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ENTREVITAS DA CERIMÔNIA DE POSSE DA NOVA DIRETORIA - BIÊNIO - 2011/2012




LUIZ CLAUDIO MARCOLINO
Deputado Estadual PT/SP

Presidente licenciado do Sindicato dos Bancários da Cidade de São Paulo, Osasco e Região, Marcolino já defendeu os direitos da categoria na entidade como Diretora Regional, Secretário de Informação, Secretário-Geral e esteve na Presidência por dois mandatos. Em outubro de 2010 assegurou uma cadeira na Assembléia Legislativa obtendo mais de 97 mil votos. No novo cargo, pretende apresentar projetos que visem melhores condições de trabalho, remuneração e qualidade de vida para os trabalhadores.

ENTREVISTA:

Qual a sua visão sobre a conjuntura atual de relacionamento do Movimento Gerencial e a Empresa? Você acha que os Gestores têm conseguido ampliar o diálogo com a CAIXA através de suas entidades representativas?

A CAIXA, hoje, se mostra como um banco mais aberto ao diálogo com a classe gerencial, mas foi difícil fazer com que a CAIXA percebesse que essa interação com os funcionários é importante. O relacionamento entre a CAIXA e o Movimento Gerencial é cada vez melhor, principalmete através das AGECEF. Finalmente a Empresa percebeu que um bom relacionamento com os Gestores e as entidades representativas é benéfico para o bem estar dos funcionários, mas também é muito importante para o crescimento da empresa.

Qual a diferença entre atuar como Presidente do Sindicato dos Bancários e Deputado Estadual? O que o Senhor pretende conquistar para os bancários na Assembléia Legislativa?

No sindicato a ação é corporativa, lutamos por aumento de salário e melhores condições de trabalho. Na assembléia, terei a possibilidade de aprovar leis, então se faz necessário ver as questões de forma mais ampla. Por exemplo, hoje temos um trânsito caótico e o trabalhador gasta muito tempo no trajeto entre a casa e o trabalho, se aprovarmos projetos que melhorem o trânsito, o trabalhador terá mais tempo para o lazer e para a família. Da mesma forma, se conseguirmos através de uma lei melhorar a rede pública de saúde, faremos com que o trabalhador economize o dinheiro que antes era gasto com plano de saúde. Assim sendo, poderei contribuir para melhorar a qualidade de vida dos bancários e também de todas as outras categorias de trabalhadores.

Há diferença entre as formas como o banco público e o privado se relacionam com os funcionários? Qual deles está mais aberto ao diálogo e mais propenso a valorizar o empregado?

Sempre temos dificuldades com os dois, porque os bancos funcionam como um sistema, mas existe um diferencial na CAIXA. Enquanto os bancos privados são mais voltados para o mercado, a CAIXA é mais voltada para as áreas sociais. Isso possibilitou a CAIXA implantar um mecanismo de metas sociais na participação que os funcionários têm nos lucros da empresa, o que é muito difícil de conseguir em qualquer banco privado, pois eles estão mais voltados para o lucro e para os acionistas.

Qual será o grande desafio da classe bancária em 2011?

Já conseguimos aumento real de salário por sete anos consecutivos e essa tendência não pode acabar. Dentro dos planos de carreiras ainda existem distorções, o funcionário precisa entrar na empresa e saber que ele vai ter uma carreira e uma boa aposentadoria, porém, o principal tema que precisa estar na mesa de debate em 2011 é a valorização do funcionário, porque pela valorização conseguiremos alcançar outros objetivos maiores.








WALDIR MONTI
Superintendente Regional Jundiaí

A carreira de Waldir Monti na CAIXA está prestes a completar 30 anos. Associado da AGECEF/SP desde a sua fundação, já ocupou os cargos de membro do Conselho e Vice-Presidente.

ENTREVISTA:

Na sua opinião, quais os desafios da Classe Gerencial em 2011?

Trabalhar em banco já é um desafio, precisamos estar constantemente atentos ao mercado. Acredito que 2011 será um ano para continuarmos crescendo e nesse aspecto contamos com a AGECEF/SP, que presta um excelente serviço através dos cursos e treinamentos. O mercado bancário é concorrido e acirrado, precisamos estar preparados.

Qual a importância do Movimento Gerencial se organizar em uma associação?

É muito importante ter uma classe gerencial unida. Nesse ponto a AGECEF/SP cumpre bem o seu papel, oferecendo treinamentos, encontros e, é claro, posicionando a classe gerencial diante da empresa, quando isso é necessário, para que as nossas reivindicações sejam ouvidas.

Como o Senhor avalia o relacionamento e o espaço de diálogo entre a Classe Gerencial e a CAIXA?

A CAIXA vive um momento muito democrático no que tange as discussões com a Classe Gerencial. Sempre que é possível escutamos os Gestores, pois acreditamos que eles têm muito a contribuir para o crescimento da empresa.

O fato da CAIXA ser um banco voltado para a área social lhe impõe uma responsabilidade maior no que diz respeito ao relacionamento com os funcionários?

Sim. A CAIXA já é pioneira em relação a pratica de taxas de juros mais baixas e também estende essa filosofia positiva para o tratamento que dispensa a seus funcionários, tanto que, fomos o primeiro banco público a lançar um plano de carreiras com a abrangência do atual. Este plano foi tão importante que outros bancos procuram a CAIXA para implantarem um modelo parecido.

Quais as suas expectativas para o futuro relacionamento entre a CAIXA e essa nova Diretoria da AGECEF/SP?

Essa nova Diretoria possui alguns integrantes que foram reeleitos, isso demonstra o prestígio que eles alcançaram com a Classe Gerencial. Esperamos que a relação seja igual a que tivemos na gestão anterior, uma relação boa, sincera, transparente e de muito respeito.








MAURÍCIO ANTÔNIO QUAREZEMIN
Superintendente Nacional Suate São Paulo

Iniciou sua carreira na CAIXA como Escriturário, em Rio Preto, interior de do Estado de São Paulo. De lá, foi para a Superintendência de Bauru atuar como Chefe de Divisão, responsável pela área de habitação. Passou pela Gerência Regional de Londrina/PR, Maranhão e Mato Grosso do Sul e pelas Superintendências Nacionais do Norte e Centro-Oeste. Hoje está a frente da Superintendência - SUATE São Paulo.

ENTREVISTA:

Como o Senhor avalia o desempenho da CAIXA em 2010?

Excelente! Realmente a CAIXA fechou este ano de 2010 muito bem. Em São Paulo não foi diferente, o Estado tem uma participação cada vez maior e mais expressiva dentro dos resultados do banco. Tanto no crédito de pessoa física e jurídica, quanto em capitação e habitação, São Paulo tem conquistado ótimos resultados. Eu diria que nos últimos anos São Paulo está vivendo seu melhor momento na CAIXA.

Como o Senhor avalia o relacionamento e o espaço de diálogo entre a Classe Gerencial e a CAIXA?

A CAIXA vive um momento muito democrático no que tange as discussões com a Classe Gerencial. Sempre que é possível escutamos os Gestores, porque acreditamos que eles têm muito a contribuir para o crescimento da empresa.

O fato da CAIXA ser um banco voltado para as áreas sociais lhe impõe uma responsabilidade maior no que diz respeito ao relacionamento com os funcionários?

Sim. A CAIXA, já é pioneira em relação à prática de taxas de juros mais baixas e também estende essa filosofia para o tratamento que dispensa aos seus funcionários. Fomos o primeiro banco público a lançar um plano de carreiras com a abrangência do atual e, este plano foi tão importante que outros bancos procuraram a CAIXA para implantarem algo parecido.

Quais as suas expectativas para o futuro relacionamento entra a CAIXA e essa nova Diretoria da AGECEF/SP?

Essa nova Diretoria possui alguns integrantes que foram reeleitos, isso mostra o prestígio que eles têm com a Classe Gerencial. Esperamos que a relação seja igual à que tínhamos na Gestão anterior, uma relação boa, sincera, transparente e de muito respeito.








NEY ALVES RIBEIRO
Representante da APEA - Associação Paulista
dos Economiários Aposentados

Associado desde 2000, ano em que se aposentou, Ney é um dos associados mais participativos da Associação Paulista de Economiários Aposentados - APEA. Atualmente, é Presidente do Conselho Deliberativo, além de Membro do Conselho de Esportes.

ENTREVISTA:

Qual a atuação da APEA em prol dos aposentados?

Atuamos para defender os interesses dos aposentados e pensionistas da CAIXA. Por exemplo, recentemente realizamos em Fortaleza o XXXII Simpósio dos Economiários e Pensionistas da Caixa Econômica Federal, que contou com a participação de mais de 1.500 pessoas. Passamos 4 dias discutindo interesses da classe com representantes da CAIXA. Foi um encontro bastante produtivo.

Você vê diferenças entre a CAIXA de alguns anos atrás e a CAIXA de hoje?

Sim, principalmente na sua forma de atuar no mercado. A CAIXA está mais agressiva, mais atuante no mercado de crédito imobiliário, mais aberta às pessoas jurídicas e tudo isso é muito positivo.

Anteriormente a CAIXA possuía muitas restrições com relação às pessoas jurídicas e hoje está mais aberta a esses clientes. É assim que tem que ser.

O Senhor gostaria de enviar uma mensagem para essa nova Diretoria da AGECEF/SP?

É uma honra poder representar a APEA nesse evento. A AGECEF/SP realiza um grande trabalho, merece toda a sorte do mundo. Desejo muita sorte e grandes resultados !