular da Caixa traz ainda modificações no tocante ao Adicional Pessoal Provisório de Adequação ao PFG (APPA). O valor do adicional não estará mais sujeito a alterações por conta de variações nos valores das rubricas que compõem a remuneração do cargo efetivo do empregado.

Fica também mantido o APPA na lateralidade, ou seja, nos casos de dispensa e designação simultânea para função gratificada de mesmo nível remuneratório.

Confira a íntegra da CE SURSE 099/10 na seção CEE/Caixa do portal da Fenae, em Assuntos em discussão.

Fonte: FENAE



13/agosto/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ECONÔMICA REPORTA LUCRO 26,1% MAIOR NO TRIMESTRE

A Caixa Econômica Federal informou nesta quinta-feira que fechou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 890 milhões, o que representa um avanço de 26,1% em relação ao obtido em igual etapa de 2009.

Em nota oficial, o banco estatal explicou que a maior responsável por essa performance foi o crescimento de 50,3% de sua carteira de crédito em 12 meses, para R$ 149,15 bilhões no final de junho.

O destaque foi o setor de habitação, responsável por mais de metade da carteira total, que avançou 58% em 1 ano, para R$ 86,9 bilhões. Com isso, a participação da Caixa em financiamento imobiliário chegou a 75,9% do mercado, um aumento de 3,4 pontos percentuais sobre junho de 2009.

Os empréstimos para pessoas físicas atingiram R$ 24,9 bilhões, valor 35,4% maior, enquanto os financiamentos para empresas chegaram a R$ 27 bilhões, uma alta de 47,4%.

O banco registrou no trimestre um leve aumento do nível de inadimplência, medida pelo saldo de operações vencidas com prazo superior a 90 dias. De março a junho, o índice subiu de 2,2% para 2,3%, mas ficou abaixo dos 2,6% de junho do ano passado.

As despesas com provisões para perdas com calotes foram de R$ 1,21 bilhão, ante R$ 1,29 bilhão do trimestre imediatamente anterior, mas bem acima dos R$ 868 milhões do segundo trimestre de 2009.

O retorno sobre patrimônio líquido médio no trimestre alcançou 27,9%, contra 23,1% na comparação anual. Os ativos totais da instituição subiram 17,55% desde junho do ano passado, para R4 380,47 bilhões.

Fonte: Site Terra



06/agosto/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA DOBRA VALOR FINANCIADO PARA COMPRA DA CASA PRÓPRIA
NOS SETE MESES DO ANO

A Caixa Econômica Federal financiou, de janeiro a julho, 651.157 contratos para compra da casa própria, no valor de R$ 40,1 bilhões, conforme revelou ontem 5 a presidente da instituição, Maria Fernanda Ramos Coelho.

O volume de recursos aplicados até 30 de julho equivale a 85% dos R$ 47,05 bilhões investidos em todo o ano de 2009 e indica crescimento de 104% na comparação com os financiamentos habitacionais aprovados pela Caixa em igual período do ano passado.

Segundo a presidente da Caixa, os números do financiamento da casa própria têm aumentado a cada ano. "Estamos contratando 4,5 mil unidades por dia, com volume médio diário de R$ 275 milhões. A Caixa se preparou muito para esse momento e está tendo o resultado desse investimento. Oferecemos os melhores prazos, taxas e o melhor atendimento. Com isso, aproximamos o cliente de uma nova realidade do setor imobiliário".

Do total emprestado, R$ 17,8 bilhões são provenientes de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e R$ 17,4 bilhões vieram do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os restantes R$ 4,9 bilhões são originários de outras fontes de financiamento para famílias de baixa renda, como os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), investidos a fundo perdido no programa Minha Casa Minha Vida.

A Caixa financiou 578.362 unidades habitacionais desde a criação do Minha Casa Minha Vida, em abril do ano passado, com financiamentos de R$ 16,5 bilhões, e já entregou 137.010 moradias. Há 79 mil unidades financiadas com o imóvel na planta, que estão em fase de acabamento para entrega imediata.

Fonte: Agência Brasil



29/julho/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

USO DO FGTS PARA HABITAÇÃO BATE RECORDE, INFORMA A CAIXA

O uso do FGTS para compra ou reforma da casa própria bateu recorde e superou, pela primeira vez na história, os saques motivados pela aposentadoria de trabalhadores.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, foram sacados R$ 3,3 bilhões para aquisição, construção, amortização e redução de prestações no primeiro semestre de 2010, 26% a mais do que no mesmo período de 2009.

Esse valor representa 14% do total de saques, acima dos 13% referentes a trabalhadores que se aposentaram e retiraram seu dinheiro do Fundo.

A demissão sem justa causa ainda responde pela maioria dos saques (64%), seguida pela habitação e aposentadorias.

O FGTS também pode ser sacado em caso de doença grave, morte do trabalhador, extinção da empresa, entre outros motivos, que representam cerca de 9% das retiradas.

A maior redução percentual no semestre se refere aos saques por calamidade (-80%). Houve aumento no valor de retiradas em 2009 por causa das chuvas em Santa Catarina, que superou o pagamento nas tragédias registradas neste ano.

EMPREGO

Devido ao aumento do emprego formal, no entanto, os saques por demissão caíram em relação ao ano passado e puxaram o total de retiradas para baixo (-4%). O aumento nas contratações ainda melhorou em 10% a arrecadação.

Também foram registrados, em junho, números recordes de empresas contribuindo (2,8 milhões) e de trabalhadores com o benefício depositado em suas contas (32,5 milhões).

Com esses resultados, a arrecadação do FGTS superou os saques em R$ 5,9 bilhões no semestre. O valor é recorde e equivale praticamente ao mesmo que foi aplicado pelo Fundo no programa Minha Casa, Minha Vida no período.

O número do semestre representa ainda 85% do resultado do Fundo em 2009. Isso levou a Caixa a projetar para o ano uma arrecadação líquida recorde de R$ 11 bilhões.

INVESTIMENTOS

O Orçamento do Fundo para investimentos chegou a R$ 64 bilhões. No primeiro semestre, foram liberados R$ 37,4 bilhões do FGTS. Cerca de 65% dos recursos se referem a saques. O restante foi direcionado a investimentos em habitação, saneamento e infraestrutura, entre outros.

Cerca de 82% dos recursos do Fundo para a casa própria estão sendo utilizados para financiar famílias com renda de até cinco salários mínimos.

"O FGTS tem sido utilizado para financiar famílias com menor renda, onde se concentra o deficit habitacional", disse o vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Wellington Moreira Franco.

A Caixa informou também que analisa parceiras e até a compra de participação em três empresas estaduais de saneamento por meio do Fundo de Investimento FGTS, no Mato Grosso do Sul, Maranhão e Pará. Estão sendo realizados auditorias e planos de recuperação para essas companhias, que ainda dependem de negociações.

Fonte: Folha de S. Paulo, por Eduardo Cucolo



23/julho/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

GOVERNO DEVE BATER META PARA BAIXA RENDA NO "MINHA CASA"
ATÉ SETEMBRO

A Caixa Econômica Federal deve parar de contratar projetos de construtoras dentro do programa Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda de até R$ 1.395 em setembro. No final de agosto ou no início do mês seguinte, a meta de 400 mil moradias estipulada pelo governo federal já deve ter sido atingida, segundo o vice-presidente de Governo do banco, Jorge Hereda.

Até junho, já foram contratadas 256,3 mil unidades, atingindo 64% do limite para essa faixa. A Caixa, no entanto, recebeu 539,6 mil propostas, ou seja 135% da meta. O excedente será contratado no próximo ano, segundo Hereda, já sob os novos valores do programa federal, que estão sendo discutidos pelo governo para o Minha Casa, Minha Vida 2.

Outra opção para as construtoras é reformular a proposta para enquadrá-la na faixa de renda que vai até R$ 2.790, que está mais longe de alcançar a meta de 55% das 400 mil moradias previstas.

Atualmente, os imóveis para famílias com renda até R$ 1.395 devem custar, no máximo, R$ 52 mil, o que é considerado baixo pelas construtoras nas grandes cidades devido à valorização dos terrenos. "É óbvio que vai ter reajuste. Mas vivemos num país em que não se pode falar em indexação. Vamos ficar atentos para que o programa não se inviabilize", disse, sem arriscar futuros limites.

Para este ano, não há possibilidade de elevação. A divisão por faixa de salários mínimos continua tendo como base o piso (R$ 465) na época do lançamento do programa, beneficiando famílias com renda mensal de até R$ 4.650.

Nem a vinculação ao salário mínimo está garantida, de acordo com Hereda. "Estamos discutindo como transformar o Minha Casa, Minha Vida em um programa perene."

Para ele, reajustes do programa "a todo momento" não resolveriam o problema da valorização imobiliária. "Isso iria colocar mais lenha na fogueira", afirmou.

Ao todo, o programa teve 543 mil contratos assinados até junho. Até a semana passada, o número subiu para 551 mil, pouco mais da metade da meta de um milhão de unidades, que deve ser batida até o final deste ano. A Caixa recebeu cerca de 950 mil propostas para análise.

Para famílias com renda mensal entre R$ 2.790 e R$ 4.650, a meta de 200 mil moradias pode ser ultrapassada, segundo Hereda, já que não há subsídio federal para essa faixa. "Para zero a três [salários mínimos da época do lançamento] é mais difícil porque o subsídio é na veia", completou, referindo-se aos recursos provenientes do Orçamento Geral da União.

Fonte: Folha de S. Paulo, por Tatiana Resende



08/julho/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA CAPTA R$ 4 BILHÕES EM JUNHO

A Caixa Econômica Federal (CEF) informou ontem que registrou captação líquida de R$ 4 bilhões em caderneta de poupança no primeiro semestre de 2010. No mês passado, a captação atingiu R$ 1,5 bilhão, o dobro do registrado em junho de 2009.

Com isso, a Caixa atingiu o valor de R$ 116 bilhões em depósitos na caderneta e um estoque de mais de 39 milhões de contas ativas. O banco é líder no segmento, com 34% de participação de mercado. No mês passado, segundo dados do Banco Central (BC), a poupança registrou captação líquida de R$ 4,178 bilhões, levando o ingresso de recursos recebido no ano a R$ 12,2 bilhões.

A Caixa destacou que, na comparação com junho de 2009, as regiões Norte e Nordeste se destacaram, com captação em torno de 61% a mais que no mês passado, "o que reflete o crescimento da capacidade de poupança da população dessas regiões."

O banco informou ainda o desempenho apresentado pelos estados de São Paulo e Minas Gerais no total captado pela instituição no mês passado. O ingresso de recursos desses dois estados em junho representou 32% e 14,3%, respectivamente.

De acordo com pesquisas realizadas pela Caixa, mais de três milhões de contas são de poupadores com até 21 anos. Essa modalidade de investimento é, na maioria das vezes, o instrumento que promove o primeiro contato dessas pessoas com os serviços bancários, acompanhando sua vida financeira por vários anos.

"A poupança da Caixa é a aplicação mais tradicional e popular do mercado, pois oferece segurança e liquidez, além da facilidade de acesso e simplicidade em suas regras", afirmou o vice-presidente de Pessoa Física, Fábio Lenza. "Por meio da poupança, o brasileiro tem a possibilidade de ver concretizados os seus sonhos, tais como a compra da casa própria, a garantia de educação futura para os filhos, a aquisição de outros bens, ou, simplesmente, resguardar-se de imprevistos", acrescentou ele.

Fonte: FENAE (Folha news)



01/julho/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA IMPLEMENTA NOVO PFG NESTA QUINTA E
SUSPENDE A REESTRUTURAÇÃO

A Caixa Econômica Federal irá implementar nesta quinta-feira, dia 1º de julho, o novo Plano de Funções Gratificadas (PFG). O anúncio foi feito pelo banco à Contraf-CUT durante negociação realizada nesta quarta, dia 30, em Brasília, quando a Caixa apresentou os principais pontos aos representantes dos trabalhadores. O banco também informou que irá suspender o processo de reestruturação, atendendo a reivindicação dos trabalhadores.

Os empregados serão transferidos automaticamente para o novo plano. A mudança passa a valer já nesta quinta, mas as adequações operacionais necessários serão realizadas até o dia 12 de julho. Por isso, a situação dos bancários nos sistemas da Caixa permanecerá a mesma até essa data.

A Caixa colocará no ar nesta quinta um hotsite com todas as informações sobre a mudança. Neles, os bancários poderão consultar sua situação na nova estrutura.

A Caixa destacou que não haverá redução salarial na transição para a nova estrutura, conforme acertado em mesa de negociação na campanha salarial de 2009. Nos casos em que a remuneração base da função no PFG seja menor que no PCC, o bancário receberá uma verba chamada Adicional Pessoal Provisório de Ajuste ao PFG (APPA) para complementar o rendimento. O empregado terá direito à APPA enquanto permanecer na função, perdendo o direito se deixar de exercê-la, seja por vir a ocupar uma outra função ou se for destituído, ficando sem função, por qualquer razão.

Os empregados que não saldaram o Reg/Replan ou que optaram por permanecer na tabela antiga do Plano de Cargos e Salários (PCS) não serão transferidos para o novo PFG e não poderão mudar essa situação posteriormente. "A opção deixa clara a discriminação do banco a esses cerca de 2.500 trabalhadores, o que é inaceitável", critica Jair Ferreira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).

Há uma outra exceção à transferência automática nos casos em que o empregado ocupe hoje um cargo em jornada de 8h e que no PFG a função equivalente seja de 6h, ou o contrário, um empregado que tenha hoje jornada de 6h e a função equivalente no PFG seja de 8h. Esse é o caso do Técnico de Operações de Retaguarda (TOR), cuja função equivalente será de Tesoureiro Executivo, com jornada de 8h.

Nesses casos, os trabalhadores poderão optar por migrar para a nova estrutura ou permanecer no atual Plano de Cargos Comissionados (PCC) continuará existindo, mas em processo de extinção. No entanto, quem optar pela segunda opção não terá movimentação de carreira enquanto permanecer no cargo. Esses empregados poderão a qualquer momento solicitar sua transferência para no PFG, nas mesmas condições, desde que aceitem a mudança de jornada. Eles poderão também participar de Processos de Seleção interna (PSI) para outras funções, a qualquer momento.

O novo PFG também extingue os mercado A, B e C da rede de unidades e as filiais 1 e 2. Será introduzido o conceito de porte, classificando-se as unidades de negócios em seis níveis. Os valores correspondentes às funções e porte da unidade serão acrescidos ao piso da função. As filiais serão classificadas de 1 a 4, seguindo a mesma lógica.

Avaliação

Na avaliação da Contraf-CUT, o novo Plano de Funções Gratificadas (PFG) apresentado pela Caixa traz avanços importantes em relação ao atual Plano de Cargos Comissionados (PCC). A valorização das funções, reivindicada pelos bancários, fica clara quando se considera a redução média de 45,42% no Complemento Temporário Variável de Ajuste de Mercado (CTVA). "Não atingiu a reivindicação dos bancários, mas é um avanço em relação à situação atual", avalia Jair.

Criado em 1998, o atual PCC foi repudiado desde o início pelo movimento sindical bancário. "O plano veio com o objetivo claro de facilitar a privatização do banco. A intenção era flexibilizar salários e segmentar os empregados. Mesmo do ponto de vista da gestão, ele trouxe vários problemas para a Caixa. O PFG corrige diversos problemas", avalia.

No entanto, os bancários consideram que o novo plano traz também problemas fundamentais que inviabilizariam a assinatura de um acordo. Os principais dizem respeito à jornada de trabalho. O PFG prevê a redução de jornada com redução proporcional de salário, o que vai contra a reivindicação dos trabalhadores. Além disso, o banco manteve diversas funções com jornada de oito horas.

"Muito grave também é a criação de funções com jornada indefinida, o que não existia antes na Caixa. Esses trabalhadores, principalmente gestores de unidades, ficarão tempo integral à disposição da empresa, sem sequer receber hora extra, o que somos contrários evidentemente", diz Jair.

Além disso, o banco insiste com a discriminação aos trabalhadores que optaram por permanecer no Reg/Replan não saldado e àqueles que não migraram para a nova tabela do Plano de Cargos e Salários, implementada em 2008.

Dessa forma, a Contraf-CUT não irá assinar acordo com a Caixa a respeito do novo PFG, que será implementado como ato unilateral do banco. O movimento sindical continuará lutando pelos pontos acima citados e realizará as ações que considerar cabíveis nesse sentido.

Reestruturação

Mais uma vez os representantes dos empregados criticaram a reestruturação, enfatizando a insegurança gerada pela forma como a Caixa a tem conduzido. A Caixa anunciou o adiamento da implementação do processo, cujo prazo final para conclusão seria na data de hoje.

A empresa afirmou que, com a implantação do PFG, as unidades permanecerão funcionando normalmente, garantindo a migração dos empregados do PCC para o PFG nas áreas que serão reestruturadas até a conclusão do processo.

O banco afirmou ainda que estão sendo implantadas coordenações regionais, por Gipes, para ajudar na realocação dos empregados das áreas reestruturadas e determinou a suspensão dos PSI, até que o processo seja concluído, com o objetivo de aproveitar os empregados que perderem as funções. A finalização do processo, segundo a Caixa, acontecerá nos próximos dois meses.

O banco apresentou ainda uma solução para a questão da extinção das RET-PV, que causava grande preocupação aos trabalhadores. Os bancários que hoje ocupam cargos nestes setores serão incorporados nas próprias agências, sem redução de salário. Os técnicos de operações de retaguarda (TOR) migrarão para o PFG no cargo de tesoureiro executivo e os gerentes passarão a ser supervisores de atendimento, com o recebimento da APPA, para não ter redução de salário.

Outros temas

Promoção por merecimento - Os bancários cobraram ainda da empresa a definição do processo de promoção por merecimento, prevista nas regras do PCS de 2008. A Caixa disse que pretende definir a situação ainda no mês de julho e que trará uma resposta na próxima negociação, em data a ser definida.

Combate ao assédio moral - O banco apresentou proposta de regimento para a atuação dos Comitês de Prevenção de Conflitos no Trabalho, órgãos conquistados na Campanha Nacional dos Bancários 2009 para combater o assédio moral na empresa. Serão criados cinco comitês, um para cada Suate. Os bancários avaliarão a minuta apresentada pela Caixa e trarão uma resposta na próxima reunião.

Contratações - Os bancários cobraram da Caixa informações sobre o processo de contratação de 5 mil novos bancários, compromisso assumido pelo banco na Campanha Nacional 2009. Os trabalhadores manifestaram preocupação quanto à possibilidade do banco não cumprir o prazo para as contratações, previsto para 31 de dezembro deste ano, por conta dos 2,6 mil empregados que deixaram a empresa no Programa de Apoio a Aposentadoria (PAA).

O banco informou que hoje emprega cerca de 81 mil empregados e já tem dotação distribuída para 84,7 mil, que estão em processo de contratação. Além disso, a empresa informou que os concursos públicos feitos no Brasil inteiro já estão homologados, não havendo impedimento para as contratações. O acordo prevê que a Caixa termine o ano com 87 mil bancários.

Cipas - Os bancários questionaram o banco sobre as eleições para as Cipas em todo o país, alertando que o calendário divulgado pela empresa não cumpriu os requisitos previstos na cláusula do acordo. O texto prevê divulgação do processo eleitoral com no mínimo 60 dias de antecedência, mas o banco deu apenas três dias.

A empresa informou que irá realizar levantamento nacional sobre as eleições. Nos locais que conseguiram realizar a eleição dentro do prazo, os cipeiros serão mantidos. Um novo prazo será divulgado para os locais de trabalho restantes.

Fonte: Contraf-CUT



15/junho/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

PLANO DE FUNÇÕES GRATIFICADAS

Gestores esperam implantação das propostas

As entidades representativas dos empregados e dos Gestores da CAIXA - FENAE e FENAG, apresentaram propostas à empresa para a implantação do novo PFG - Plano de Gratificadas que deve trazer valorização e ganhos à nossa categoria. Apesar de a CAIXA ter estabelecido a data de 30 de junho de 2010 como limite, ainda não vimos nenhuma movimentação.

A AGECEF/SP tem acompanhado o processo de discussão sobre o assunto e participado ativamente dos debates que originaram as propostas. No quadro ao lado, resumimos os principais pontos que os Gestores esperam ver implantados. Vamos continuar defendendo e reivindicando a implantação imediata do PFG.

Principais Reivindicações dos Gestores

1) Promoção unicamente através de Processo Seletivo Interno, um processo com regras claras e critérios objetivos que não seja apenas para validar a posição da área demandante.

2) Destituição de função, que seja efetuada por um colegiado de Gestores, após processo continuo de feed back.

3) Incorporação do CTVA, que ocorra gradualmente em cinco anos, a contar da implantação do novo PFG, na razão de 20% ao ano.

4) Encarreiramento horizontal, que as funções tenham níveis em número de até cinco.

5) Extinção dos mercados B e C

6) Para se manter competitiva e cumprir a missão social da empresa, como o principal agente de distribuição de políticas públicas do Governo Federal e incentivar a alocação de bons profissionais para regiões que atendam os interesses estratégicos da CAIXA, uma das ferramentas é ter uma política de remuneração adequada.

Fonte: Articulando Comunicação da Redação



10/junho/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

BANCÁRIOS DA CAIXA PREPARAM DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA A REESTRUTURAÇÃO

Por orientação do 26º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), realizado no período de 28 a 30 de maio, em São Paulo, os empregados da Caixa Econômica Federal realizam em 29 de junho um Dia Nacional de Luta contra a Reestruturação de filiais, processo em curso na empresa.

Nesta data, os sindicatos e as entidades associativas de todo o país promovem manifestações para cobrar da direção da Caixa valorização e respeito aos trabalhadores. Isso, aliás, é o que se espera de uma gestão que almeja transformar a Caixa na 'melhor empresa para se trabalhar'.

O movimento nacional dos empregados avalia que a intransigência e a falta de transparência por parte da empresa levam ao aumento da insegurança entre os trabalhadores das áreas afetadas. Em preparação ao Dia Nacional de Luta contra a Reestruturação, as entidades sindicais e associativas estão sendo orientadas a promover encontros, assembleias ou reuniões em locais de trabalho.

Essas atividades começam pelo estado de São Paulo. Será sábado, dia 12 de junho, quando a Apcef/SP e o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região realizam encontro estadual com os empregados da Caixa afetados pela reestruturação.

As inscrições para o evento devem ser feitas até o dia 10 de junho, próxima quinta-feira, pelo telefone (11) 3017-8315 ou pelo e-mail sindical@apcefsp.org.br. Em 11 de junho, porém, a Apcef e o Sindicato paulistas convocam os trabalhadores da empresa a usarem a cor preta, manifestando-se assim contra a reestruturação imposta pela direção da Caixa.

Fonte: FENAE



02/junho/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA REASSUME O QUARTO LUGAR EM RANKING DE FUNDOS DE INVESTIMENTOS

Sem realizar fusões, banco manteve crescimento acima do mercado

A Caixa Econômica Federal reassumiu o quarto lugar no ranking de fundos de investimentos promovido pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). O patrimônio líquido dos fundos de investimentos da CAIXA alcançou o valor de R$ 109,04 bilhões em abril de 2010 e 7,31% da participação no mercado. Esse resultado representa um crescimento de 10% comparado com outubro de 2009, quando a CAIXA tinha uma participação de 6,12% e R$ 98,56 bi em patrimônio.

O crescimento do patrimônio líquido da CAIXA na área foi sustentado pelo resultado dos próprios fundos de investimentos, sem fusões ou aquisições, e está acima do crescimento do mercado desde 2008. Nesse ano, a CAIXA cresceu 16,54%, enquanto a indústria teve retração de 2,56%. Em 2009, o mercado retomou o crescimento com o índice de 25,73%, enquanto a CAIXA cresceu 33,77% no período.

“A CAIXA sempre foi forte em fundos de renda fixa e de varejo. Nos últimos anos, o banco tem diversificado os seus tipos de fundos e de clientes”, afirma o vice-presidente de Gestão de Ativos de Terceiros da CAIXA, Bolívar Tarragó.

A atuação da CAIXA durante a crise, praticando taxas de juros menores e dando continuidade à irrigação do mercado com crédito, mais que dobrou a sua participação em segmentos como fundos exclusivos de grandes empresas. “Muitas empresas que não tinham relacionamento com a CAIXA, passaram a tê-lo. No período da crise, o banco atendeu o mercado com taxas adequadas e assim conseguiu ganhar espaço com as grandes empresas”, avalia o vice-presidente.

A meta da CAIXA para 2010 é captar R$ 10,3 bilhões em seus fundos de investimentos. No primeiro quadrimestre, o banco já atingiu 30% da meta. Para Tarragó, “o movimento da CAIXA em relação aos fundos está começando agora. Percebemos que temos muito potencial para crescer. Não precisamos abrir mão da captação de um produto, como poupança, para captar em outro produto, como fundo, pois os perfis dos clientes são diferentes”.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal



27/maio/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA E BANCO DO BRASIL FIRMAM A PRIMEIRA PARCERIA
PÚBLICO PRIVADA

Contrato possibilita o compartilhamento de infraestrutura em serviços de TI

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil assinam hoje (25), no Ministério da Fazenda, em Brasília (DF), a primeira Parceria Pública Privada (PPP) na modalidade administrativa do governo federal que envolverá a prestação de serviços de co-location – arrendamento da área em Datacenter da Cidade Digital, em Brasília. O objetivo do contrato é compartilhar infraestrutura física e oferecer mais serviços, assegurando a estabilidade dos sistemas.

Participam da solenidade a presidenta da Caixa, Maria Fernanda Coelho e o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine.

O investimento inicial no Datacenter será da ordem de R$ 262 milhões e será realizado integralmente pelas empresas GCE, Termoeste e BVA, vencedoras da concorrência. O Datacenter terá como finalidade aumentar sensivelmente a disponibilidade dos serviços de TI, assegurar a continuidade dos negócios, mesmo em casos de desastres, e dar aderência a normativos internacionais, como Basiléia II. O projeto será construído em uma área de 24 mil m², com espaço específico para os dois bancos e outro destinado às atividades de administração da infraestrutura predial, que ficará a cargo da contratada. O início das obras está previsto para o segundo semestre deste ano e o serviço de co-location deve ser entregue no início de 2012.

O valor total do projeto, incluindo a infraestrutura predial, manutenção e serviços condominiais, é de R$ 880 milhões, sendo R$ 660 milhões do Banco do Brasil e R$ 220 milhões da Caixa, a serem repostos num prazo de 15 anos. Ao final desse período, o Datacenter pertencerá 100% às duas instituições, proporcionalmente ao investimento de cada uma delas.

O co-location inclui toda a infraestrutura predial, consumo de energia elétrica, condicionamento de ar, cabeamento estruturado e serviços condominiais como limpeza, vigilância, portaria, recepção, operação e manutenção. Tem como vantagem a simplificação da gestão, o uso da agilidade e experiência do parceiro privado, sem necessidade de investimento inicial de elevados recursos por parte do Banco do Brasil e da CAIXA.

Datacenter será sustentável

O Datacenter foi projetado para maximizar o uso de energia. O layout interno racionaliza a demanda por refrigeração. O sistema de ar condicionado e o local serão equipados priorizando máquinas que demandem menos consumo de energia. O nível de permeabilização do solo será superior ao exigido pela legislação, que é de 35%. No caso do Datacenter, será de 65%.

Contará, ainda, com a utilização de geradores antipoluentes (limitação de emissão de fuligem), já com o silencioso industrial para redução de ruído e motor preparado para receber biodiesel (mistura de 20%). Utilizará também coberturas com sistema que reduz a carga térmica e o consumo de energia e, ainda, revestimento de fachada com laminado estrutural proveniente de manejo florestal.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal



21/maio/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA DOBRA VALOR MÁXIMO DOS EMPRÉSTIMOS DO PENHOR

A CAIXA dobrou o limite máximo do empréstimo de Penhor, de R$ 50 mil para R$ 100 mil. A medida visa contemplar os clientes que possuem bens de maior valor. Dessa maneira, joias em metais nobres, relógios e canetas de alta qualidade passam a ser passíveis de penhor.

As mulheres são as que mais utilizam o Penhor da CAIXA, representando 74% dos participantes. Entre elas, 55% estão na faixa etária dos 35 a 50 anos.

O Penhor de joias é usado na maioria das vezes para o pagamento de dívidas pessoais - 70% dos entrevistados -, sendo que 51% dos tomadores têm renda média mensal familiar entre cinco e 25 salários mínimos.

A atratividade do Penhor está na facilidade de acesso e na rapidez na contratação, já que não é preciso apresentar avalista e o dinheiro é liberado na hora. Há cobrança de juros e, em caso de inadimplência, o bem segue para leilão.

FENAG, com informações de matéria de Fernando Bortolin, da Agência Bom Dia.

Fonte: FENAG



12/maio/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

FEIRÃO DA CASA PRÓPRIA EM SP TERÁ QUASE 152 MIL IMÓVEIS

Evento ocorrerá de 13 a 16 de maio no Centro de Exposições Imigrantes. Há opções na capital, ABC e Baixada; confira lista de imóveis novos.

A sexta edição do Feirão da Casa Própria, que ocorre entre 13 e 16 de maio em São Paulo, terá quase 152 mil imóveis novos, usados e na planta, segundo a Caixa Econômica Federal, que realiza o evento.

Conforme a Caixa, são 51,4 mil imóveis novos e 100,4 mil imóveis usados. Há opções na capital paulista, no ABC paulista e na Baixada Santista - clique aqui para conferir a lista de empreendimentos novos. Juntos, todos os imóveis somam R$ 24,6 bilhões.

O financiamento pela Caixa, porém, só é garantido aos imóveis novos. Nesses casos, podem ser 100% financiados e o pagamento pode ocorrer em até 30 anos.

A Caixa espera 120 mil pessoas para o feirão durante os quatro dias e prevê que sejam fechados negócios no valor total de R$ 1,5 bilhão.

Segundo o banco, 114 construtoras vão levar ofertas de imóveis, além de imobiliárias. Haverá estandes de cartórios e da prefeitura, para questões de documentação. A Caixa terá uma agência no feirão para prestar informações sobre linhas de crédito e fazer simulação de financiamento. É possível obter informações também em agências fora do feirão e no site da Caixa.

Os imóveis podem ser financiados pelo Minha Casa, Minha Vida para pessoas com renda de até R$ 4.650. Para financiar por meio da Carta de Crédito FGTS, a renda não pode exceder R$ 4.900. Nos dois casos, o imóvel precisa estar avaliado em até R$ 130 mil para regiões metropolitanas.

Na Carta de Crédito SBPE não há limite de renda e nem de valor máximo do imóvel. Confira as opções abaixo.



Quem possui FGTS pode utilizar o saldo para reduzir o financiamento ou para compra total desde que o imóvel custe até R$ 500 mil. O comprador não pode ter outro imóvel na localidade onde resida ou trabalhe.

Os interessados em comprar imóveis no evento precisam levar documento de identidade, CPF, comprovante de residência e os três últimos holerites. Autônomos ou trabalhadores informais devem levar extratos bancários e fatura dos três últimos meses do cartão de crédito.

Serviço
Feirão da Casa Própria em São Paulo

Dias 13 e 14 de maio, das 10h às 21h
Dias 15 e 16 de maio, das 9h às 20h
Centro de Exposição Imigrantes - Pavilhão I e Espaço Gourmet
Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Jabaquara

Fonte: Site Globo - G1



30/abril/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA LANÇA EDITAL PARA CONSTRUÇÃO DE MORADIAS EM SP PELO MINHA CASA MINHA VIDA

Famílias com renda de até três salários mínimos serão beneficiadas

A Caixa Econômica Federal, por intermédio de sua Superintendência Regional Paulista, recebe, no período de 03 a 11 de maio, propostas de construtoras para a produção de empreendimentos habitacionais e/ou requalificação de unidades para uso residencial, em São Paulo e em Suzano, no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) do Governo Federal.

As habitações serão destinadas a famílias com renda de 0 a 3 salários mínimos.

Para as construções, foram destinados sete grupos de edifícios/terrenos localizados no centro da Capital, na Vila Monumento, em Interlagos e no município de Suzano. Os terrenos estão sendo transferidos para o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), mediante doação da Secretaria do Patrimônio da União (SPU).

De acordo com as regras do Minha Casa Minha Vida, o valor de cada unidade habitacional não poderá ultrapassar os R$ 52 mil para apartamento ou R$ 48 mil para casa. A expectativa de produção é de 400 unidades destinadas a famílias de baixa renda.

No dia 12 de maio, serão abertos os envelopes de manifestação de interesse e de documentação. Na mesma data, serão divulgadas a lista das empresas habilitadas e a classificação final, com base no melhor conceito de análise de risco de crédito.

A publicação de chamamento às construtoras pode ser visualizada no site da Caixa (www.caixa.gov.br), seção Portal de Compras, e o edital poderá ser solicitado por e-mail para o endereço eletrônico sr2573sp15@caixa.gov.br

SERVIÇO:

– Recebimento das propostas na Caixa Econômica Federal - Superintendência Regional Paulista: de 03 a 11 de maio de 2010 – das 9h às 19h, na Avenida Paulista, 1842 - 2° andar – Edifício Torre Sul - São Paulo-SP.

– Abertura dos envelopes de propostas e de documentação - divulgação das empresas selecionadas: 12 de maio de 2010, às 10h, na Gerência de Filial de Desenvolvimento Urbano – São Paulo, situada à Av. Paulista, 1.294, 11º andar, São Paulo-SP

Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal



23/abril/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

PENHORA DE JÓIAS DA CAIXA CRESCE QUASE 9% NO PRIMEIRO TRI

A Caixa emprestou R$ 1,42 bilhão nos primeiros três meses desse ano na linha de crédito que exige que os clientes deixem jóias como garantias. Esse volume é 8,8% maior que o movimentado no primeiro tri do ano passado.

Para emprestar tudo isso, o banco estatal fechou mais de 2,1 milhões de contratos. Só em São Paulo, doram 302 mil negociações, totalizando R$ 310 milhões em empréstimos. A Caixa disse por um comunicado que “nacionalmente, o destaque da operação foi a modalidade de Micropenhor, que se destina a pessoas com menor renda”. Só neste segmento, o crescimento da carteira foi de 32,6%, passando de R$ 250,3 milhões emprestados no primeiro tri de 2009, para R$ 331,3 milhões em 2010. Na quantidade de contratos, o aumento foi de 15,8%, passando de 738,9 mil para 855,7 mil contratos.

Para conseguir o crédito. É necessária a apresentação do RG, CPF e comprovante de residência, além dos bens que serão entregues no banco. Os prazos de contratação variam de 1 e 180 dias, à escolha do cliente. O limite mínimo é de R$ 50 e o máximo de R$ 50 mil por cliente. O empréstimo corresponde a 85% do valor de avaliação do bem e a taxa de juros é de 2,03% ao mês. No Micropenhor o empréstimo é limitado a R$ 1,5 mil, com taxa de juros de 1,7% ao mês e prazo para pagamento de até 180 dias, em múltiplos de 30 dias.

Fonte: www.estadao.com.br



13/abril/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CONTRAF/CUT E CAIXA AGENDAM NOVA RODADA DE NEGOCIAÇÕES PARA O DIA 15 DE ABRIL

Trabalhadores cobrarão esclarecimentos sobre o processo de reestruturação de filiais em curso na empresa. Outras pendências também serão negociadas

Nesta quinta-feira, dia 15 de abril, em Brasília (DF), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e a Caixa Econômica Federal retomam as rodadas da mesa permanente de negociações.

Na ocasião, a representação nacional dos trabalhadores cobrará esclarecimentos sobre o processo de reestruturação de filiais em curso na empresa. Como a possibilidade de fechamento de filiais tem trazido insegurança país afora, os empregados realizaram em 7 de abril, quarta-feira da semana passada, um Dia Nacional de Luta contra essa reestruturação.

Outro foco da negociação com a Caixa será o Plano de Cargos Comissionados (PCC), denominado pela empresa de Plano de Funções Gratificadas (PFG). A implantação do novo PCC esbarrou-se na intransigência da empresa, que manifesta unilateralmente a intenção de diminuir para seis horas com redução salarial a jornada de trabalho dos ocupantes de cargos técnicos e de assessoramento vinculados ao Plano de Cargos Comissionados de 1998.

Os trabalhadores também pretendem negociar com a empresa temas pendentes da pauta de reivindicações, como a definição dos critérios para as promoções por merecimento no âmbito do novo Plano de Cargos e Salários (PCS), entre outros itens.

Reunião do GT Saúde
Nos dias 13 e 14 de abril, também em Brasília, acontece nova reunião do GT Saúde, para a retomada das discussões sobre o Saúde Caixa. Nessa reunião, o banco ficou de apresentar os números relativos ao plano de saúde.

Com base nesses números, os empregados poderão prosseguir com o debate acerca das contas do Saúde Caixa, que tem apresentado sucessivos superávits nos últimos anos. O normativo relativo a acidente de trabalho, o RH 052, também está na pauta da reunião do GT Saúde.

Fonte: FENAE



07/abril/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

DIA NACIONAL DE LUTA PROTESTA CONTRA REESTRUTURAÇÃO
DA CAIXA NESTA QUARTA

Os empregados da Caixa Econômica Federal de todo o país estarão mobilizados nesta quarta-feira, 7, em um Dia Nacional de Luta contra a reestruturação em curso na empresa. Os trabalhadores protestam contra a intransigência e falta de transparência da direção do banco, que insiste em não divulgar as informações completas sobre o processo, aumentando a insegurança dos trabalhadores das áreas afetadas.

A atividade foi definida pela Contraf-CUT e Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) após a última reunião com o banco, realizada na sexta-feira, dia 26, em Brasília. Na ocasião, os bancários mais uma vez cobraram transparência da Caixa, mas o banco se limitou às informações já divulgadas na CI SURSE/SUAPE/SUDHU 012/10, consideradas insuficientes pelo movimento sindical.

"Os empregados vão para as ruas nessa quarta para pressionar o banco por transparência. O banco precisa mudar sua postura e abrir as informações sobre um processo que afeta diretamente a vida de tantos empregados", afirma Jair Ferreira, coordenador da CEE/Caixa.

Na semana passada, a Contraf-CUT e a Fenae divulgaram uma carta aberta aos empregados para ser distribuída no Dia Nacional de Luta. No texto, as entidades afirmam que em uma gestão que "almeja a meta de transformar a Caixa na 'melhor empresa para se trabalhar', era de se esperar respeito e valorização dos seus empregados".

> Clique aqui para acessar a carta aberta aos empregados.

Ofício

Nesta terça-feira, 6, a Contraf-CUT enviou ofício à presidenta da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, cobrando a suspensão do processo de reestruturação, além de esclarecimentos e discussões com os trabalhadores sobre o processo. O documento, assinado pelo presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, cobra "informações seguras de quais áreas estão incluídas na reestruturação, quando terá início, onde serão centralizados os processos, o que acontecerá com os empregados detentores de cargos, entre outras".

> Clique aqui para saber mais sobre o ofício enviado pela Contraf-CUT à Caixa

Fonte: Contraf-CUT



31/março/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA CULTURAL SÃO PAULO APRESENTA THE CACHORRO MANCO SHOW

A peça stand-up de Fábio Mendes, com atuação de Leandro Daniel Colombo, comemora 100 apresentações e o Prêmio APCA 2009 de Melhor Autor Teatral no centro da capital paulista.

A premiada peça “The Cachorro Manco Show”, um stand-up comedy de um cachorro manco, é sucesso de crítica e público. Foi encenada em diversas cidades brasileiras e até cruzou o oceano Atlântico para fazer os lisboetas rirem. Agora o espetáculo pode ser visto na Caixa Cultural São Paulo, no centro da capital paulista (Sé), de 7 a 11 de abril, com entrada franca.

Microfone em punho, um homem-cão tenta convencer a qualquer custo que merece ganhar abrigo e comida na casa de algum dono. O detalhe é que ele atravessa momentos históricos, tem um discurso afiado e inspira-se nos sermões do padre Antonio Vieira, que trazem à tona a reflexão sobre a relação luso-brasileira.

Carregado de um humor ácido, o espetáculo do jovem autor Fábio Mendes foi o grande vencedor do 2º Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia Antônio José da Silva. Centenas de textos concorreram a esse prêmio, realizado pela Funarte e pelo Instituto Camões, em torno da obra do padre Antônio Vieira e o vencedor teve, além do prêmio em dinheiro (15 mil euros), o texto editado em livro e o espetáculo financiado pelas duas instituições.

Sobre os artistas:

Fábio Mendes é roteirista e diretor. Vencedor de quatro prêmios de dramaturgia em teatro e cinema, estreia na direção em seu primeiro longa metragem, Flyer, em 2010.

Leandro Daniel Colombo, conhecido por seu trabalho na companhia Vigor Mortis, encarna esse homem-cão. Participou do seriado "Som & Fúria", de Fernando Meirelles. Em 2010 estreia no longa-metragem Vips – Histórias reais de um mentiroso, também pela O2 Filmes.

"Texto relevante. (...) Humor e crítica social que merecem atenção."
Barbara Heliodora, O GLOBO

"O humor é corrosivo como um ácido na sua reflexão sobre a condição humana e na denúncia da hipocrisia social, tão caras a Vieira (...) Uma perspectiva crua e realista e lúcida sobre a realidade, que a generosa e dedicada interpretação de Leandro Daniel Colombo transforma numa espécie de manifesto poético”.
Rui Monteiro, Time Out Lisbon

"Comovente, dolorosa e hilária reflexão sobre a condição humana (...), Leandro Daniel exibe notável domínio sobre seus já vastos recursos expressivos, além de uma capacidade de entrega realmente comovente".
Lionel Fischer

"Mendes demonstra segurança na manipulação de tantas citações e intenções críticas revelando ainda visão certeira para pinçar analogias e projetar tempos históricos (...). A atuação de Colombo é reveladora".
Maksen Luiz, Jornal do Brasil

SERVIÇO:
Espetáculo “The Cachorro Manco Show”
Datas: de 7 a 11 de Abril de 2010
Horário: De quarta-feira a domingo, às 19h
Local: CAIXA Cultural São Paulo - Praça da Sé, 111 – Grande Salão
Entrada: franca (os ingressos poderão ser retirados na bilheteria com uma hora de antecedência)
Capacidade: 100 lugares
Informações - Tel: (11) 3321-4400
Classificação etária: não recomendado para menores de 16 anos
Acesso para pessoas com necessidades especiais

Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal



26/março/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA VAI CRIAR SEGURADORA PARA VENDER PLANOS DE SAÚDE

A Caixa Econômica Federal vai entrar na área de saúde. O banco vai criar uma seguradora só para vender planos de saúde. A decisão foi tomada pelo conselho de administração da Caixa Seguros, a seguradora do banco público. No próximo dia 29, os acionistas realizam assembleia extraordinária para discutir a constituição da empresa.

O banco confirma a criação da empresa, mas não comenta a estratégia da nova seguradora enquanto o assunto não passar pela aprovação da assembleia. A Caixa Seguros será acionista dessa nova companhia que deve contar com parceiros privados. Segundo a assessoria de imprensa da seguradora, ainda não foram definidos os eventuais parceiros.

Só habitacional

Hoje, o seguro habitacional é o principal produto da Caixa Seguros, que domina mais de 70% desse mercado no País. Essas apólices são feitas em conjunto com o financiamento imobiliário e cobrem danos ao imóvel, morte e invalidez permanente do mutuário. Além do ramo habitacional, a seguradora da Caixa também vende produtos voltados para automóveis e residenciais.

A nova seguradora de saúde da Caixa vai concorrer com a Bradesco Saúde e a SulAmérica, as duas maiores na área. Também concorre com as operadoras de planos de saúde, como Medial e Amil. Nos últimos anos, as seguradoras pararam de vender planos para pessoas físicas, em razão dos prejuízos apurados nesse ramo, e se fixaram em seguros para o mercado corporativo, o que melhorou seus resultados. Já as operadoras continuam atendendo os dois segmentos.

Parceria com franceses

A Caixa Seguros é resultado de uma parceria da Caixa Econômica Federal com o grupo francês CNP Assurances, que detém 51,7% do capital da seguradora. A estratégia de ter um sócio privado é semelhante a do Banco do Brasil, que criou seguradoras para atuar em segmentos diferentes por meio de parcerias.

Na área de saúde, o BB tem parceria com a SulAmérica. Nesse modelo, o sócio tem a maior parte das ações justamente para criar uma seguradora privada, o que dá maior agilidade na contratação de funcionários e definição de planos.

A compra da Nossa Caixa, no fim de 2008, tornou a reestruturação da área de seguros do Banco do Brasil urgente. A Nossa Caixa tinha outros sócios na área de seguros.

Resultados

No ano passado, a Caixa Seguros registrou lucro líquido de R$ 759 milhões, 19% acima do resultado obtido em 2008.

O retorno sobre o patrimônio chegou a 45,4%, um dos mais altos do mercado de seguros. Os prêmios ganhos avançaram 25,6%, para R$ 1,5 bilhão. O resultado financeiro aumentou 33%, para R$ 299,5 milhões.

Fonte: Agência Estado



17/março/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA AMPLIA USO DO FGTS EM CONSÓRCIO IMOBILIÁRIO; VEJA REGRAS

A partir desta quinta (18), trabalhadores poderão utilizar o saldo da conta do FGTS para amortizar, liquidar e pagar parte das prestações dos consórcios imobiliários. Até então, o uso do FGTS neste segmento estava limitado à complementação da carta de crédito e composição do lance.

A jornalista Sophia Camargo explica aos leitores do R7 as vantagens e desvantagens do uso do FGTS nos consórcios imobiliários:

- O imóvel deve estar onde o trabalhador exerça ocupação principal ou resida há mais de um ano

- O trabalhador não pode ser proprietário de imóvel no local onde exerça ocupação principal, nem ser detentor de financiamento ativo do SFH – Sistema Financeiro da Habitação em qualquer parte do território nacional, na data de aquisição do imóvel;

- O imóvel e a cota de consórcio devem estar em nome do trabalhador titular da conta vinculada.

- O imóvel tem que ser residencial urbano e deve ter sido adquirido com os recursos da carta de crédito do consórcio.

- O valor avaliado para o imóvel, na data da aquisição, deve respeitar o limite estabelecido pelo Sistema Financeiro de Habitação

Fonte: Site R7



12/março/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

BANCOS NÃO REDUZEM JUROS; CAIXA TEM AS MENORES TAXAS

Os bancos ainda não reduziram as taxas de juros no empréstimo pessoal e no cheque especial, no início do mês de março. Pesquisa do Procon-SP em dez bancos, feita no dia 2, mostra que já é o terceiro mês sem alteração no cheque especial. A CAIXA pratica as menores taxas nas duas operações.

BANCOS NÃO REDUZEM JUROS, APONTA PROCON

Levantamento feito pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo (Procon-SP), órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado, mostra que as taxas de juros cobradas pelos bancos no empréstimo pessoal e no cheque especial se mantiveram inalteradas no início de março, na comparação com fevereiro.

A pesquisa inclui dez instituições financeiras: Banco do Brasil (BB), Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Safra, Santander e Unibanco.

O levantamento, feito dia 2, já é o quinto consecutivo sem indício de queda de juros nos empréstimos pessoais. No caso do cheque especial, é o terceiro mês sem alteração.

No empréstimo pessoal, a taxa média cobrada pelos bancos se manteve em 5,17% ao mês para os contratos de 12 meses, mesma taxa de fevereiro. A única alteração de taxa de um mês para outro foi a do Bradesco, que elevou os juros cobrados nas operações de empréstimo pessoal de 5,34% para 5,37% ao mês – acréscimo de 0,03 ponto porcentual.

A maior taxa cobrada para operações de empréstimo pessoal é do Itaú e do Unibanco – 5,86% ao mês. Na outra ponta está a Caixa, com 4,39%.

No cheque especial, a taxa média dos bancos pesquisados manteve-se em 8,79% ao mês. O Safra está no topo do ranking do Procon – 12,30% de juros ao mês. A Caixa é a que cobra a menor taxa também no cheque especial, com 4,39%.

Em janeiro, o Comitê de Política Monetária do Banco Central tomou a decisão de manter a taxa básica de juros (Selic) em 8,75% ao ano, patamar inalterado desde julho. A tendência, segundo os analistas, é de elevação da taxa Selic nos próximos meses, diante da perspectiva de elevação da taxa de inflação.

Fonte: FENAG



04/março/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA RECUPERA R$ 2,4 BILHÕES DE INADIMPLENTES EM 2009

A Caixa Econômica Federal (CEF) conseguiu recuperar, no ano passado, aproximadamente R$ 2,4 bilhões de clientes inadimplentes nas carteiras comercial e habitacional.

Segundo o banco público, o montante representa uma alta de 38% sobre os valores recuperados em 2008 a partir de liquidação e renegociação de dívidas.

A Caixa atribui o resultado a diversas modificações no modelo de cobrança, como a contratação de uma empresa especializada para realizar cobranças por telefone.

O chamado serviço de "telecobrança" passou a ser feito por uma equipe capacitada em realizar contatos e prestar atendimento aos clientes, afirma a instituição financeira.

"Muitas vezes o cliente precisa apenas ser lembrado para realizar o pagamento da prestação", afirma, em nota, o vice-presidente de pessoa física da Caixa, Fabio Lenza.

O banco diz ainda que prevê para este ano a implantação de uma nova ferramenta estatística para aprimorar ainda mais o processo de abordagem dos clientes em atraso, identificando o melhor canal e o momento mais propício para a cobrança.

Fonte: Valor Online, por Eduardo Laguna



18/Fevereiro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA OFERTARÁ R$ 1 BILHÃO PARA AS PEQUENAS EMPRESAS, EM 2010

A oferta de crédito em bancos públicos deve aumentar 30% neste ano, informa o veículo Em Questão, do governo federal. Segundo a publicação, serão desenvolvidos ou ampliados novos produtos e serviços para as pequenas empresas. A CAIXA ofertará R$ 1 bilhão para esse setor, de acordo com o informativo.

MICRO E PEQUENAS EMPRESAS VENDEM R$ 14,6 BI À UNIÃO

Em 2009, dos R$ 49,7 bilhões comprados em bens e serviços pelo governo federal, R$ 14,6 bilhões foram das micro e pequenas empresas. As compras superaram em mais de R$ 6 bilhões as de 2008, e a quantidade de fornecedores também cresceu de 185.488 para 210.327 empresas. Essa foi a maior participação desse segmento da economia desde 2002.

Segundo o balanço do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), as microempresas foram as maiores fornecedoras, com mais de R$ 9 bilhões. As pequenas forneceram R$ 5,5 bilhões. A maioria das aquisições aconteceu via pregão eletrônico, que movimentou R$ 20,4 bilhões, sendo mais de R$ 11,1 bilhões das micro e pequenas empresas. Nessa modalidade, os micros e pequenos negócios geraram uma economia de aproximadamente R$ 2,9 bilhões aos cofres públicos, maior do que os R$ 2,5 bilhões relativos às empresas de maior porte.

Os produtos mais procurados foram equipamentos de informática e softwares (14% do total adquirido); e 24% dos serviços foram de construção. Em relação a 2006, quando entrou em vigor a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, os R$ 14,6 bilhões de compras junto às micro e pequenas empresas representam 500% de aumento.

O capítulo quinto da lei ampliou as oportunidades ao setor, porque garantiu a exclusividade nas compras de até R$ 80 mil, preferência em caso de empate com uma de maior porte e a subcontratação por empresas maiores vencedoras de licitações públicas. Desde a regulamentação do capítulo, o governo federal comprou mais de R$ 33,1 bilhões das empresas de pequeno porte.

Para ampliar o conhecimento e a participação dessas empresas nas compras do governo, o Ministério do Planejamento e o Sebrae desenvolvem iniciativas como a capacitação de servidores e empresários; e a criação do Encontro Nacional de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Compras Governamentais (Fomenta).

Bancos públicos ofertam mais crédito ao setor A oferta de crédito em bancos públicos deve aumentar 30% neste ano. Para isso, um dos planos será o desenvolvimento de novas soluções e a ampliação das já existentes em produtos e serviços que atendam às necessidades das micros e pequenas empresas. Outra ação prevista é aumentar o foco nos Arranjos Produtivos Locais (APLs), que são agrupamentos regionalizados de micros e pequenos empresários por setor. Em 2010, por exemplo, a Caixa Econômica ofertará R$ 1 bilhão para as empresas de pequeno porte.

Até o terceiro trimestre de 2009, o Banco do Brasil disponibilizou R$ 1,2 bilhão para os APLs. Dentre os valores, R$ 733 milhões em empréstimos para capital de giro e R$ 189,7 milhões para investimentos. Já em setembro, o Banco do Brasil prestava atendimento a 15,57 mil empreendimentos.

Em 2010, a Caixa Econômica Federal pretende chegar a 10% sua participação no mercado de crédito em 2010, aumentando conforme aconteceu de 2008 para 2009, que subiu de 6,5 % para 8,9% respectivamente. No ano passado a Caixa contratou aproximadamente R$ 670 milhões em crédito com os pequenos empresários dos APLs, 97% acima de 2008. Atualmente a caixa tem convênios com 49 arranjos produtivos locais, englobando 257 municípios e 7.153 empresas.

Os bancos públicos ofereceram R$ 583 bilhões em crédito em 2009, ou seja, 41,4% dos R$ 125, 9 bilhões concedidos por todo o sistema financeiro (público e privado). As linhas mais utilizadas pelas micros e pequenas empresas, na faixa de R$ 100 mil, cresceram 11% em relação a 2008.

Fonte: FENAG



12/Fevereiro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CONTRAF-CUT RETOMA NEGOCIAÇÕES SOBRE JORNADA DE TRABALHO COM A CAIXA NO DIA 24

A Contraf-CUT e a Caixa Econômica Federal se encontram no próximo dia 24, às 11h, em Brasília, para nova rodada de negociações. Inicialmente marcada para o dia 10 de fevereiro, a reunião foi adiada a pedido do banco e representará a retomada das negociações permanentes, iniciadas no dia 22 de janeiro.

Entre os principais temas em discussão estarão a jornada de trabalho e os desdobramentos de conquistas da Campanha Salarial de 2009, como eleições para Cipas, saúde Caixa e comitês de combate ao assédio moral.

A reivindicação da representação nacional dos empregados é de jornada de seis horas para todos os bancários, sem redução salarial.

Na rodada do dia 22 de janeiro, a Contraf/CUT e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) denunciaram as más condições de trabalho nas agências e áreas-meio da empresa, provocadas principalmente pela falta de empregados nas unidades. A carência de mão-de-obra traz, em consequência, a extrapolação constante da jornada de trabalho.

Fonte: Contraf-CUT



02/fevereiro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA VAI RESSARCIR TRABALHADORES QUE SOFRERAM PERDAS
COM FGTS ANTES DE 1971

Trabalhadores que sofreram perdas pela mudança de cálculo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) na década de 1970 já podem preencher um termo de habilitação no site da Caixa Econômica Federal para ter direito ao crédito.

A partir do dia 12 de fevereiro, o banco depositará o dinheiro para os trabalhadores que optaram pelo FGTS antes de 23 de setembro de 1971 e que não tiveram a correção das taxas de juros referentes ao período.

“O crédito adicional é um direito dos trabalhadores já reconhecido pela Justiça e que agora está disponível para os que entraram ou não com ação judicial”, afirmou o vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias, Moreira Franco. É preciso desistir da ação para fazer acordo com a CEF.

Documentos e regras

Para preencher o termo, o trabalhador deve ter documento de identificação (com data de nascimento e assinatura), cópia da carteira de trabalho (com número/série, qualificação civil, contrato de trabalho objeto de aplicação da taxa de juros progressiva) e declaração de opção retroativa ou cópia da página da carteira de trabalho em que conste a anotação de opção pelo FGTS com efeitos retroativos.

Além disso, deve possuir extrato da conta vinculada, em que se pleiteie o crédito adicional, que conste saldo em data igual ou posterior a 12 de novembro de 1979, na hipótese de conta vinculada não ter sido transferida pela CEF à época da centralização das contas.

Quando a habilitação for efetuada por dependentes é preciso cópia da certidão do INSS ou de órgão oficial pagador de pensão ou alvará judicial, que discrimine os dependentes e assinatura de todos os dependentes envolvidos.

A CEF esclarece que poderão se habilitar ao acordo os trabalhadores dependentes ou titulares que:


Tenham ou tiveram vínculo empregatício firmado antes de 23/09/1971,

Efetuaram opção com efeitos retroativos à data anterior a 23/09/1971;

Permaneceram no mesmo emprego, objeto do pleito, por mais de dois anos;

Não tenham sido beneficiados anteriormente pelo mesmo crédito por força de ação judicial e/ou pelos bancos depositários;

Não tenham sacado o saldo da conta vinculada até 12/11/1979;

Promovam o preenchimento e assinatura de termo de habilitação, na forma a ser estipulada pela CEF.

Entenda a situação

Até 1971, o fundo dos trabalhadores era corrigido progressivamente a taxas que variavam de 3% a 6% ao ano. Com novas regras, o FGTS passou a render 3% ao ano mais TR (taxa referencial) - calculada a partir da média da correção dos CDBs (Certificados de Depósitos Bancários).

A mudança fez os trabalhadores se sentirem lesados e, desde então, eles entram na Justiça reivindicando perdas. A CEF estima que existem 60 mil ações judiciais sobre o tema.

Como os trabalhadores estavam ganhando grande parte das ações, o governo resolveu partir para um acordo. Foi quando o Conselho Curador do FGTS publicou a resolução 608, de 27 de novembro do ano passado, dando direito ao recebimento do valor aos trabalhadores que se mantiveram empregados desde antes de 1971.

De acordo com a resolução, a CEF tem 90 dias para operacionalizar o acordo com os trabalhadores, prazo que termina neste mês. A conciliação começa com o preenchimento e entrega do termo já disponível.

Depois disso, se o trabalhador realmente tiver direito à correção, os valores serão creditados em sua conta vinculada ou de dependente da seguinte forma: R$ 380 (até 10 anos de vínculo ao FGTS), R$ 860 (de 11 a 20 anos), R$ 10 mil (de 21 a 30 anos), R$ 12,2 mil (de 31 a 40 anos) e R$ 17,8 mil (acima de 40 anos).

De acordo com o presidente do Instituto FGTS Fácil, Mario Avelino, aceitar a proposta do governo só vale a pena para quem recebia até três salários mínimos e para quem já teve prescrito o período para entrar com a ação na Justiça.

Fonte: Site Uol



22/Janeiro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

NEGOCIAÇÃO ENTRE CONTRAF-CUT E CAIXA NESTA SEXTA
DISCUTE JORNADA DE TRABALHO

A reunião de retomada das negociações da mesa permanente entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e a Caixa Econômica Federal será realizada nesta sexta-feira, dia 22 de janeiro, das 14h30 às 16h, em Brasília (DF), quando deverão ser discutidas as questões pertinentes à jornada de trabalho.

O encontro entre os representantes dos trabalhadores e da empresa está confirmado para o edifício-sede da Matriz I. Na ocasião, a Contraf/CUT - CEE/Caixa vai reafirmar o respeito à jornada de seis horas para todos os bancários, sem redução salarial. Essa reivindicação está sintonizada com a luta pela contratação de mais trabalhadores, ambas incorporadas às mobilizações das entidades associativas e sindicais.

Aliás, a luta por condições dignas de trabalho na Caixa foi aprovada no 25° Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef), ocorrido em Brasília no fim de abril do ano passado. Por reiteradas vezes, o movimento nacional dos empregados tem denunciado que as más condições de trabalho são frequentes nas agências e nas áreas-meio, provocadas principalmente pela falta de empregados nas unidades, que traz, em consequência, a extrapolação constante da jornada de trabalho.

Tanto nas agências quanto nas RetPVs, a falta de empregados é também sinônimo de pequena quantidade de caixas. Essa situação é recorrente em quase todas as unidades espalhadas pelo país, trazendo como consequências extrapolação constante da jornada de trabalho, não-realização da pausa de 10 minutos, filas enormes, demora no atendimento dos clientes, não-cumprimento da lei que limita a 15 minutos a espera, dificuldade de atendimento no período em que os empregados almoçam ou saem de férias.

Em algumas unidades, chama a atenção o abandono da área social. Sobretudo, porque faltam empregados nos guichês de caixas, no atendimento geral do FGTS e nas retaguardas. Frequentemente, nenhuma unidade opera com a Lotação Necessária de Pessoal (LNP), o que ocasiona baixa qualidade no atendimento ao cliente e excesso de trabalho. Muitos dos transtornos são provocados pela redução do número de caixas nos guichês. Além do mais, as filas e a demora no atendimento causam insatisfação nos clientes e prejuízo ao bom andamento do trabalho dos empregados.

No segmento de empregados, um dos maiores problemas se refere aos avaliadores de penhor, que atuam na área de saúde e exercem dupla função: as de caixas e as pertinentes ao penhor, o que é irregular. Cabe ao sistema de penhor cuidar dos trâmites dos contratos de penhor, processo hoje unificado em todo o país. É comum, porém, o sistema de penhor ficar inoperante, lento, travado... Isso quando não pára por completo durante o dia todo.

Há unidades que atuam com a lógica da venda casada de produtos, o que é um procedimento ilegal, passível de punição. Algumas, inclusive, chegam a condicionar a liberação do FGTS do trabalhador à compra de produtos. Muitos clientes e usuários são orientados a procurar as casas lotéricas para quitar dívidas com água, luz, telefone, sob a alegação de que a unidade que havia sido por ele procurada não pode mais realizar esse tipo de operação.

Uma das soluções para esse e outros problemas está na contratação de mais empregados, no treinamento adequado dos trabalhadores e na correção e atualização dos sistemas do banco.

Reunião da CEE/Caixa

Nesta sexta-feira, a partir das 10 horas, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) estará reunida na sede da Fenae, para preparar o encontro com a empresa.

Fonte: Contraf-CUT



12/Janeiro/2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

PRESIDENTE DA CAIXA DIZ QUE CRÉDITO HABITACIONAL QUASE DOBROU EM 2009

O crédito habitacional ofertado pela Caixa superou R$ 45 bilhões em 2009, segundo informou a presidente da instituição, Maria Fernanda Coelho. Em 2008, esse valor ficou em cerca de R$ 23 bilhões.

"Estamos fechando os números do crédito habitacional do ano passado, mas superamos a barreira dos R$ 45 bilhões. É um número muito significativo para a Caixa", disse ela à Agência Brasil, depois de participar de cerimônia de comemoração dos 149 anos do banco, com funcionários da instituição.

Segundo ela, para este ano a expectativa de crescimento é principalmente para o crédito habitacional. Maria Fernanda acrescentou que também está nos planos do banco novas aquisições.

"A Caixa foi consolidada em 2009. Fizemos a aquisição no fim do ano do banco PanAmericano e continuamos a estudar outros setores importantes para a Caixa nos quais a empresa possa se consolidar", disse. Ela acrescentou que esses "setores" ainda não estão definidos.

Em dezembro de 2009, a Caixa pagou R$ 739,2 milhões para adquirir parte do Banco PanAmericano. O banco estatal, por meio da Caixa Participações S.A. (Caixapar), adquiriu pouco mais de um terço do capital total da instituição financeira, mas compartilhará, em condições de igualdade, o poder com os administradores privados.

Fonte: Contraf-CUT



21/Dezembro/2009

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

PESQUISA DO BC MOSTRA QUE BANCO PÚBLICO COBRA JUROS MENORES

As pressões do governo federal sobre os bancos públicos para aumentar o crédito e reduzir os juros fizeram com que essas instituições passassem a cobrar, pela primeira vez em oito anos, taxas menores do que os bancos privados.

De acordo com o "Relatório de Economia Bancária e Crédito" do Banco Central, tradicionalmente os bancos públicos praticam taxas de juros e "spreads" superiores aos dos privados, apesar de captarem dinheiro mais barato e lucrarem menos com isso.

Segundo o BC, isso se deve ao perfil dos empréstimos dessas instituições, que têm um número maior de operações de pequeno valor, com custo administrativo unitário maior comparativamente ao dos bancos privados.

Em 2008, no entanto, o avanço dessas instituições no crédito fez com que essas contas se invertessem. No ano passado, pela primeira vez nesses oito anos (período em que a pesquisa é feita), o "spread" e o lucro dos bancos privados superaram os dos bancos públicos.

Essa política se aprofundou em 2009, inclusive com alterações no comando da maior instituição financeira do país, o Banco do Brasil, que ganhou um novo presidente e nova diretoria mais afinados com as diretrizes do seu controlador.

Segundo o BC, os dados mostram uma reação "mais moderada" dos bancos públicos frente à crise financeira internacional, em relação ao aumento dos juros, o que seguiu essa orientação do governo para manter o funcionamento da economia.

"Com essas respostas diferenciadas [à crise], os spreads praticados pelos bancos públicos se posicionaram em 2008, pela primeira vez no período 2001/2008, abaixo dos praticados pelos bancos privados", afirma o BC.

Apesar desses efeitos da crise sobre os bancos públicos, o lucro gerado pelo "spread" aumentou para todas as instituições, independentemente de o seu controlador ser privado ou público. Ou seja, mesmo cobrando menos, os bancos públicos encontraram espaço para aumentar os ganhos com crédito e não repassaram tudo o que poderiam ao consumidor.

Diante disso, o BC recomenda que se adotem políticas para ampliar a concorrência no setor, que registrou aumento na concentração no último ano. "A parcela atribuída ao item que tem entre seus componentes a margem de lucro se apresenta relevante, quer para bancos privados, quer para públicos. Políticas voltadas para fomentar a concorrência no segmento bancário potencialmente podem induzir uma redução dos "spreads'", diz o BC.

Fonte: Contraf-CUT



09/Dezembro/2009

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CONTRAF-CUT PROMOVE DIA 18 ENCONTRO NACIONAL DE DIRIGENTES
SINDICAIS DA CAIXA

A Contraf-CUT realizará no dia 18 de dezembro em sua sede, em São Paulo, um encontro nacional de dirigentes sindicais da Caixa Econômica Federal para discutir os temas que serão tratados na mesa de negociações permanentes com a empresa no próximo ano, com destaque para o PCC. O encontro, que também discutirá a jornada de trabalho e a organização do 26º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), está programado para o dia todo e será aberto aos dirigentes, liberados e não liberados.

Fonte: Contraf-CUT



09/Dezembro/2009

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA EMPRESTA R$ 2,4 BI PARA EMPRESAS DE TURISMO

Com investimento da ordem de R$ 7 bilhões desde 2003, banco atinge neste ano liderança entre as instituições oficiais

A Caixa Econômica Federal aplicou de janeiro a outubro deste ano, recursos da ordem de R$ 2,4 bilhões no setor de turismo, 110% a mais do que o investido no mesmo período do ano passado. O balanço da atuação da instituição no segmento será apresentado nesta terça-feira (08), durante a 27ª reunião do Conselho Nacional de Turismo, presidida pelo ministro do Turismo e presidente do Conselho, Luiz Eduardo Pereira Barretto Filho.

Hoje o banco é líder entre as instituições oficiais nos recursos destinados ao setor, respondendo até o mês de outubro, por 51,9% do total liberado. A média mensal de aplicações em 2009 tem sido de R$ 240 milhões. Desde 2003, a CAIXA já aplicou recursos superiores a R$ 7 bilhões em diversas linhas de crédito para o segmento.

Entre as operações, destaque para o Cartão Turismo CAIXA, que registrou aumento no valor utilizado de 17%, entre outubro de 2008 e de 2009. Na média, o valor utilizado pelos clientes é 11% superior, em comparação com os demais cartões. Desde sua criação, em dezembro de 2004, o cartão já teve mais de 1,4 milhão de unidades vendidas. Os clientes do cartão têm R$ 780 milhões em crédito disponíveis para gastar no setor.

Para utilizá-lo, é preciso recorrer a estabelecimentos do trade turístico. Atualmente, a rede de aceitação conta com agências de viagens, companhias aéreas, terrestres e marítimas, hotéis e pousadas, locadoras de veículos, parques temáticos, clube de férias, bares, restaurantes, museus e outros atrativos.

A CAIXA também é o agente financeiro do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) e do FAT Giro Setorial, linha com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que já aplicou desde o seu lançamento, em setembro, cerca de R$ 50 milhões, esgotando-se integralmente a primeira parcela liberada pelo Ministério do Trabalho.

O FAT Giro Setorial é uma linha de crédito, cujo valor máximo de financiamento é de R$ 5 milhões por empresa, com taxa de juro de 2,8% a.a. + TJLP. A carência é de até 18 meses. Em dezembro, a CAIXA trabalha com a 2ª parcela liberada pelo ministério, no valor de R$ 30 milhões.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal



03/Dezembro/2009

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ECONÔMICA PAGA R$ 739 MILHÕES POR 35% DO
BANCO PANAMERICANO

Após oito meses de negociação, a Caixa Econômica Federal fechou ontem, por R$ 739,27 milhões, a compra de 49% do capital votante do Banco PanAmericano. A operação envolve a aquisição de 20,69% das ações preferenciais do banco do grupo Silvio Santos, deixando a Caixa com 35,54% do capital total da instituição. Os detalhes foram antecipados pelo Valor em 26 de novembro. Foi o primeiro negócio realizado pela CaixaPar e a primeira aquisição, pela Caixa, de participação acionária de um banco de capital aberto.

O presidente da CaixaPar, Márcio Percival, informou ao Valor que foram firmados um acordo de acionistas para uma gestão compartilhada do banco, assim como um acordo operacional que define quais produtos financeiros serão vendidos em cada balcão. O princípio é de que não haverá exclusividade de vendas, mas esse acordo terá que ser pormenorizado.

O conselho de administração do banco será paritário e poderá ter 11 membros, quatro indicados pela Caixa, quatro pelo PanAmericano e três independentes, sendo um escolhido pelo banco federal, outro pelo banco do grupo Silvio Santos e um terceiro de comum acordo. A presidência do conselho será rotativa e o primeiro nome será de escolha da CaixaPar.

Haverá um comitê de planejamento também paritário, cuja função será acompanhar a política de crédito, de tesouraria e de captação de recursos. Esse comitê será um elo entre o banco e o conselho de administração, explicou Percival. Embora o controle ainda seja do grupo Silvio Santos, o comando das operações ficará a cargo do conselho.

Só serão submetidos ao conselho temas de consenso, dentro de uma lista de assuntos predefinidos, como reorganização societária, aquisição de instituições, orçamento e plano de negócios. A aquisição de fatia do banco, cuja carteira de crédito soma R$ 9,3 bilhões, dará à Caixa, que tem uma carteira de crédito na casa de R$ 40 bilhões, competitividade em alguns setores em que ela hoje não tem, como financiamento para compra de veículos, empréstimos consignados, operações de leasing e crédito direto ao consumidor.

A Caixa adotou política agressiva de expansão de crédito. Em doze meses até outubro a carteira de crédito do banco público cresceu quase 57% e, no ano, deverá apresentar aumento de 55%. Para 2010, a meta da instituição é crescer mais 30%.

Como a origem do PanAmericano é uma financeira, o banco tem larga experiência em crédito para pessoa física e financiamentos de varejo. Conta hoje com uma base de 2,5 milhões de clientes, em sua maioria de baixa renda, e 11,5 milhões de clientes de cartão de crédito.

Como o banco não tem rede de agências, vai trabalhar com a rede da Caixa, que pretende fidelizar essa clientela, correntista potencial do banco federal. Segundo Percival, o objetivo da Caixa em 2010, já consolidada essa parceria, é aumentar sua fatia no mercado.

" Existem boas oportunidades de negócios na distribuição de produtos, como conta corrente, cheque especial, cartões de crédito, sistema de cobrança, entre outros " , diz nota conjunta.

A sociedade " ampliará, ainda, a atuação da Caixa no segmento de crédito imobiliário, em que já responde por 74% do mercado, através da oferta desses produtos na base de clientes do PanAmericano " . Segundo a nota, a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, acredita que " aquisição reforça a estratégia de democratizar a oferta de crédito e o processo de bancarização " .

Segundo o presidente do grupo Silvio Santos, Luiz Sebastião Sandoval, o fato das duas instituições terem foco na baixa renda " cria uma sinergia muito grande, que irá facilitar a distribuição dos produtos de ambas as instituições " . " A operação aumenta a capilaridade dos empréstimos da Caixa junto às classes C, D e E " , afirmou Venilton Tadini, o diretor de banco de investimentos do Banco Fator, que assessorou a Caixa na transação.

O banco federal também contou com assessoria da empresa de auditoria KPMG e do escritório de advocacia Bocater, Camargo, Costa e Silva. O grupo Silvio Santos foi assessorado pela Previplan, do ex-presidente do Banco Central, Wadico Bucchi, e pelo escritório de advocacia Mattos Filho.

Fonte: Site Uol (Claudia Safatle | Valor)



26/Novembro/2009

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA DEVE ASSUMIR 37% DO CAPITAL TOTAL DO
PANAMERICANO POR R$ 750 MILHÕES

A Caixa Econômica Federal vai comprar 49% do capital votante do Banco PanAmericano, em operação que seguirá moldes semelhantes à associação entre Banco do Brasil e Banco Votorantim neste ano. Pelo negócio, a Caixa deverá pagar algo em torno de R$ 750 milhões ao grupo Silvio Santos. Segundo o Valor apurou, a Caixa também deve comprar parte das ações preferenciais (PN) pertencentes ao empresário.

O grupo Silvio Santos detém, por meio de três empresas, 100% do capital votante do banco e 41,3% das ações PN. A Caixa ficaria com metade dessa fatia, algo em torno de 20% das PNs do PanAmericano. No total, portanto, o banco federal assumiria cerca de 37,5% do capital total do Panamericano.

Os contratos ainda não foram assinados, mas a negociação está próxima do fim. A Caixa não tem ações em bolsa. As ações do banco do grupo Silvio Santos têm subido fortemente, em parte por conta dos rumores da compra. Em novembro, o papel acumula alta de 41,98% e, no ano, valorização de 283,21%. Ontem, a ação PN fechou a R$ 9,30, com alta de 1,08%.

Caixa e PanAmericano assinarão um acordo de acionistas para compartilhar a gestão do banco. No conselho de administração, o mais provável é que haja equilíbrio entre o número de representantes indicados por cada lado. Haverá também conselheiros independentes.

O maior atrativo do negócio para a Caixa é a atuação conjunta sobretudo nas áreas de financiamento para aquisição de veículos e empréstimos com consignação em folha de pagamento.

Fonte: Valor Econômico (Vanessa Adachi, Graziella Valenti e Alex Ribeiro)



26/Novembro/2009

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA NÃO APRESENTOU PROPOSTA COMPLETA PARA O PCC

Contrariando as expectativas a CAIXA não trouxe a proposta completa para o novo Plano de Cargos Comissionados (PCC) para a negociação com a Contraf-CUT e demais entidades sindicais realizada nesta quarta-feira, 25, em Brasília. Além disso, apresentou alguns novos itens da proposta que vão contra as reivindicações dos trabalhadores e representariam retrocessos.

Os negociadores do banco informaram que não conseguiram encaminhar a proposta pra avaliação do Conselho Diretor da empresa na última reunião deste órgão, realizada nesta terça-feira. Assim, o banco repassou os pontos já apresentados aos bancários durante a campanha salarial da categoria, com algumas novidades.

Com relação à Jornada de Trabalho, a empresa afirmou que pretende resolver essa questão antes da implantação do novo plano, chamado por ela de Plano de Funções Gratificadas (PFG). A proposta do banco é a definição de jornada de oito horas para algumas funções e de jornada de seis horas para outras, sendo que estas últimas teriam salário proporcional, acarretando em redução dos rendimentos dos trabalhadores.

Além disso, o banco afirmou que considera que algumas funções sem controle de ponto, como a de Gerente Geral, seriam "Sem jornada definida", ou seja, sem direito a hora-extra. Por fim, o banco afirmou que pretende manter situação dos empregados que não saldaram o Reg/Replan, impedindo migração para o novo plano. Para isso, o banco pretende viabilizar junto à Funcef a reabertura do saldamento do plano.

Uma nova reunião ficou marcada para dia 2 de dezembro, quarta-feira, em Brasília. Até lá, a empresa afirma que já terá possibilidade de apresentar a totalidade da proposta.

Contratações

A Contraf-CUT questionou a Caixa sobre o processo para a efetivação das 5 mil contratações conquistadas pelos empregados durante a Campanha 2009. O banco informou que já está contratando, num processo de substituição de estagiários, mas que o cronograma de contratação e para a distribuição dos novos empregados depende do planejamento da empresa para 2010, que será concluído em dezembro. Assim, em janeiro o banco realizará um plano de contratação com base nas informações prestadas pelas unidades. O banco chamou a atenção ainda para a ampliação da rede, que vai demandar novos bancários.

Os bancários questionaram também o prazo para essas contrações, uma vez que a maioria dos concursos em nível nacional vence no dia 30 de junho de 2010. Além disso, como se trata de ano eleitoral, as empresas públicas têm um impedimento legal para novas contratações até dia 30 de junho. A Caixa informou que pretende publicar edital para concurso em janeiro de 2010 e realizar as provas em março de 2010, de forma a possibilitar a homologação do concurso antes do prazo limite estabelecido pela lei eleitoral. Uma vez homologado o concurso, as contratações poderão ocorrer no resto do ano normalmente.

Saúde Caixa

A Contraf-CUT informou ao banco que já está finalizando junto às entidades sindicais a indicação dos representantes que comporão os comitês de acompanhamento de rede do Saúde Caixa. Serão 15 comitês em todo o país (um para cada Gipes), com cinco membros titulares e cinco suplentes. "Acreditamos que eles contribuirão para melhoria na rede de credenciados", afirma Plínio. Os nomes indicados pelos trabalhadores serão passados para a Caixa até o fim dessa semana.

Cobrada pelos bancários, a Caixa informou que realizará uma áudio-conferência com todas as Gipes orientando sobre o funcionamento dos comitês e sobre o processo de implementação. Os comitês terão a participação de dois empregados de cada Gipes, sendo pelo menos um gestor. O banco informou ainda que vai expedir uma comunicação eletrônica detalhando o processo e realizar, no dia 17 de dezembro, uma reunião nacional com as Gipes na qual incluirá o tema.

Os representantes dos bancários manifestaram também ao banco sua preocupação quanto à reunião do Conselho de Usuários do Saúde Caixa, a ser realizada em dezembro para avaliar o balanço do ano, avaliar a projeção atuarial para o próximo exercício e definir os valores de custeio. "A Caixa teve problemas de falta de processamento nos últimos anos, o que fez com que debatêssemos em cima de números pouco confiáveis por três exercícios. Nos dois últimos dois anos, o Saúde Caixa apresentou expressivo superávit", afirma Jair Ferreira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa).

"Acertamos na mesa de negociação da Campanha Nacional 2009 que o banco apresentará os números ao GT-Saúde para se fazer uma reavaliação dos exercícios passados, para se necessário estabelecermos em processo negociado alterações no modelo de custeio e verificar a real situação financeira do plano, que ao que tudo indica é altamente superavitária, com o que a Caixa concordou, embora tenha afirmado que tal processo só poderá ser feito no ano que vem", conclui. Dessa forma, os trabalhadores reivindicaram que não seja feito nenhum reajuste no custeio do plano antes de feito o levantamento.

Reestruturação das filiais

Outro ponto que preocupa os empregados é a reestruturação das filiais, chamado pela Caixa de "novo modelo de filiais". Os negociadores da empresa afirmam não ter informações sobre o processo, pois estas ainda estão restritas à área responsável. Os dirigentes sindicais manifestaram suas preocupações com relação ao destino dos funcionários envolvidos no processo e com a adequação da própria estrutura proposta. "Uma questão é o que vai acontecer com as Gipes, uma vez que há rumores de que elas seriam diminuídas das atuais 15 para cinco em todo o país. E para a área de saúde do trabalho e para o Saúde Caixa, o movimento sindical considera que mesmo as 15 são pouco: queremos pelo menos uma por estado", afirma Jair. Os negociadores da Caixa registraram a preocupação e comprometeram-se a repassar as informações assim que tenham acesso a elas.

Desconto dos dias de greve de 2007 e 2008

A Contraf-CUT voltou a cobrar do banco a revisão do desconto dos dias parados em algumas bases na greve de 2007 (especificamente Belo Horizonte, Bahia e Sergipe). Os bancários propõem que seja devolvido o dinheiro descontado e que se faça um processo de compensação desse dia. O banco ficou de avaliar a proposta e retomar o tema na próxima reunião.

Também foi abordado o desconto relativo à greve de 2008 (vários locais do país). "Nosso entendimento é o de que o banco descumpriu o acordo coletivo na ano passado, que dizia que não poderia haver desconto das horas após expirado o prazo para compensação. Já conseguimos decisões favoráveis na Justiça e vamos continuar lutando", afirma Jair. Porém em algumas bases, como Brasília, a decisão em segunda instância foi contrária aos bancários, o que fez com que a Caixa iniciasse o processo de desconto parcelado. Foi proposto que a Caixa devolva os valores e estabeleça um novo prazo para compensação. O tema também retorna na próxima reunião.

Processo de avaliação por mérito 2009 do PCS

A comissão paritária de acompanhamento do PCS estabeleceu a criação de um cronograma de reuniões para debater os critérios a serem aplicados na avaliação por mérito para o exercício 2009. Para isso, é necessário que a Caixa forneça algumas informações sobre o processo de 2008 (valor global das promoções, quantidade de empregados que obtiveram promoção por antiguidade no período, entre outros). O banco se comprometeu a fornecer esses números. Após isso será estabelecido um calendário de reuniões.

Fonte: Contraf-CUT



25/Novembro/2009

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA ADERE AOS PRINCÍPIOS DO EQUADOR

Os impactos socioambientais serão levados em consideração para a concessão de crédito

A Caixa Econômica Federal adere aos Princípios do Equador - conjunto de procedimentos adotados por instituições financeiras na gestão de questões socioambientais associadas às operações de financiamento de projetos. Suas diretrizes são baseadas nos padrões socioambientais da International Finance Corporation (IFC), braço privado do Banco Mundial.

Ao assinar os Princípios do Equador, a CAIXA assume o compromisso de, no prazo de um ano, implementar política interna, procedimentos e processos que garantam que o crédito a grandes projetos de infra-estrutura (project finance), com custo total superior a US$ 10 milhões, estejam condicionados à análise de parâmetros de responsabilidade social e ambiental.

A instituição também aderiu recentemente à Business and Biodiversity Initiative, que visa promover o maior engajamento do setor empresarial para alcançar os objetivos da Convenção sobre Diversidade Biológica na proteção da biodiversidade em seus sistemas de gestão. A CAIXA é a primeira instituição do setor financeiro na América a aderir a esta iniciativa.

“Esses exemplos ilustram a importância de uma instituição financeira como indutora do Desenvolvimento Sustentável, cuidando para que as variáveis socioambientais sejam consideradas em suas decisões de investimento”, afirma o vice-presidente de Governo da CAIXA, Jorge Hereda.

Banco verde

A CAIXA também assinou em agosto de 2008, juntamente com os demais bancos públicos, o Protocolo de Intenções dos Bancos pela Responsabilidade Socioambiental. O objetivo é empreender políticas e práticas bancárias pautadas em critérios sociais e ambientais, como, por exemplo, a criação de linhas de crédito com viés socioambiental e a inserção desta variável na análise de risco de clientes e projetos.

Exigências ambientais para o crédito:

- Licenciamento Ambiental: o financiamento de atividades ou empreendimentos potenciais ou efetivamente poluidores ou que utilizem recursos naturais no processo produtivo é condicionado ao licenciamento ambiental, conforme legislação ambiental vigente;

- Bioma Amazônia: o financiamento de empresas da atividade agropecuária no Bioma Amazônia está condicionado à observação de sua regularidade ambiental;

- Análise Socioambiental de Clientes: a CAIXA efetua análise socioambiental de clientes pessoa jurídica (empresas de médio e grande porte), para operações de crédito com valores iguais ou superiores a R$ 10 milhões.

- Análise Socioambiental de Empreendimentos: o financiamento de projetos de Saneamento e Infra-estrutura é precedido por uma análise e avaliação da sustentabilidade socioambiental para levantar os riscos e recomendar medidas mitigadoras e compensatórias;

- Crédito Habitacional: a CAIXA exige a comprovação do uso de madeira legal por parte das construtoras e empresas do segmento imobiliário no financiamento de empreendimentos habitacionais;

- Avaliação Ambiental de Terrenos: Os projetos habitacionais da CAIXA são submetidos à metodologia de avaliação ambiental de terrenos com potencial de contaminação, evitando assim danos à saúde da população e prejuízos aos agentes envolvidos.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal



13/Novembro/2009

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

CAIXA CULTURAL SÃO PAULO APRESENTA A EXPOSIÇÃO DOIDA DISCIPLINA

Cores vibrantes retratam a essência da pintura da artista plástica contemporânea Gabriela Machado, com a curadoria de Ronaldo Brito

A CAIXA Cultural São Paulo (Sé) inaugura, no dia 28 de novembro, a exposição Doida Disciplina, da artista plástica contemporânea Gabriela Machado. Com curadoria e texto do crítico Ronaldo Brito, a mostra apresenta três pinturas de tamanho grande (2,10 x 1,90m) e dez desenhos de formatos variados (pequenos, 56 x 76cm e grandes, 152 x 100cm) da série Jacas, frutos de pesquisas realizadas nos últimos dois anos, com estudos de cores e do contato com a natureza.

Cascas de frutas espalhadas pelo chão, só como pretexto; frutos e folhas secas elegantemente distribuídas pelo ateliê; objetos simples e acumulados; estruturas de pano que descem lânguidas do teto, feitas pela artista para servirem de lembrete da sensualidade do movimento; o dia-a-dia vivido com extremo prazer, dentro de quatro paredes, invadidas pela claridade do sol.

No lugar da casa, o casulo, o envolvimento com a atmosfera do seu espaço de criação. É dele que brotam os impulsos que vão para as telas. Seu transe é induzido pelas coisas simples. Essas são frases que tentam descrever o cenário e a intensidade da mostra.

Sobre a artista:

Gabriela convive com as cores, por horas. Como fazia ainda criança, numa fazenda centenária de café, onde cresceu, cercada pelas pinturas murais do espanhol José Maria Villaronga que adornavam as paredes de estilo colonial.

Ao preparar suas tintas, as cores são introjetadas e, neste ritual, o pensamento cartesiano é suspenso - começa um outro pensar. Tudo é livre neste gesto - desprendimento e disponibilidade ao acaso advindos da constância e disciplina.

Em março deste ano, seu trabalho foi adquirido para o acervo do Espaço Cultural Contemporâneo- ECCO, por meio do Prêmio Funarte de Artes Plásticas Marcos Antonio Vilaça. Em 2008, a artista inaugurou a sua primeira exposição individual em Lisboa, na galeria 3+1 Arte Contemporânea, e lançou o livro “Gabriela Machado” pela editora espanhola Dardo. Neste mesmo ano, participou da ARCO, em Madri, na qual o Brasil foi o país homenageado.

As cores pulsam na tela, a pintura vibra.

“Em vários sentidos as pinturas e os desenhos de Gabriela Machado procuram atualizar, num mundo muito diferente, essa lógica espontânea e esse rigoroso frescor. Só valem aqui as cores que acabam de se descobrir como tais e que respondem de imediato a uma sensação vital e corpórea: do mesmo modo, feitas todas as mediações, também essas obras buscam renovar, à sua maneira, o contato com a natureza”, observa Ronaldo Brito, crítico e professor de História da Arte na PUC-RJ, cuja obra recentemente foi reunida na coletânea Experiência Crítica (Editora CosacNaify). Autor do texto de apresentação do catálogo, Brito acompanha a trajetória da artista de perto. “Quando conheci esta série de pinturas tive sorte: vi o trabalho no exato momento em que estava emergindo. A grande transformação aqui é a descoberta da cor. Gabriela pensa e sente através da cor”, observa ele.

Presente em grandes coleções brasileiras, como as de José Mindlin, Fundação Castro Maya, Gilberto Chateaubriand e Alexandre Martins Fontes, a obra de Gabriela Machado alcança gradualmente novos espaços fora do país. A Neuhoff Gallery, que inseriu o trabalho da artista em duas coletivas – uma delas, The Gesture, com conceituados pintores americanos como Frank Stella e Franz Kline – e realizou uma individual em 2002, também levou sua produção para feiras internacionais como as de Colônia (Alemanha) e Chicago (EUA).

SERVIÇO:
Exposição: Doida Disciplina, de Gabriela Machado
Local: Caixa Cultural São Paulo (Sé) - Galeria Florisbela e Espaço Octogonal - Praça da Sé, 111, Centro – São Paulo (SP)
Abertura: 28 de novembro de 2009, sábado, 11h (aberto para o público)
Datas para visitação: 28 de novembro de 2009 a 17 de janeiro de 2010
Horários: Terça-feira a domingo, das 9h às 21h
Entrada: franca
Recomendação etária: livre
Visitas monitoradas para grupos, agendamento e informações: (11) 3321-4400
Realização: CAIXA Cultural São Paulo
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal



06/Novembro/2009

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

LUCRO DA CAIXA CRESCE 20,4% E ALCANÇA R$ 870 MILHÕES

Resultado registrado no terceiro trimestre deste ano foi impulsionado pelo crescimento recorde de 61,9% nas operações de crédito; Banco já liberou mais de R$ 30 bilhões para habitação

A Caixa Econômica Federal obteve lucro de R$ 869,9 milhões no terceiro trimestre de 2009. O resultado representa um crescimento de 20,4% em relação ao mesmo período do ano passado (R$ 722,5 milhões). O lucro líquido, até setembro, foi de R$ 2 bilhões e o retorno sobre o patrimônio líquido foi de 31,3%. Os valores dos repasses com tributos e encargos sociais à União, Estados e Municípios somaram R$ 790,8 milhões. Em juros sobre capital próprio, foram destinados R$ 93,4 milhões.

Os ativos totais da instituição atingiram saldo de R$ 341,9 bilhões e o patrimônio líquido foi de R$ 12,3 bilhões, evoluções de 23,9% e 1,1%, respectivamente. Os demais ativos administrados pela CAIXA totalizaram R$ 379,5 bilhões, com destaque para o FGTS, com R$ 230,9 bilhões e fundos de investimento, com R$ 97,2 bilhões.

O lucro do banco foi impulsionado pelas receitas de operações de crédito com R$ 3,7 bilhões, 28,2% a mais que no terceiro trimestre de 2008, pelas receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias, com R$ 2,4 bilhões.

O saldo total das operações de crédito atingiu R$ 111,9 bilhões até setembro, 61,9% a mais do que no mesmo período do ano passado. Desse valor, R$ 41,1 bilhões foram operações de crédito comercial, um crescimento de 79,7% comparado com 2008. O segmento pessoa física alcançou R$ 20,2 bilhões e o de pessoa jurídica registrou R$ 20,9 bilhões, aumento de 57% e 109%, respectivamente.

No crédito habitacional, mais uma vez a CAIXA bateu recorde em contratações. Os valores chegaram a R$ 30,7 bilhões até setembro, superando em 79,3% o mesmo período do ano passado. No trimestre, foram R$ 13,2 bilhões, valor 94% maior do que no ano passado. O saldo da carteira chegou a R$ 62,9 bilhões e em saneamento e infra-estrutura, R$ 7,3 bilhões, uma expansão de 53,5% e 57,2%, respectivamente. A inadimplência foi de 2% no trimestre, frente 1,8% em 2008.

No crédito comercial, as contratações somaram R$ 65,6 bilhões até setembro, valor 42% maior que em 2008, com R$ 31,3 bilhões em pessoa física e R$ 34,3 bilhões em pessoa jurídica, evolução de 32,4% e 52,1%, respectivamente. No trimestre, as contratações foram de R$ 23,1 bilhões, 43,5% a mais que em 2008. A inadimplência, acima de 90 dias, ficou em 3,6% em setembro de 2009, ante 4,2% em 2008.

O crescimento do crédito foi acompanhado da melhoria na qualidade das operações, com 74,7% dos financiamentos classificados nas faixas AA e B, ante 68,5% em setembro de 2008.

Nos últimos doze meses, ao banco expandiu sua base de clientes em 6,1%. São mais de 48,7 milhões de pessoas que utilizam os 29 mil pontos de atendimento espalhados por todo o país. Para atender esse público, a instituição conta com 97,2 mil colaboradores, entre empregados concursados, prestadores de serviços, estagiários e adolescentes aprendizes.

Os depósitos apresentaram saldo de R$ 185,3 bilhões até setembro, crescimento de 17,7% frente ao mesmo período de 2008. O destaque foi a Poupança que apresentou saldo de R$ 104,1 bilhões, uma evolução de 17,7% e captação líquida de R$ 6,7 bilhões, elevando a participação da CAIXA no mercado para 34,7%. A captação líquida dos depósitos totais no trimestre foi de R$ 5,5 bilhões, aumento de 22,1%.

Os depósitos à vista atingiram saldo de R$ 14,1 bilhões, ante R$ 11,5 bilhões em 2008. No trimestre, foram abertas mais de 311 mil novas contas CAIXA Fácil, o que reafirma o compromisso da CAIXA com a inclusão social no país.

Desenvolvimento Urbano

Os R$ 30,7 bilhões emprestados no setor habitacional financiaram 597 mil moradias e beneficiou 3,3 milhões de pessoas. O valor é representado por R$ 11,1 bilhões com recursos do FGTS, R$ 15,9 bilhões com recursos próprios, R$ 2,1 bilhões em subsídios, R$ 1,1 bilhão em arrendamentos, R$ 414 milhões em consórcios e R$ 500 mil em repasses com recursos do Orçamento Geral da União.

No trimestre, as contratações em habitação chegaram a R$ 13,2 bilhões, valor 94% maior que no mesmo período de 2008. Somente no programa Minha Casa Minha Vida, criado em março de 2009, foram liberados R$ 1,8 bilhão até setembro.

Em saneamento e infraestrutura foram contratados, de janeiro a setembro, R$ 4,6 bilhões, sendo R$ 1,2 bilhão somente no terceiro trimestre.

Programas de Transferência de Renda

Como agente operador dos programas de transferências de renda do Governo Federal, a CAIXA realizou, nos primeiros nove meses do ano, cerca de 99 milhões de pagamentos de benefícios com um volume de recursos distribuídos em aproximadamente R$ 9 bilhões. Desse total, mais de 95 milhões são do programa Bolsa Família.

A CAIXA pagou também, cerca de 47 milhões de abono salarial, seguro-desemprego, PIS Quotas e Rendimentos, representando R$ 20 bilhões.

As Loterias registraram arrecadação de R$ 5,2 bilhões de janeiro a setembro. Do total, R$ 2,4 bilhões, incluindo a parcela de imposto de renda, foram repassados ao Governo Federal e às entidades não-governamentais para aplicação em programas nas áreas de seguridade social, educação, cultura, esporte e segurança.

Ações socioambientais

A CAIXA, o Ministério de Minas e Energia e a Eletrobrás firmaram Protocolo de Cooperação Técnica para desenvolvimento de projetos voltados à eficiência energética. Uma dessas iniciativas, que já está em andamento, é o financiamento de aquecedores solares de água nas casas destinadas à população de baixa renda do programa Minha Casa Minha Vida. O objetivo é utilizar novas fontes de energias alternativas, contribuindo, assim, para a sustentabilidade e para a economia dos recursos dos moradores.

Prêmios e Reconhecimentos

A CAIXA recebeu, pelo sexto ano consecutivo, prêmio como a melhor gestora de Fundos de Investimento nas categorias Varejo e Renda Fixa Gestão Ativa pelo Guia Exame 2009. O banco também figura a lista das empresas reconhecidas como detentoras das melhores práticas de sustentabilidade no Dia Benchmarking - Compartilhar para Crescer.

A instituição também está presente no ranking publicado pela revista IstoÉ Dinheiro como uma das empresas mais sólidas entre os bancos. No item de sustentabilidade financeira, o banco ficou na segunda colocação e em terceiro lugar em governança corporativa.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal