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ECONOMIA 02/02/2012 Economia deve crescer mais em 2012, diz Tombini Presidente do Banco Central estima riquezas brasileiras cerca de 3% maiores em 2011 A economia brasileira deve crescer mais em 2012 em relação ao ano passado, ajudada por mais reduções na taxa básica de juros, disse o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, nesta quinta-feira (2). Falando a jornalistas nos bastidores de uma conferência bancária em Mumbai, na Índia, Tombini disse que o crescimento econômico ficou perto de 3% em 2011. - A economia está recuperando velocidade agora e o Brasil deve crescer mais em 2012 que em 2011, e crescer mais no segundo semestre do ano do que no primeiro por causa de atrasos na política monetária. Ele afirmou que há espaço para mais afrouxamento monetário sem colocar em risco a meta de inflação, que é de 4,5% em 2012. Tombini disse que a valorização do real, que tem sido intensa em 2012, acontece em linha com a de outras moedas. - [O ano de] 2012 começou em um tom otimista em relação aos mercados. Portanto, isso se reflete nas moedas do mundo todo, inclusive no real. Tombini disse ainda que as reservas internacionais do Brasil são modestas se comparadas ao tamanho da economia e a outros países. Fonte: Site R7 |
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ECONOMIA 23/01/2012 BC acena para redução extra da taxa Selic em abril Tendência de queda gradual dos juros acompanha crise da economia mundial A redução feita pelo Banco Central à taxa Selic, de 0,5 ponto porcentual, efetuada na reunião do COPOM em 19/01/2012, não será a única do ano. Em comunicado oficial, o órgão já abriu a possibilidade de seguir com a política de redução da Selic. Em março, essa redução deve ser novamente de 0,5 p. p., e no mês seguinte, de 0,25 p. p. A decisão pela queda da Selic é motivada pelo esfriamento da economia mundial e pela busca de maior competitividade nas exportações. A resposta do mercado foi rápida. A Caixa Econômica Federal anunciou que, por conseqüência da redação, vai reduzir as taxas de juros em suas linhas de crédito e vai oferecer R$ 40 bilhões para as micro e pequenas empresas. Órgãos que representam a indústria e o comércio, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), apoiaram a decisão do Banco Central. Segundo elas, o corte evita uma desaceleração mais forte da economia e abre espaço para recuperação do varejo e dos produtos brasileiros no exterior. As entidades sindicais, no entanto, classificaram a redução de 0,5 p.p. como "tímida", argumentando que haveria possibilidade de uma queda ainda maior. Mas o BC preferiu seguir a linha da redução "lenta e gradual", implantada na gestão de Henrique Meirelles, que presidiu o Banco Central durante todo o governo Lula. As próximas reduções serão bem vindas. Mesmo com os sucessivos cortes feitos pelo BC nas últimas reuniões do COPOM, o Brasil ainda tem a maior taxa real de juros do mundo, posição que ocupa desde janeiro de 2010. Com a redução mais recente, a taxa Selic brasileira ficou em 10,5% ao ano, com taxa real de juros de 4,9% (taxa Selic menos a inflação). O país segundo colocado, Hungria, tem taxa real de juros de 2,8%. Fonte: Articulando Comunicação - Da Redação |
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ECONOMIA 19/01/2012 Deficit da Previdência cai 22% e tem o menor valor desde 2002 A Previdência Social arrecadou no ano passado R$ 251,2 bilhões e arcou com R$ 287,7 bilhões em despesas. No período, o déficit chegou a R$ 36,5 bilhões, coberto pelo Tesouro Nacional. O resultado negativo é 22,3% menor do que o registrado 2010, quando o resultado entre a arrecadação e as despesas foi deficitário em R$ 47 bilhões. Ao anunciar os números, o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, destacou que o resultado de 2011 foi o melhor desde 2002, quando o deficit se situou em R$ 30,5 bilhões. Ele destacou que, embora seja cedo para fazer previsões, a estimativa de arrecadação para este ano supera a de 2011, com a geração gradual de empregos. Segundo ele, a necessidade de financiamento da Previdência Social poderá ser menor que a de 2011. O mês de dezembro registrou superávit de R$ 4,9 bilhões, na relação arrecadação e despesas, das áreas rural e urbana. Em geral, o último mês do ano tem resultado positivo no recolhimento, por causa do pagamento ao INSS do percentual relativo ao décimo-terceiro salário. Em dezembro, a Previdência pagou mais de 29 milhões de benefícios, sendo 25 milhões previdenciários e acidentários e o restante assistenciais. As aposentadorias somaram 16 milhões de benefícios com elevação de 3,4% em relação aos números de dezembro de 2010. Fonte: Uol.com.br |
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ECONOMIA 19/01/2012 Pechinchar é o segredo de preços mais baixos em serviços SÃO PAULO - É fácil ter uma noção sobre o valor de um quilo de feijão, uma calça jeans ou uma TV de 40 polegadas. Mas a percepção não é tão simples com serviços como assinatura de internet banda larga, telefonia celular ou TV a cabo. Diante dessa falta de clareza sobre um preço mínimo e justo, acaba pagando menos quem reclama mais. Embora possa soar vantajosa, essa prática está relacionada com atendimentos deficitários, setores com pouca diferenciação no tipo de serviço e um tratamento desigual dos consumidores. "Ao mesmo tempo que você tem alguns consumidores que chegam nesse nível de negociação (o desconto), tem aqueles que não estão fazendo isso e são prejudicados porque pagam um valor mais caro", afirma Fábio Mariano Borges, professor de Ciências do Consumo aplicado da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). "É como se fosse um braço de ferro, no qual primeiro a empresa coloca o valor que quer e depois o consumidor, não somente em uma negociação, mas sob uma ameaça de que trocará de empresa, pede um valor mais baixo", completa. E não por acaso, lembra Mariano, as empresas que adotam essa prática são justamente aquelas que são campeãs de reclamação no Procon. "Sábado passado (14) eu esperei das 12h às 18h a visita de um técnico porque mudei o meu plano de internet. Ele não veio e eu não fui avisada de nada", afirma a analista de administração de pessoal, Vanessa Rasch. Ela já conseguiu desconto em seu plano em três ocasiões. Na última, a mensalidade de R$ 150 foi reduzida para R$ 80 durante seis meses. "Normalmente é por uma dificuldade minha de pagar, então eu ligo e peço desconto", afirma. "Mas o serviço me irrita sempre, eu ligo lá para reclamar, mas acho que é só para extravasar mesmo, porque não muda nada", diz. "Existe um volume representativo de consumidores que fazem isso (conseguem desconto), que se comunicam e postam nas redes digitais", afirma Borges. "Nenhuma empresa se sustenta dando tantos descontos não previstos", completa. Por isso, o professor argumenta que a explicação só pode estar nos altos lucros. "Isso significa, sim, uma faixa de gordura na margem praticada para as empresas", diz. Já o professor de economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Samy Dana, considera: "Quanto mais claro for o preço mínimo, pior para as empresas, então essa margem de negociação possibilita a cobrança de um valor maior". Em geral, o custo de captação de clientes também é um dos motivadores dessa orientação das empresas. "São setores que têm um custo muito alto na aquisição e perda de cliente", explica Borges, da ESPM. Já o professor da FGV explica que não há grande diferença de qualidade de serviço entre empresas de telefonia móvel, por exemplo, e que o consumidor acaba refém disso. "Quando começou a internet, muitas empresas não tinham política de preço e chegaram a perder muito dinheiro com os planos oferecidos", lembra Dana. Comportamento. Internet, celular e TV a cabo estão hoje incorporados aos hábitos de consumo do brasileiro. Prova disso é que a última revisão da ponderação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) já consolida essa mudança. Baseado na Pesquisa de Orçamento Familiares (POF) 2008-2009, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) diminuiu o peso do item Comunicação dentro da formação do índice de preços cheio. Mas, dentro dele, o que ocorreu, de fato, foi a perda de espaço do telefone fixo e o avanço de outros componentes. Agora, telefone fixo e celular têm quase o mesmo peso - 1,54% e 1,52%, respectivamente -, enquanto internet ganhou espaço (0,11% do item para 0,32%) e celular com internet (0,84%) e TV por assinatura com internet (0,36%) foram incorporados. Fonte: Hugo Passarelli, do Economia & Negócios (www.estadao.com.br) |
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ECONOMIA 23/12/2011 BC anuncia medidas para estimular compra de carteiras de crédito Autoridade monetária percebeu que as instituições financeiras haviam perdido o apetite para comprar carteiras porque era mais lucrativo manter os recursos no BC remunerados pela Selic. O Banco Central adotou nesta quinta-feira, 22, uma série de medidas que reduzem a remuneração dos recursos das instituições financeiras, referente a seus depósitos à prazo, que estão depositados no BC, na expectativa de dar um impulso adicional à compra de carteiras de outras instituições, principalmente os pequenos e médios bancos. Na mesma circular, é estimulada a migração das aplicações de DI (depósito interbancários) para as Letras Financeiras, criadas há pouco tempo e que são títulos de mais longo prazo. As medidas têm o objetivo de oxigenar o mercado financeiro e restringir a fatia de recursos dos compulsórios que pode ser remunerada pela Selic, a taxa de juros básica da economia. Atualmente, 20% dos recursos à prazo que são recolhidos ao Banco Central são remunerados pela Selic. Um total de R$ 134 bilhões podem ser remunerados pela Selic. Esse valor vai sendo reduzido gradativamente de tal forma que 73% da exibilidade passa a ser remunerada em fevereiro do próximo ano e em abril esse porcentual cai para 64%. O Banco Central percebeu que as instituições tinham perdido o apetite para comprar carteiras porque era mais lucrativo manter os recursos no BC remunerados pela Selic. Agora, o BC aumentará a parcela dos recursos que não tem remuneração garantida. Nos estudos do banco, foi constatado o desinteresse das instituições: de um total de R$ 60 bilhões disponíveis para compra de carteiras, apenas a metade R$ 31 bilhões estavam comprometidos no final de novembro. O BC decidiu, ainda, reduzir de R$ 2,5 bilhões para R$ 2 bilhões o valor do patrimônio da instituição em que a compra de ativos pode ser deduzida do compulsório, ampliando a fatia bancos que podem ser beneficiados pela medida. Não está proibida a compra de ativos de instituições com patrimônio mais elevado. Apenas o valor dessa compra não poderá ser abatido do recolhimento do compulsório de recursos à prazo. Com essa circular divulgada hoje, o Banco Central também estimula migração das aplicações de DI (de mais curto prazo) para as Letras Financeiras, de mais longo prazo, lançadas recentemente. Enquanto que para as Letras Financeiras não haverá prazo para o abatimento do valor da operação no recolhimento do compulsório dos recursos à prazo, o BC está adotando um prazo para extinguir essa possibilidade no caso dos DIs. As operações feitas até 29 de junho de 2012 poderão ser deduzidas. Depois desse prazo, somente o que houver de estoque estará sujeito à dedução. Fonte: www.estadao.com.br |
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ECONOMIA 12/12/2011 Número de cheques sem fundos sobe 10,4% em novembro, diz Serasa Já na comparação com outubro deste ano, a taxa aumentou 1,9%. Na comparação mensal, os cheques sem fundos cresceram 10,4%. A inadimplência dos consumidores registrou alta menor em novembro, segundo mostra indicador da Serasa Experian divulgado nesta segunda-feira (12). Em relação a novembro do ano passado, a alta foi de 17,4%, a menor variação anual desde maio 2011. Já na comparação com outubro deste ano, a taxa aumentou 1,9%. Na comparação mensal, os cheques sem fundos cresceram 10,4% e a inadimplência das dívidas não bancárias cresceu 0,9%, Nas dívidas bancárias, a inadimplência cresceu 0,5% no mês. Já os protestos tiveram um aumento mensal de 12,4% no mês. Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, as desacelerações registradas na comparação anual e entre os acumulados "confirmam a trajetória descendente da inadimplência do consumidor. Sobre o aumento mensal, ele é pontual, resultante da greve dos Correios, que atrasou o envio de boletos e faturas para pagamento". Valor das dívidas De janeiro a novembro, o valor médio das dívidas não bancárias foi de R$ 322,36, recuo de 17,4% na comparação com igual período do ano anterior. Quanto às dívidas com bancos, o valor médio no ano, até novembro, foi de R$ 1.302,70, queda de 0,7% ante o mesmo acumulado de 2010. Os títulos protestados, no mesmo período, tiveram valor médio de R$ 1.369,39, crescimento de 15,7% sobre o mesmo período de 2010 e os cheques sem fundos tiveram, de janeiro a novembro, valor médio de R$ 1.354,40, representando um aumento de 8,2% sobre igual acumulado de 2010. Fonte: Site Globo - G1 |
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ECONOMIA 02/12/2011 Arrecadação de impostos pode crescer R$ 30 bilhões com fim da pirataria Mercado de trabalho ganharia dois milhões de vagas, segundo estimativa do governo O fim da pirataria e da circulação de produtos contrabandeados no Brasil poderia aumentar a arrecadação tributária em R$ 30 bilhões por ano e gerar dois milhões de empregos formais. A estimativa é do secretário executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, que apresentou nesta sexta-feira (2) os dados mais recentes de apreensões de mercadorias falsas, contrabandeadas e piratas. - Há um custo social muito alto por trás da pirataria, que gera muitos prejuízos para o Brasil, por isso temos que conscientizar o consumidor que comprar produto pirata é um mau negócio, em vários aspectos. Além das perdas de arrecadação e de postos de trabalho formais, Barreto destacou que a pirataria está associada a outros prejuízos, como a circulação de armas e drogas no país. - A pirataria está diretamente ligada ao crime organizado. A aquisição de um simples DVD contribui sim para que mais armas e drogas cheguem às ruas. Segundo Barreto, o Brasil deve fechar 2011 com um total de R$ 1,7 bilhão em produtos falsos e contrabandeados apreendidos. O valor é recorde e 30% maior do que o montante apreendido em 2010 , quando o montante chegou a R$ 1,27 bilhão em mercadorias. O governo atribuiu o crescimento ao reforço das operações de fiscalização, principalmente nas fronteiras. - A razão principal se atribui à Operação Fronteira, lançada em 2011, que inclui Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Exército, e que atuou no patrulhamento mais intenso das regiões de fronteira, e permitiu maior número de prisões e maior apreensão de produtos piratas. Cigarros são os itens que lideram as apreensões. Entre janeiro e novembro de 2011, já foram recolhidos 4,52 milhões de pacotes. CDs e DVDs aparecem em seguida, com 3,77 milhões de unidades apreendidas em 2011. Também estão na lista equipamentos de informática, óculos, relógios, bebidas, tênis, bolsas, roupas, combustíveis e medicamentos. Para 2012, um dos principais desafios das políticas antipirataria, segundo Barreto, é o mercado audiovisual. Apesar da queda no números de apreensões de CDs e DVDs entre 2010 e 2011, o comércio ilegal de filmes ainda é constante, e explicado pela falta de alternativas competitivas. - O mercado audiovisual é um mercado em transformação, e a falta de locadoras vai ter que ser resolvidas de algum maneira. Se continuarmos apenas com cinemas e TV a cabo, haverá um mercado cativo permanente para a pirataria. O preço ainda é o principal motivo para compra de produtos piratas. Além da fiscalização, uma das apostas do governo para o combate à pirataria é a municipalização das ações, com o programa Cidade Livre de Pirataria. Até agora, Brasília, São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte aderiram e a meta é que, até 2014, todas as cidades-sede da Copa do Mundo participem da iniciativa. Fonte: Site R7 |
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ECONOMIA 16/11/2011 Receita deposita R$ 1,5 bilhão do penúltimo lote de restituições do IR 2011 A Receita Federal depositou nesta quarta-feira (16) o penúltimo lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2011. Praticamente todas as pessoas que não tiveram pendências, mas deixaram a entrega para os últimos dois dias, estão incluídas nesse lote. Ao todo, serão depositados R$ 1,5 bilhão para 1.219.136 contribuintes. Para o exercício de 2011, serão creditadas restituições para 1.155.493 contribuintes, totalizando R$ 1.397.532.413,25, com correção de 6,81 %. De acordo com a Receita, 9.031 contribuintes estão no lote conforme o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741). De 2010, serão creditadas restituições para 36.711 contribuintes, totalizando R$ 64.396.948,07, com correção de 16,96 %, e de 2009, para 15.600 contribuintes, totalizando R$ 23.948.869,03, corrigidos em 25,42 %. Do lote residual de 2008, serão creditadas restituições para 11.332 contribuintes, totalizando R$14.121.769,65, com correção de 37,49 %. Ainda não recebeu a restituição? Se você tem direito à restituição e até agora não teve o dinheiro depositado, pode significar que sua declaração esteja com alguma inconsistência. Para facilitar a vida do contribuinte, a Receita disponibiliza, em sua página na internet, a ferramenta de autorregularização, que permite à pessoa acompanhar o processamento da sua declaração de imposto de renda, verificar a existência de pendências e corrigir eventuais dados incorretos. Fonte: Site Uol |
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ECONOMIA 11/11/2011 Fazenda diz que não vai permitir 'surto' de importação de veículos Com decreto 7.604, IPI maior para importado começa em 16 de dezembro. Entretanto, governo lembra que tem de autorizar importação de carros. O secretário-executivo-adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira, informou nesta sexta-feira (11) que o governo não vai permitir que haja um "surto" de importações de veículos até meados de dezembro - quando começa a valer a alíquota maior do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados de fora do Mercosul, e México, que não tenham 65% de conteúdo regional. Por conta de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o prazo de vigência do aumento do IPI para importados, que seria em outubro, passou para 16 de dezembro. Para regulamentar essa mudança do prazo, o governo publicou nesta sexta-feira, no "Diário Oficial da União", o decreto presidencial 7.604. O secretário-executivo-adjunto do Ministério da Fazenda lembrou que os automóveis importados já estão sob licença não automática de importação. Com isso, o Ministério do Desenvolvimento tem um prazo legal de até 60 dias, de acordo com as regras da Organização Mundial de Comércio (OMC), para liberar as licenças de importação. Oliveira informou que, caso o governo observe que uma determinada companhia esteja importando volumes de carros muito acima da média histórica para o período, poderá aguardar para conceder a licença dentro do prazo total, ou seja, em até 60 dias - quando o IPI já terá sido elevado em 30 pontos percentuais para os automóveis importados. "O governo não vai permitir que isso aconteça [surto de importações]. O governo tem 60 dias para conceder as licenças de importação. Vamos fornecer as licenças dentro de um movimento normal. Mas não vamos permitir que haja surto de importação e também não vamos permitir que haja desabastecimento do mercado", declarou o secretário do Ministério da Fazenda. Fonte: Site Globo - G1 |
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ECONOMIA 25/10/2011 Caderneta de cara nova. Dá pra encarar? O governo Dilma retoma a batalha para alterar a rentabilidade da caderneta de poupança mais de dois anos depois da tentativa feita pela equipe de Lula. O tempo passou, mas o motivo não. É o efeito limitador da rentabilidade da poupança à queda mais acentuada do juro básico do país – a taxa Selic. Mas será que a presidente encara as resistências? O governo estuda “ativamente” a questão, de forma a apresentar ao Congresso um projeto quando a Selic atingir 10% ao ano, relata João Villaverde, do Valor, em reportagem publicada nesta terça-feira. Após dois cortes promovidos pelo Copom, a Selic está em 11,50%. Mas, para o mercado, novas reduções estão agendadas. A primeira, no mês que vem. E pelo menos mais duas reduções são aguardadas para o primeiro trimestre de 2012. Portanto, a Selic a 10% está aí. Em 2009, o governo enfrentou o mesmo dilema com a caderneta. Na ocasião, os principais partidos de oposição manifestaram-se, inclusive em nota conjunta, condenando a intenção de alterar o rendimento da poupança. Os presidentes de PSDB, DEM e PPS assinaram a nota afirmando que a remuneração (juro de 6,17% mais a TR) e isenção do Imposto de Renda deveriam ser mantidos para todos os depositantes. Os parlamentares reagiram à decisão do governo de taxar com IR as cadernetas acima de R$ 50 mil. Mas com o tributo sendo cobrado apenas se a Selic caísse abaixo de 10,50%. Naquele momento – maio de 2009 – a Selic já era menor, de 10,25%, mas o governo avisou que o IR valeria a partir de janeiro de 2010. Lá atrás, a estrutura do recolhimento do IR apresentada pelo governo era de arrepiar. O governo estabeleceu o percentual de rendimento fixo de 0,5% ao mês da poupança para cobrar o Imposto de Renda. Sobre o montante, será deduzido o valor de R$ 250. Após isso, cobra-se um percentual que varia de 0% a 100%, dependendo do patamar da taxa Selic. O fato de 2010 ser ano de eleição só provocou mais confusão. Temia-se que mexer nesse aplicação financeira tão popular acabaria trazendo prejuízos nas urnas. O Banco Central (BC) indiretamente despertou o debate sobre a caderneta quando, na ata do Copom de abril de 2009, reduziu a Selic a 10,25% e afirmou que o Comitê “entende que a continuidade do processo de flexibilização monetária torna premente a atualização de aspectos, resultantes do longo período de inflação elevada, que subsistem no arcabouço institucional do sistema financeiro nacional”. As expressões “flexibilização monetária”, “premente” e “arcabouço institucional” foram combustível para discussão, sendo imediatamente traduzidos como sinal de que o Copom não cortaria mais a Selic se o Ministério da Fazenda não encontrasse uma saída para a indexação da caderneta que impunha limites operacionais à ação do BC. Na próxima quinta-feira, o Copom divulga mais uma ata. O mercado espera que o ciclo de alívio monetário seja confirmado. Logo, os dilemas do governo também serão. Em tempo: o ministro da Fazenda continua o mesmo. Fonte: www.valor.com.br |
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ECONOMIA 18/10/2011 BC divulga nota para esclarecer como Selic é definida Na véspera da decisão sobre o juro básico brasileiro, o Banco Central (BC) divulgou nota em que esclarece os procedimentos para definição da meta Selic. A taxa só é discutida no segundo dia de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e fixada de acordo com o voto da maioria de seus membros. "A decisão é imediatamente informada a toda a sociedade, por meio de nota publicada no sítio do Banco Central na internet e no Sistema de Informações do Banco Central (Sisbacen). Assim, não é possível o conhecimento prévio da decisão", afirma o BC. A nota foi divulgada à imprensa dias após a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) confirmar que está investigando movimentações atípicas no mercado futuro de juros, que teriam ocorrido em meio à decisão do Copom em agosto. O corte de 0,50 ponto percentual da Selic, naquela ocasião, surpreendeu boa parte dos economistas. Fonte: Site Uol (Daniela Machado | Valor) |
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ECONOMIA 14/10/2011 É bom, mas podia ser melhor Bancos e clientes satisfeitos é evento raro. Mais incomum ainda é banco e cliente satisfeitos com renegociações de empréstimos inadimplentes que tornaram-se viáveis nos últimos meses. Os bancos se alegram com a recuperação de créditos. E os clientes, com o nome limpo. Só que essa perspectiva de nirvana é possível apenas para uma parcela de operações levadas por bancos a prejuízo: crédito rural e para pessoas físicas de até R$ 30 mil. Os bancos reconhecem que essa parcela corresponde a 30% do crédito que vai a prejuízo, o que não é desprezível. Isso é bom, mas poderia ser melhor. Essa é a indicação dada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em relatório divulgado nesta semana. Os bancos relatam que as renegociações bem-sucedidas passaram a ser possíveis com a decisão tomada pelo governo no fim do ano passado, que permite às instituições recolher Imposto de Renda e Contribuição sobre Lucro Líquido na mesma velocidade em que tomadores de crédito em recuperação quitam suas prestações. Antes dessa medida, incluída na MP 517 sobre financiamentos de longo prazo, os bancos abriam renegociação com o cliente e, de bate pronto, recolhiam R$ 40 de impostos a cada R$ 100 renegociados. Esse obrigatoriedade levava a custos mais altos de renegociação, com as instituições cobrando entradas mais elevadas dos clientes inadimplentes para evitar o risco de ter prejuízo com tomadores irrecuperáveis ou reincidentes. As entradas subiam porque essas parcelas deveriam cobrir, pelo menos, os impostos devidos pelos bancos. A partir da MP 517, os bancos são tributados sobre as parcelas recebidas e podem, portanto, exigir entradas menores, o que é bom para os bancos e para os tomadores. Indiretamente, a Febraban faz três lembretes ao governo. Primeiro: a ampliação dessa medida a outros segmentos das carteiras de crédito resultaria em resultados fiscais importantes para o governo. Se o índice de recuperação passasse para 50%, a medida teria impacto fiscal superior a R$ 20 bilhões até o ano de 2020. No primeiro semestre deste ano, o índice de recuperação de créditos nos cinco maiores bancos brasileiros alcançou 33,7%, ante 21% do total recuperado em igual período de 2010. Segundo: o crescimento do estoque de crédito no país, que deve dobrar em menos de dez anos, não deve ser desconsiderado, uma vez que essa projeção elevaria o montante de perdas para acima de R$ 100 bilhões ao ano, considerando a taxa atual de inadimplência. Terceiro: cerca de 30% do spread bancário é atribuído à inadimplência. Logo, a redução da inadimplência e o conseqüente impacto nos spreads ajudariam a controlar o comprometimento da renda da população com o pagamento das dívidas nos próximos anos. Fonte: Valor Econômico |
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ECONOMIA 10/10/2011 Receita libera consulta ao maior lote da história do IR. Veja se está nele Serão devolvidos R$ 2,448 bi em restituições a 2,6 mi de contribuintes. Grana cai no dia 17 A Receita Federal liberou nesta segunda-feira (10) a consulta ao quinto lote de restituições do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) de 2011. O maior lote da história já liberado devolverá R$ 2,448 bilhões em restituições a 2,6 milhões de contribuintes. A grana cairá na conta no dia 17, já que o dia 15 é sábado. Veja se você está neste lote da restituição do IRPF O contribuinte que quer saber se entrou no lote deverá acessar a página da Receita na internet (receita.fazenda.gov.br) ou telefonar para o número 146. A boa notícia é que praticamente todo mundo que declarou o IR em 2011 e ainda não recebeu, terá o dinheiro de volta. A correção será de pelo menos 5,93% sobre a grana que ficou retida no ano passado, como afirma o supervisor do Programa do Imposto de Renda, Joaquim Adir. Segundo ele, só em dezembro de 2009 havia sido liberado um lote tão gordo. - Quem ainda não recebeu a restituição do Imposto de Renda é importante que vá à página da Receita Federal na internet e verifique o extrato para ver se não existem pendências. A Receita, para aqueles que entregaram no prazo, já pagou com este lote [o que será restituído este mês] a quase todos. Nos próximos lotes, com raras exceções, estarão apenas as declarações das pessoas que deixaram a entrega para os dois últimos dias. Para os contribuintes que fizeram ou ainda vão fazer a retificação, a previsão é de que eles sejam incluídos no último lote, a ser liberado em dezembro. Adir aconselha que, em caso de pendência, seja feita, o quanto antes, uma declaração retificadora. Será liberada também a consulta a lotes residuais de 2008, 2009 e 2010. O dinheiro estará disponível no dia 17, na conta informada pelo contribuinte. Quanto ao lote residual do exercício de 2010, serão creditadas restituições para um total de 24.665 contribuintes, com correção de 16,08% (referentes aos juros acumulados da Selic desde maio de 2010). Com relação ao lote residual do exercício de 2009, serão creditadas restituições para um total de 6.491 contribuintes, com correção de 24,54%. Do lote de 2008, serão creditadas restituições para um total de 3.031 contribuintes, com correção de 36,61%. Estão previstos ainda mais dois lotes regulares até o final do ano. O último, que dará o dinheiro de quem entregou praticamente no último minuto ou deixou para corrigir erros da declaração por meio de retificadoras, deverá ter a consulta liberada na segunda semana de dezembro. Não há chance de liberação de um superlote até o final do ano, segundo Joaquim Adir. - Não há muita coisa. Tem, claro, aqueles que já retificaram e ficaram para o final e vão receber no último lote, que será no mesmo patamar dos que estão sendo liberados. Não haverá um superlote, mas quem retificou ficará para o último lote. Em 2011, a Receita Federal registrou a entrega de mais de 24 milhões de declarações do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) 2011, ano-base 2010. A Receita lembra que, caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a central de atendimento da instituição financeira. Os números são 4004-0001 (capitais), 0800 729 0001 (demais localidades) e 0800 729 0088 (deficientes auditivos). Fonte: Site R7 |
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ECONOMIA 29/09/2011 Cai número de cheques devolvidos na primeira quinzena de setembro Na primeira quinzena de setembro, foram devolvidos 762 mil cheques. De acordo com a ProScore, o número é 6,7% menor que o registrado no mesmo período de agosto. "Os dados apontam que a inadimplência entre os emitentes de cheques permanece estável, mantendo a tendência dos meses anteriores, com exceção do mês de agosto do ano passado", afirmou o economista e presidente da ProScore, Ivo Barbiero. No mês passado, foram devolvidos 1.681.162 de cheques. De acordo com o economista, esse foi o maior volume de cheques devolvidos, após cinco anos. Pessoas física e jurídica Ainda segundo o levantamento, os cheques devolvidos para pessoa física caíram 6,62%, nos primeiros quinze dias deste mês, na comparação com a primeira quinzena de agosto. No caso das pessoas jurídicas, o recuo foi levemente maior, de 6,93%, na mesma base comparativa. Fonte: Site Uol |
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ECONOMIA 16/09/2011 Receita paga 4º lote da restituição do IR hoje com correção de até 35,67% Receita Federal deposita a grana do 4º lote da restituição do IRPF/2011 (Imposto de Renda de Pessoa Física) nesta quinta-feira (15). O dinheiro virá com correção de até 35,67%, no caso de pouco mais de 3.000 contribuintes que receberão o lote residual de 2008. Essa porcentagem representa a taxa básica de juros acumulada entre maio de 2008 a setembro de 2011 e supera a inflação do período, que ficou perto de 30%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O grupo de contribuintes com direito a receber o lote deste ano – o grosso do pagamento – terá correção de 4,99%. Para descobrir se você está incluído neste lote e vai receber algum dinheiro, basta acessar a página eletrônica da Receita e informar o CPF. O pacote inclui lotes residuais de 2008, 2009, 2010 e o tradicional de 2011. Ao todo, pouco mais de 1 milhão de pessoas vão receber cerca de R$ 1 bilhão. A maior parte dos recursos vai para declarações enviadas este ano: 970 mil contribuintes vão receber R$ 926 milhões. Esse dinheiro vem com a correção de 4,99%. Do total de pessoas, 16.496 são contribuintes que têm prioridade devido ao estatuto do idoso e receberão R$ 44,5 milhões pela declaração de 2011. O lote residual de 2010 vai acertar as contas com outros 24.126 contribuintes, que vão receber um montante de R$ 52,6 milhões. Essa grana virá com correção de 15,14%, patamar acumulado da Selic no período de maio de 2010 até setembro de 2011. Por fim, em relação ao lote residual de 2009, 7.893 pessoas vão embolsar R$ 13,7 milhões, valor que vem com correção de 23,6% (juros de maio de 2009 a setembro de 2011). A Receita informa que, se o dinheiro não cair na conta, o contribuinte deve procurar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la pela internet, por meio do Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF. Se você deixou para entregar a declaração nos últimos dias e não fizer parte do quarto lote, tenha calma porque seu dinheiro vai chegar. O governo deverá devolver dinheiro da restituição do IR/2011 em outras três parcelas – em outubro, em novembro e em dezembro. Em 2011, a Receita Federal registrou a entrega de aproximadamente 24,37 milhões de declarações do IRPF, ano-base 2010. Veja o calendário de pagamento das restituições até dezembro 4º lote – 15 de setembro de 2011 5º lote – 17 de outubro de 2011 6º lote – 16 de novembro de 2011 7º lote – 15 de dezembro de 2011 Histórico de pagamentos Em agosto, a Receita pagou o terceiro lote, que continha cerca de R$ 1,8 bilhão a 1,8 milhão de contribuintes. Cerca de 1,7 milhão faziam parte do lote deste ano e receberam R$ 1,7 bilhão e outros 30,5 mil ganharam R$ 57,8 milhões porque faziam parte do lote residual de 2010. Com relação ao lote residual de 2009, 19,1 mil pessoas restituíram R$ 32,6 milhões e, para o lote residual de 2008, 5.794 contribuintes receberam R$ 9,8 milhões. No segundo lote, pago no dia 15 de julho, quase de 1,7 milhão de pessoas receberam R$ 2 bilhões. O Leão devolveu dinheiro pago a mais para contribuintes que declararam o IR de 2010 (feito sobre o ano calendário de 2009), de 2009 (do ano calendário de 2008) e de 2008 (do ano calendário de 2007). Em junho, a Receita restituiu R$ 2 bilhões a 1.550.877 contribuintes. A maior parte do valor pago foi para o lote deste ano, que beneficiou 1.509.186 contribuintes. Esses brasileiros vão receber pouco mais de R$ 1,9 bilhão. Fonte: r7.com |
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ECONOMIA 16/09/2011 Caixa reduz juros de financiamentos para consumidores e empresas A Caixa Econômica Federal anunciou que decidiu reduzir as taxas de juros nas linhas de financiamento para consumidores e empresas. Segundo o banco, a decisão acompanha a queda da taxa básica de juros, a Selic, de 0,5 ponto percentual ao ano. Para as pessoas físicas, os juros serão reduzidos em 0,73 ponto percentual ao ano. No caso das empresas, a queda chega a 1,53 ponto percentual. Segundo o banco, as novas taxas entrarão em vigor na próxima semana. No segmento de crédito à pessoa física, foram contemplados produtos do grupo crédito pessoal. Entre eles, a antecipação de Imposto de Renda, o crédito pessoal na conta-salário, o crédito direto ao consumidor e o financiamento para pós-graduação, todos com redução de 0,73 ponto percentual na taxa anualizada. Para a pessoa jurídica, a queda abrange por exemplo as taxas de operações de desconto de títulos, com redução de 0,87 ponto percentual, e de capital de giro parcelado, com diminuição de 1,53 ponto percentual. "A queda das taxas neste momento vai refletir na manutenção dos níveis de produção, renda e emprego da economia brasileira, além de melhorar o ambiente para os novos negócios. Nesse sentido, essas reduções vão propiciar às empresas, em especial às de pequeno porte, melhores condições para contratação de crédito –ainda mais positiva nesta época do ano, quando são necessários recursos para o fortalecimento de estoque e o duplo pagamento de salários", destaca a Caixa, em nota. Fonte: Site Uol |
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ECONOMIA 01/09/2011 Mantega promete proteger real de afrouxamento nos EUA O Brasil planeja combater uma eventual nova rodada de estímulo monetário nos Estados Unidos com medidas adicionais para proteger o real e com críticas ao movimento norte-americano no G20, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, à Reuters. Mantega disse que acredita ser improvável uma nova recessão nos EUA e na Europa. Mas afirmou que o Fed provavelmente adotará um terceiro programa de compra de bônus, porque os formuladores de política de lá não têm, segundo ele, outras ferramentas para estimular a economia neste momento de incerteza global. "Infelizmente, não vai ter repercussão (positiva) nos Estados Unidos. Mas vai ter uma repercussão ruim no resto do mundo", afirmou. Mantega fez os comentários na noite de quarta-feira, antes da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) e pediu que a entrevista não fosse publicada antes da abertura dos mercados financeiros brasileiros na quinta-feira. Durante entrevista no seu escritório em Brasília, Mantega passou otimismo sobre a inflação, dizendo que a alta dos preços já está desacelerando a uma taxa consistente com o centro da meta de 4,5%. Ele também disse que o governo pode apertar os gastos mais que o esperado no ano que vem para permitir que o juro básico caia ao longo do tempo. Porém, o ministro disse que os formuladores de política precisam ser ágeis porque a economia local que está mostrando sinais claros de desaceleração será, em grande parte, ditada pelos acontecimentos do exterior. O aumento de liquidez resultante de um terceiro pacote de estímulo nos EUA impulsionaria os preços das commodities e direcionariam os fluxos de capital para economias mais "dinâmicas", como a brasileira, disse Mantega. Mas garantiu que o Brasil não irá permitir que o real, que já é visto como supervalorizado, se fortaleça ainda mais. "A guerra cambial vai se intensificar", disse o ministro, que cunhou no ano passado o termo para descrever como os países estão enfraquecendo suas moedas para tentar uma vantagem no comércio global e assim estimular suas economias. "Nós vamos continuar tomando medidas cada vez mais fortes para impedir a valorização (do real)", disse. "E vamos continuar a tentar persuadir os países no G20 de que eles devem mudar suas políticas." Ele disse que o Brasil está disposto a aumentar o imposto sobre derivativos do nível atual de 1 por cento se os mercados "abusarem" do real e colocarem a moeda distante do atual patamar próximo de R$ 1,60 por dólar. O Brasil tomou várias medidas para limitar a alta do real, como a que permite que o imposto sobre derivativos seja elevado até 25% para tornar menos lucrativa a especulação com a moeda. Elas também permitem que o governo modifique o depósito compulsório, disse Mantega. "Não usamos todas as nossas opções... pegamos a munição, mas não usamos tudo ainda." Desaceleração exige nova estratégia Mantega disse que a economia brasileira está mostrando sinais claros de desaceleração e que o governo está tomando medidas fiscais e outras para lidar com a nova fase de crescimento menor após a força dos últimos anos. Ele disse que o governo não está pronto para revisar oficialmente a projeção de crescimento de 4% para este ano, mas está "avaliando" a meta. Muitos economistas privados reduziram as previsões nas últimas semanas e agora esperam expansão de cerca de 3,8 por cento em 2011. Mantega disse que a inflação está sob controle e que deve subir nos próximos meses a um ritmo consistente com o centro da meta de 4,5%, com uma tolerância de dois pontos percentuais a mais ou a menos. "Na verdade, não tem inflação de 7%. Teve uma inflação do 7% nos últimos 12 meses. Teve. É passado", declarou. "Agora, no presente contínuo, o que nós temos é uma inflação de 4,5%. Porque se você olhar daqui para frente, a inflação prevista a partir de agosto, setembro, até dezembro, a inflação mensal está prevista em 0,3%, 0,4% por mês. É só fazer a conta." Mantega disse que o governo pode elevar a meta de superavit primário para o ano que vem, que atualmente está em 3%. "Nós vamos fazer de novo a meta cheia e se tiver possibilidade vamos poupar ainda mais." Ele disse que o governo está fazendo uma ampla mudança na política fiscal para permitir a queda dos juros ao longo do tempo. "A economia já não precisa de estímulo fiscal agora. Quando ela precisou, nós fizemos. Se tiver que dar estímulo agora, será monetário e não fiscal", disse. Fonte: Site Uol |
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ECONOMIA 26/08/2011 Inflação em SP fica em 0,44% na 3ª prévia IPC-Fipe também mostrou aceleração na comparação com a terceira quadrissemana de julho, quando havia registrado inflação de 0,26% O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), apresentou variação de 0,44% na terceira quadrissemana de agosto, depois de ter fechado a segunda prévia do mês com alta de 0,41%. O indicador, que mede a inflação da cidade de São Paulo, ficou dentro das estimativas dos analistas consultados pela Agência Estado, que iam de 0,39% a 0,48%, com mediana de 0,45%. O IPC também mostrou aceleração na comparação com a terceira quadrissemana de julho, quando havia registrado inflação de 0,26%. Os preços do grupo Habitação haviam subido 0,49% na segunda prévia de agosto e tiveram desaceleração para 0,40% no terceiro levantamento. Já no grupo Alimentação, os preços saíram de uma alta de 0,57% para novo forte avanço de 0,81% no mesmo intervalo de comparação - foi o item que, na variação ponderada, mais contribuiu para a inflação. O grupo Transportes, que registrara inflação de 0,10% no segundo levantamento de agosto, caiu levemente para 0,08% na terceira quadrissemana de agosto. No grupo Despesas Pessoais, os preços tiveram desaceleração. Saíram de 0,17% na segunda quadrissemana deste mês para uma deflação de 0,06% nesta terceira prévia - foi o item que menos contribuiu para o IPC. Já o grupo Saúde, que encerrou no segundo intervalo de agosto com 0,69%, teve desaceleração para 0,63%. Em Vestuário, os preços saíram de uma aceleração de 0,53% na segunda prévia de agosto para uma forte alta de 1,24% neste terceiro levantamento. Finalmente, em Educação, os preços desaceleraram de 0,14% na segunda quadrissemana de agosto para 0,12% no atual levantamento. Veja como ficaram os grupos que compõem o IPC na terceira quadrissemana do mês de agosto: Habitação (0,40%); Alimentação (0,81%); Transportes (0,08%); Despesas Pessoais (-0,06%); Saúde (0,63%); Vestuário (1,24%); e Educação (0,12%). Fonte: www.estadao.com.br |
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ECONOMIA 15/08/2011 Mercado prevê inflação menor este ano, apura BC O mercado financeiro reduziu pela segunda semana consecutiva sua estimativa para a inflação após o aumento da instabilidade nos mercados globais, mostrou o relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira. A previsão para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano caiu de 6,28% para 6,26%, e a do próximo de 5,27% para 5,23%. O prognóstico para a taxa nos próximos 12 meses, por outro lado, aumentou, de 5,42% para 5,44%. Na semana passada, o mercado global teve um dos períodos de maior volatilidade da história após o rebaixamento da nota de dívida americana pela Standard & Poor's e em meio à preocupação com um agravamento da crise da dívida na Europa. Os investidores também temem uma possível volta à recessão da economia global. Isso, no entanto, poderia reduzir os preços das commodities, o que é uma boa notícia para a inflação brasileira. Além disso, o BC tende a ser mais cauteloso em meio a uma crise, por isso a redução na estimativa do mercado para o juro. A meta do governo para a inflação nos dois anos tem centro em 4,5% e tolerância de dois pontos percentuais. A estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano passou de 3,94% na semana passada para 3,93%. Em 2012, a previsão continua de 4%. A estimativa para a Selic neste ano e no próximo se manteve estável a 12,50%. As instituições Top 5 de médio prazo, as que mais acertam as projeções, também preveem taxa básica de juros (Selic) estável a 12,50% até o final do ano que vem pelo menos, de acordo com a mediana das estimativas. O prognóstico para a taxa de câmbio no final deste ano permaneceu em R$ 1,60 por dólar. A projeção no final de 2012 foi mantida em R$ 1,65. Fonte: Site Terra |
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ECONOMIA 05/08/2011 Receita libera na segunda consulta ao 3º lote do IR 2011 A Receita Federal libera na segunda-feira (8), às 9h (horário de Brasília), a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2011, de acordo com a assessoria de imprensa do órgão. No entanto, ainda não há informações sobre quantas pessoas receberão o dinheiro e nem o valor que será pago. Na segunda, o contribuinte poderá checar se teve a declaração liberada pela página da Receita na internet ou pelo Receitafone (146). O dinheiro será liberado no banco no próximo dia 15. No mês passado, a Receita também liberou a consulta ao lote no dia 8. Foram creditadas restituições para 1.646.075 contribuintes, totalizando R$ 1,9 bilhão, já com a correção de 2,95%. PENDÊNCIAS O contribuinte pode acompanhar o processamento de sua declaração, verificar pendências e corrigir dados incorretos, diretamente no site. A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da internet, mediante preenchimento do Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF. A Receita Federal informa, também, que, caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Os demais lotes serão liberados nas seguintes datas: 4º - 15 de setembro 5º - 17 de outubro 6º - 16 de novembro 7º - 15 de dezembro Fonte: Folha.com |
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ECONOMIA 05/08/2011 Combustíveis encarecem de novo e fazem inflação nacional estourar o limite em julho IPCA acumulado em 12 meses ficou em 6,87%. Taxa é a maior desde junho de 2005 O preço dos combustíveis voltou a subir em julho e fez a inflação se distanciar ainda mais do limite máximo definido pelo governo. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ficou em 6,87% no período de agosto do ano passado a julho deste ano (12 meses), enquanto o teto do governo é de 6,5%. Em uma conta simples, a alta é a seguinte: se uma cesta básica custava R$ 100 em agosto, agora ela valeria R$ 106,87. O governo gostaria que ela estivesse custando, no máximo, R$ 106,50. Este foi o maior percentual visto para a inflação desde junho de 2005, quando os preços acumulados em 12 meses haviam subido 7,27%. Desde abril a inflação está em patamar acima do teto do governo, de 6,5%. Se considerada somente a mudança de preços entre junho e julho, o IPCA passou de um aumento de 0,15% para uma alta de 0,16%, o que não é de preocupar porque representa quase uma estabilidade. Ainda assim, o governo tem atuado para controlar a inflação ao aumentar os juros e dificultar o crédito ao consumidor. Sozinhos, os combustíveis foram os que mais empurraram o índice para cima. Após a queda de preços vista em junho (de 4,25%), eles tiveram aumento de 0,47% no mês passado. O etanol, que havia ficado 8,84% mais barato em junho, encareceu 4,01%; a gasolina foi de -3,94% para 0,15% no mesmo período. Considerando a inflação de 0,16% do mês passado, sozinhos, os transportes responderam por 0,09 pontos percentuais. Em outras palavras, o custo de abastecer o carro ou de pegar um ônibus representou mais da metade de todos os aumentos de preços registrados no país. Face à alta dos combustíveis, o grupo transporte, que havia ficado em -0,61% em junho, foi para 0,46% em julho. O grupo teve, ainda, a contribuição do aumento das tarifas dos ônibus interestaduais tendo em vista o reajuste médio a partir do dia primeiro de julho. Houve influência, também, de aumentos nos itens conserto de automóveis, pedágio, além das passagens aéreas. Ainda pesou no bolso dos brasileiros os novos aumentos dos salários dos empregados domésticos. Em junho, os custos para manter um trabalhador doméstico em casa haviam aumentado 0,33%. Em julho, os preços subiram 1,26%. Apesar desse aumento, o grupo despesas pessoais (que inclui os gastos com serviços de domésticos e outros) desacelerou de 0,67% para 0,49% entre um mês e outro. Isto se deu em função, principalmente, da queda de preços dos serviços de cabeleireiro e aos serviços bancários. As despesas com habitação também subiram menos, apesar da alta dos artigos de limpeza e da taxa de água e esgoto. A boa notícia é que ficaram mais baratos os aluguéis residenciais, o condomínio e a mão-de-obra para reparos. Os gastos com saúde e cuidados pessoais desaceleraram por causa do barateamento dos remédios. Os artigos de residência e o vestuário também tiveram pouco efeito na inflação final do mês. O IBGE diz que os preços só não subiram mais por causa dos alimentos mais baratos em julho. A queda de -0,26% em junho foi intensificada para -0,34% em julho. Vários os produtos ficaram mais baratos, especialmente o tomate e as carnes. Fonte: Site R7 |
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ECONOMIA 01/08/2011 Dólar atingiu menor cotação dos últimos 12 anos, mas não é bom investimento Para apostar na moeda, é preciso ter muito tempo e conhecimento; aos turistas a hora é ideal para começar a comprar a moeda Desde janeiro o dólar já perdeu 6,67% em relação ao real. Hoje, a moeda americana vale R$ 1,55. Para quem tem nos planos uma viagem ao exterior, o cenário é ótimo. Aos que gostam de consumir produtos importados também. Os investidores que apostam no câmbio, no entanto, estão vendo seus recursos minguarem. Especialistas em finanças pessoais alertam para o risco de investir em dólar e dão recomendações de compra gradual da moeda aos turistas, para evitar exposição. "Não recomendo dólar para nenhum investidor", diz, taxativamente, Alexandra Almawi, economista da Lerosa Investimentos. "É uma forma de diversificar a carteira. Mas pouco dinheiro deve ser colocado lá", rebate Fábio Colombo, administrador de investimentos. "Só dá para ganhar no curtíssimo prazo e com muito conhecimento", pondera Luiz Ramos, diretor do Grupo Fitta. Embora haja algumas divergências de opinião entre os especialistas em investimentos quando o assunto é dólar, a advertência de que câmbio é investimento para quem tem tempo e muito conhecimento é unânime. "Se o investidor souber que haverá, por exemplo, uma medida do governo para desvalorizar o real diante do dólar, aí sim é possível ter ganho. Mas percebe como o risco é grande?", questiona Alexandra. Os fundos cambiais, diz Colombo, funcionam como uma forma "de seguro para investidores com perfil conservador e moderado, com visão de longo prazo". Mas, como a cotação está bem baixa (a mais baixa dos últimos 12 anos, diga-se), surge uma janela de oportunidade para ganhar com a moeda. "Então, se houver a perspectiva de alta no longo prazo, pode-se ganhar com esse investimento", diz Ramos. A perspectiva, porém, não é de alta. "País bom para apostar é o Brasil, não mais os Estados Unidos", garante Alexandra Almawi. No fim de 2002, a moeda americana teve um pico em relação ao real e bateu R$ 3,99. De lá pra cá, a curva do dólar entrou em queda (como mostra o quadro ao lado). "Por isso, os fundos cambiais foram praticamente extintos do mercado", comenta a economista da Lerosa Investimentos. "Não havia ganho e logo os poucos interessados também desistiram da modalidade", emenda. Turismo. Aos que estão planejando uma viagem ao exterior, a cotação atual da moeda é bem atrativa. "Comprar aos poucos para fazer uma média do preço é a melhor opção", avalia Rogério Bastos, diretor da consultoria FinPlan. Para o especialista, a moeda ainda pode sofrer novas quedas. "Estamos próximos do piso, mas o dólar ainda pode cair um pouco mais, talvez até R$ 1,50", avalia. Fonte: www.estadao.com.br |
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ECONOMIA 01/08/2011 Mercado financeiro eleva previsão de inflação de 2012 para 5,3% Porém, estimativa para taxa de juros recua para 12,50% ao ano em 2012. Mercado eleva expectativa de crescimento do PIB de 2011 para 3,96%. Os economistas do mercado financeiro mantiveram sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano em 6,31%, mas elevaram sua estimativa para a inflação em 2012 de 5,28% para 5,30%, informou o Banco Central nesta segunda-feira (1) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. O documento é fruto de pesquisa do BC com os bancos. A expectativa do mercado para o IPCA do próximo ano avançou pela segunda semana consecutiva. Sistema de metas de inflação Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas. Neste momento, a autoridade monetária já está nivelando a taxa de juros para atingir a meta do próximo ano. Em 12,50% ao ano, a taxa está no patamar mais alto desde o começo de 2009. Para 2011 e 2012, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Juros Sobre a taxa de juros, a expectativa dos analistas dos bancos permaneceu em 12,75% ao ano para o fechamento de 2011 - que considera mais uma elevação no fim de agosto. Atualmente, os juros estão em 12,50% ao ano. Para o fechamento de 2012, porém, a previsão reuou de 12,75% para 12,50% ao ano. Deste modo, os economistas passaram a esperar uma redução de 0,25 ponto percentual nos juros no próximo ano. Crescimento econômico e câmbio O mercado financeiro também subiu, na semana passada, a sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 de 3,94% para 3,96%. Para 2012, a previsão do mercado de crescimento da economia brasileira permaneceu estável em 4%. Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2011 permaneceu inalterada em R$ 1,60 por dólar. Para o fechamento de 2012, a previsão do mercado financeiro para a taxa de câmbio ficou estável em R$ 1,65 por dólar. Balança comercial A projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2011 subiu de US$ 20,9 bilhões para US$ 21 bilhões na semana passada. Para 2012, o BC revelou nesta segunda-feira que a previsão dos economistas para o saldo da balança comercial recuou de US$ 10,07 bilhões para US$ 10,03 bilhões de superávit. No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado para o ingresso de 2011 ficou estável em US$ 55 bilhões. Para 2012, a projeção de entrada de investimentos no Brasil permaneceu intalterada US$ 50 bilhões. Fonte: Site Globo - G1 |
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ECONOMIA 15/07/2011 Agentes fiscais vão a shoppings para explicar sobre Nota Fiscal Paulista Entre os dias 18 e 22 de julho será realizada uma ação da Secretaria da Fazenda em cinco shoppings da cidade de São Paulo, com o objetivo de atender consumidores interessados em informações sobre o programa da Nota Fiscal Paulista. O furgão da DRTC-III (Delegacia Regional Tributária da Capital III) se posicionará no estacionamento dos shoppings e estarão equipados com notebooks e acesso à internet, além de uma equipe preparada para atender o público. Shoppings Em um sistema de rodízio, os agentes ficarão, de cada vez, em um dos cinco shoppings selecionados, para explicar à população sobre os benefícios da Nota Fiscal Paulista, que devolve até 30% do ICMS recolhido aos consumidores que inserirem CPF ou CNPJ no documento fiscal no momento da compra. Os plantões acontecerão no shopping Eldorado (18/07), SP Market (19/07), Ibirapuera (20/07), Plaza Sul (21/07) e Butantã (22/07), sempre das 11h30 às 17h30. Os consumidores poderão também efetuar o desbloqueio de senhas no sistema. Fonte: Site Uol |
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ECONOMIA 08/07/2011 Consumidor procura menos crédito neste ano Demanda por empréstimos avançou 13,7%, menos do que em 2010. Baixa renda lidera busca O brasileiro ainda quer grana emprestada para consumir, mas ele tem procurado cada vez menos se enfiar em um financiamento. Uma pesquisa da empresa de análise de crédito Serasa Experian mostrou que a demanda do consumidor por crédito cresceu 13,7% no primeiro semestre. O número é menor do que o visto nos semestres anteriores - alta de 16,6% na primeira metade de 2010 e de 16,2% na segunda. As famílias de baixa renda, com salários de até R$ 50 por mês, foram as que mais procuraram dinheiro emprestado nestes seis meses. A procura aumentou 34,8% entre janeiro e junho na comparação com o começo de 2010, segundo o levantamento da Serasa divulgado nesta sexta-feira (8). Em segundo lugar, aparecem os consumidores que ganham entre R$ 5.000 e R$ 10 mil por mês (alta de 19,2%). O ritmo de procura por empréstimos e financiamentos foi menor entre as famílias que ganham de R$ 1.000 a R$ 2.000 (alta de apenas 7,2%). Essa desaceleração é um dos resultados das medidas adotadas pelo governo para controlar a inflação. Desde o final do ano passado, o BC (Banco Central) promoveu mudanças nos compulsórios (que é a grana que os bancos são obrigados a deixar depositada no BC) para empréstimos de longo prazo, aumentos das taxas de juros e reajuste da cobrança do IOF para compras no exterior. Em junho, a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) desacelerou para o menor nível em dez meses ao ficar em 0,15% na comparação com maio. Mas a grande preocupação é o número que compara o aumento de preços no mês passado com o mesmo mês de 2010. Nesse quesito, o IPCA ficou em 6,71% nos 12 meses que vão de julho de 2010 a junho deste ano. Esse é o maior valor desde 2005. O problema é que a meta oficial de inflação do governo é de 4,5% para este ano, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso significa que pode chegar a 2,5% ou subir a 6,5%. Segundo os economistas da Serasa Experian, a desaceleração esperada era maior, mas novas quedas do consumo devem ocorrer daqui para frente como resultado “das medidas do governo”. No primeiro semestre de 2011, a maior alta da demanda dos consumidores por crédito ocorreu na região Nordeste: crescimento de 17,1% em relação ao primeiro semestre de 2010. Na região Norte, a alta foi um pouco menor (14,2%), seguida pelas altas no Sudeste e no Centro-Oeste (13,3% e 13%, respectivamente). A última colocação ficou com os consumidores da região Sul (11,9%). O levantamento da Serasa Experian leva em conta o número de consultas aos CPFs dos consumidores na base de dados da empresa. Fonte: Site R7 |
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ECONOMIA 08/07/2011 Receita libera consulta ao 2º lote de restituições do IR 2011 A Receita Federal abriu nesta sexta-feira (8) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2011. Também foi liberada consulta a lotes residuais do Imposto de Renda de 2010, 2009 e 2008. Para saber se foi incluído nos lotes, o contribuinte deve acessar a página da Receita Federal ou ligar para o telefone 146. O dinheiro será depositado na conta corrente indicada pelo contribuinte na sexta-feira da próxima semana (dia 15). Do exercício de 2011, serão creditadas restituições para 1.646.075 contribuintes, totalizando R$ 1,9 bilhão, já com a correção de 2,95%. Do exercício de 2010, serão pagas restituições para 31.186 contribuintes, que somam R$ 60,7 milhões já acrescidos de 13,10 %. Com relação ao lote residual do exercício de 2009, serão creditadas restituições para 10.229 contribuintes, que totalizam R$ 17 milhões, corrigidos em 21,56%. Do lote de 2008, serão creditadas restituições para 6.120 contribuintes, totalizando R$ 12 milhões, já corrigidos em 33,63 % A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la pela internet, por meio do preenchimento do Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF. Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá ir a qualquer agência do Banco do Brasil (BB) ou ligar para a Central de Atendimento do BB – cujos telefones são 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Fonte: Site Uol |
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ECONOMIA 01/07/2011 Superávit da balança sobe 64,6% no primeiro semestre, para US$ 12,9 bi Alta das 'commodities' tem contribuído para crescimento do saldo comercial. Exportações batem recorde em junho, e saldo positivo soma US$ 4,43 bi. A balança comercial brasileira registrou superávit (exportações menos importações) de US$ 12,98 bilhões no primeiro semestre deste ano, informou nesta sexta-feira (1) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Isso representa um crescimento de 64,6% frente ao mesmo período de 2010, quando o saldo positivo somou US$ 7,88 bilhões. O aumento do saldo comercial neste ano está relacionado, principalmente, com a elevação dos preços das chamadas "commodities" (produtos básicos com cotação internacional, como alimentos, petróleo e minério de ferro, entre outros) no mercado externo. Com o preço em alta, as vendas externas se tornam mais rentáveis - o que aumenta o valor das exportações. De acordo com números do governo, as vendas externas somaram US$ 118,3 bilhões no primeiro semestre de 2011, com crescimento de 31,6% sobre o mesmo período do ano passado. Ao mesmo tempo, as importações totalizaram US$ 105,3 bilhões nos seis primeiros meses deste ano, com elevação de 28,5%. Mês de junho Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, o superávit da balança comercial brasileira somou US$ 4,43 bilhões em junho deste ano, com forte crescimento de 95,4% frente ao mesmo período do ano passado, quando o saldo positivo totalizou US$ 2,26 bilhões. No último mês, as exportações somaram US$ 23,69 bilhões, ou US$ 1,12 bilhão por dia útil. Tanto pelo valor total exportado, ou pela média diária, os números são os mais altos da série histórica disponibilizada pelo Ministério do Desenvolvimento, que começa em 1995. Sobre junho de 2010, o crescimento das vendas externas foi de 38,6%. No caso das importações, ainda segundo números do governo federal, elas somaram US$ 19,26 bilhões em junho deste ano, ou US$ 917 milhões por dia útil. Os valores não representam recorde histórico. O maior valor importado foi registrado em maio deste ano (US$ 19,68 bilhões). Já a maior média diária de compras do exterior aconteceu em abril de 2011 (US$ 963 milhões por dia útil). Ano de 2010 e previsões No ano passado, com o forte crescimento das importações, fruto do elevado ritmo de crescimento da economia brasileira (acima de 7,5%) e do dólar baixo - fator que encarece as vendas externas e tornam as compras do exterior mais baratas - o saldo comercial ficou positivo em US$ 20,27 bilhões, o valor mais baixo em oito anos. Os economistas de instituições financeiras acreditam que, mesmo com um crescimento menor da economia (cerca de 4%) e com um dólar desvalorizado, a balança comercial brasileira, principalmente por conta da alta dos preços das "commodities", deve "empatar" com o superávit registrado em 2010 e registrar um saldo positivo de US$ 20 bilhões neste ano. O desempenho da balança comercial em 2011 tem surpreendido os analistas, visto que, no início deste ano, o mercado financeiro acreditava que o superávit ficaria abaixo de US$ 10 bilhões. Com os bons números dos últimos meses, este dado tem sido constantemente revisado para cima. Fonte: Site Globo - G1 |
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ECONOMIA 01/07/2011 Venda de veículos cresce 10% no semestre, com 1,74 milhão de unidades Volume é recorde para o período; em junho, foram comercializadas 304,4 mil unidades, alta de 15,8% A indústria automobilística encerra o semestre com vendas de 1,737 milhão de veículos, incluindo caminhões e ônibus, volume recorde para o período e alta de 10% em relação à primeira metade de 2010. Em junho, foram comercializados 304,4 mil unidades, 15,8% a mais que no mesmo mês do ano passado, mas 4,46% abaixo dos resultados de maio, até agora o melhor mês do ano, com 318,5 mil veículos vendidos. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) projeta até dezembro vendas totais de quase 3,7 milhões de veículos, alta de 5% na comparação com as 3,51 milhões de unidades vendidas em 2010. Ou seja, a expectativa é de um crescimento menor nessa segunda metade do ano, já que atualmente o ritmo do crescimento acumulado está na casa dos dois dígitos. Os dados foram obtidos com fontes do mercado. Fonte: www.estadao.com.br |
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ECONOMIA 17/06/2011 Ata do Copom sinaliza mais aumento de juros; saiba quais os melhores investimentos O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central divulgou nesta quinta-feira a ata da última reunião, quando os diretores decidiram por aumentar a Selic (taxa básica de juro) em 0,25 ponto percentual (p.p.), para 12,25% ao ano. Na ata, o comitê aponta para um processo de ajuste “gradual” da política monetária brasileira, deixando aberto o caminho para novas elevações do juro básico ao longo deste ano. Ao mesmo tempo, a ata sinaliza que houve alguma melhora na inflação. Neste cenário, os especialistas em investimentos continuam a apontar a renda fixa como a melhor opção no momento. “Este é mais um sinal de que o horizonte continua mais favorável para a renda fixa do que para a renda variável”, ressalta o professor de economia da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Fábio Gallo. De acordo com ele, o brasileiro deve aproveitar a alta taxa de juros a seu favor, por meio dos investimentos. “Esta taxa de juros alta continua, disparada, a maior taxa de juro real do mundo”, afirma. Segundo o professor, os fundos DI e os títulos do Tesouro Direto são os melhores investimentos para aproveitar a alta dos juros. “Tanto os títulos prefixados quanto os pós-fixados estão com rendimentos bastante atrativos, acima de 12% ao ano”, afirma Gallo. Pós- fixados atrelados à Selic Para o Gerente de Gestão de Investimentos da consultoria Lecca, Georges Gerbauld Catalão, neste cenário, a melhor opção de investimento são os fundos ou títulos de renda fixa pós-fixados atrelados à Selic. “Com esta perspectiva de alta, ainda é o momento de investir em títulos que acompanhem o avanço das taxas de juros”, acredita o profissional. Segundo ele, o CDB pós-fixado também é uma opção interessante, já que é atrelado ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e tem garantido um rendimento líquido acima de 10% ao ano. Entretanto, os especialistas ressaltam que é importante negociar uma taxa de ao menos 98% do CDI com o banco, para que o investimento valha a pena. Prefixados O executivo ressalta que ainda é um pouco arriscado investir em títulos prefixados, devido às incertezas quanto ao término do aperto monetário. “O consenso do mercado é que haja mais uma elevação da Selic de 0,25 p.p.. Mas se, por algum motivo, o BC resolver continuar subindo os juros, quem comprou títulos prefixados agora não vai se dar bem”, afirma. Segundo ele, neste caso, o melhor é aguardar mais um pouco as próximas definições do Copom, para optar por este tipo de título. “Neste momento, acho que o ideal mesmo é optar pelos pós-fixados ligados à Selic”, enfatiza. Pós-fixados atrelados à inflação No caso dos títulos pós-fixados atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), ele ressalta que a própria ata do Copom mostrou um cenário um pouco mais favorável para os preços. “Os títulos baseados na inflação foram um excelente investimento no final do ano passado e no primeiro trimestre deste ano. Com uma perspectiva um pouco melhor para a inflação, este tipo de investimento não vai ter a mesma rentabilidade que apresentou nos primeiros meses do ano”, diz. Fundos de investimento O professor da PUC também lembra que o investidor pode optar por fundos de renda fixa, lembrando sempre que as taxas de administração são mais caras do que quando se opera via Tesouro Direto. “Quando você quer comer, mas não tem tempo ou não sabe cozinhar, a solução é procurar alguém que cozinhe para você. Você paga por isso, mas é a melhor maneira de aproveitar aquela oportunidade”, compara Gallo. Bolsa de Valores De acordo com o gerente da Lecca, o investimento em renda variável ainda exige um pouco mais de cautela, devido, principalmente, ao cenário externo. “O grande empecilho da bolsa no início do ano era o cenário interno. Agora, tivemos uma melhora da situação econômica nacional, com o arrefecimento da inflação, mas o cenário externo piorou, com muitas dúvidas sobre a situação fiscal dos países periféricos europeus, especialmente a Grécia, além de dados ruins da economia norteamericana”, afirma Catalão. De acordo com ele, diante disso, a bolsa pode ser uma boa opção para aqueles que pretendem operar no longo prazo, em um horizonte de no mínimo doze meses. “Existem ações de empresas que estão baratas e há uma perspectiva de valorização no longo prazo”, aponta o profissional. Fonte: Site Uol |
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ECONOMIA 08/06/2011 Receita libera consultas ao primeiro lote do IR 2011 A Secretaria da Receita Federal liberou nesta quarta-feira (8), às 9h, as consultas ao primeiro lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2011. As consultas podem ser feitas por meio do site da Receita na internet, ou pelo telefone 146. Os valores das restituições, por sua vez, poderão ser sacados a partir do dia 15 de junho. Ao todo, são sete lotes de restituição, entre junho e dezembro de cada ano. Segundo o Fisco, 1,5 milhão de contribuintes estão inseridos no primeiro lote de restituições do IR deste ano. O valor do pagamento será de R$ 1,9 bilhão. Deste número total de contribuintes, porém, a maior parte (1,3 milhão) é de idosos com mais de 60 anos. A prioridade para os idosos já acontece há vários anos, em cumprimento ao Estatuto do Idoso. Em junho do ano passado, por exemplo, 1,47 milhão de contribuintes foram incluídos no primeiro lote do IR, sendo 1,22 milhão de idosos. A ordem de recebimento das restituições do Imposto de Renda tem por base, além do Estatuto do Idoso, a data de entrega da declaração de ajuste anual. Quem enviou o documento primeiro, sem erros ou omissões, recebe a restituição mais cedo. Neste ano, o prazo foi do início de março até o final de abril. Mais de 24 milhões de pessoas enviaram a declaração em 2011. Centro de Atendimento Virtual A Receita Federal lembra que os contribuintes não precisam esperar para saber se há inconsistências em sua declaração. Elas podem acessar o extrato do Imposto de Renda, no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte), para saber se há erros, pendências ou inconsistências em suas declarações. Para entrar no seu extrato, porém, ele terá de obter um código de acesso. Neste caso, deverá informar o seu CPF, a data de nascimento e os recibos do IR de 2010 e de 2011. Na ausência do recibo, poderá ser pedido o título de eleitor. Em posse da informação de que há erros ou inconsistências em sua declaração do IR, o contribuinte pode enviar uma declaração retificadora e, com isso, retirar seu CPF da chamada malha fina do leão. Quando entram na malha fina, as declarações dos contribuintes ficam retidas para correção dos erros, e as eventuais restituições são pagas somente após a questão ter sido resolvida - nos chamados lotes residuais do IR. No extrato do IR, o contribuinte também poderá acompanhar o pagamento do imposto e alterar opções referentes ao débito automático das cotas. Com o serviço, os contribuintes também poderão parcelar débitos em atraso do IR ou outras pendências com a Receita Federal ou a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Fonte: Site Globo - G1 |
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ECONOMIA 02/06/2011 Ipea: 19% dos internautas fazem compras pelo computador Pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que 19% dos usuários da internet fizeram compras pela rede mundial de computadores em 2009, no chamado e-comerce. Dos 63 milhões de internautas brasileiros, quase 12 milhões utilizaram a rede para adquirir produtos ou contratar serviços. Dados divulgados no ano passado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lembrados pelo Ipea na pesquisa divulgada hoje, apontam potencial de crescimento da produtividade das empresas de e-comerce no Brasil e no México de 260% nos próximos anos. Por isso, o instituto recomenda "a melhora na qualificação dos trabalhadores através da implementação de políticas públicas, inclusive na área da tecnologia da informação". Segundo o Ipea, apesar da potencialidade que pode ser explorada, o comércio varejista online apresentou elevada taxa de crescimento no período de 2003 a 2008. A receita com as vendas via internet cresceu de R$ 2,4 bilhões em 2003 para R$ 5,9 bilhões em 2008, uma ampliação de 145%. Em 2003, a internet foi usada como meio para compras em 1.305 canais de venda no Brasil, número que subiu para 4.818 em 2008 (crescimento de 269%). A pesquisa não incluiu as compras feitas em lojas virtuais do exterior, computando apenas os negócios envolvendo empresas instaladas no País. Em 2009, nas áreas urbanas, compraram produtos e contrataram serviços pela internet 20% dos usuários de computadores. Na área rural, esse percentual foi apenas 9%. No total, a proporção de homens que fazem compras pelo computador foi de 22% dos usuários, enquanto a de mulheres atingiu 17%. De acordo com a pesquisa, o perfil predominante dos consumidores internautas é de pessoas com maior grau de escolaridade, com renda acima da média nacional e na faixa etária entre 25 e 59 anos de idade. Com a pesquisa, o Ipea tenta explicar porque considera baixo o número de empresas nacionais que vendem pela internet. As 4.818 que mantiveram canais de venda virtual em 2009 representaram apenas 0,4% do total de varejistas do País e a receita com negócios via rede ficou 1% inferior à receita total do comércio varejista brasileiro. Segundo análise do instituto, "a taxa de crescimento foi elevada a partir de 2003, mas a base ainda é pequena em relação ao total do setor". Das quase 5 mil empresas comerciais que vendem pela internet, cerca de mil tem menos de 20 empregados. As vendas, em volume, são maiores nas áreas de joias, bijouterias, metais preciosos, artigos funerários, animais vivos, construção civil e produtos eletrônicos. Os negócios malsucedidos feitos pela internet não foram alvo da pesquisa, que apenas detectou a existência de transtornos por deficiência de tecnologia ou despreparo dos internautas novatos, que não conhecem ou usam mecanismos de proteção adequados nos computadores, como programas antivirus. Outra constatação foi a deficiência de qualificação na área da tecnologia de informação (T&I) das empresas, que foi apontada como "um gargalo para o desenvolvimento tecnológico e setorial", segundo o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea Luis Claudio Kubota. Fonte: Terra.com |
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ECONOMIA 02/06/2011 Ritmo de inflação tem forte queda em São Paulo, indica Fipe São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), encerrou o mês de maio com alta de 0,31%. Essa taxa ficou bem abaixo da registrada no fechamento de abril (0,70%) e é a menor variação quadrissemanal desde a segunda prévia de setembro do ano passado (0,21%). Esse resultado reflete, principalmente, a queda na velocidade de correção de preços nos grupos alimentação com 0,19% ante 0,46% (em abril) e transportes também com variação de 0,19% ante 1,44% (em abril). Os índices de alta também foram menores nos grupos habitação (de 0,35% para 0,24%); despesas pessoais (de 0,85% para 0,41%) e saúde (de 1,55% para 0,69%). Nos demais grupos houve um avanço do IPC. Em vestuário, o aumento foi de 1,10% ante 0,68% e em educação a taxa ficou em 0,10% ante 0,04%. Fonte: Agência Brasil |
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ECONOMIA 27/05/2011 Conta de luz: consumidores receberam R$ 360,24 mi em compensações em 2010 Nos 12 meses do ano passado, os consumidores de energia elétrica receberam R$ 360,24 milhões em compensação por interrupções no fornecimento de energia elétrica. De acordo com dados publicados nesta sexta-feira (27) pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), no ano passado, foram pagas 94,89 milhões de compensações, sendo que o maior número delas concentrou-se no Sudeste (35,48 milhões). Em termos de valores, porém, a região Norte foi a campeão de 2010, totalizando R$ 114,5 milhões, contra R$ 111,88 milhões no Sudeste. Na primeira região, foram feitos 18,58 milhões de pagamentos. Compensação Ainda segundo a Aneel, dentre os motivos que levaram as empresas de energia a praticarem as compensações, estão o descumprimento dos indicadores individuais de duração de interrupção por unidade consumidora, a frequência equivalente de interrupção por unidade consumidora e a duração máxima de interrupção contínua por unidade consumidora. Os clientes que têm direito ao ressarcimento devem ter o valor devido creditado na fatura em até dois meses após o período de apuração, que corresponde ao mês no qual ocorreram as interrupções. Fonte: Site Uol |
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ECONOMIA 23/05/2011 Mercado reduz projeção para o IPCA neste ano, mas eleva a de 2012 Pela terceira semana seguida, o mercado financeiro reduziu a projeção para inflação medida pelo IPCA, que passou de 6,31% para 6,27%, segundo dados divulgados há pouco pela pesquisa Focus do Banco Central. Para 2012, no entanto, na mediana das expectativas, o IPCA subiu de 5% para 5,10%. Para os próximos 12 meses à frente, suavizados, a projeção do mercado passou de 5,22% para 5,11%. Entre as cinco instituições que mais acertam projeções de médio prazo - TOP5 -, a estimativa para o IPCA 2011 recuou de 6,41% para 6,16% e para 2012, de 5,45% para 5,41%. A inflação para o mês de maio teve ligeiro aumento, de 0,46% para 0,48%, enquanto para junho cedeu de 0,20% para 0,13%. A estimativa para o IPC medido pela Fipe em 2011 subiu de 5,90% para 5,92% e para 2012 ficou estável em 4,79%. IGP-DI A projeção no mercado financeiro para o IGP-DI deste ano recuou de 6,94% para 6,89%, segundo a pesquisa Focus. Assim como para o IPCA em 2001, foi a terceira queda seguida desse indicador. A projeção para o IGP-M em 2011 teve ligeira queda, passando de 6,81% para 6,80%, no segundo recuo seguido. Para 2012, os dois indicadores seguem com projeção de 5%. As estimativas para a alta nos preços administrados ficaram estáveis em 4,95% para 2011 e 4,50% para 2012. Selic Para o fim deste ano, o mercado financeiro segue esperando a Selic em 12,50% e para o fim do próximo ano, em 12,25%. O mercado elevou de 12,32% para 12,40% a estimativa para a média da taxa Selic em 2012. Para 2011, a previsão para a Selic média foi mantida em 12,16%. A projeção para a relação dívida/PIB em 2011 recuou de 39,26% para 39,23%, mas foi mantida em 38% para 2012. PIB O mercado financeiro reduziu de 4,20% para 4,10% sua projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2011, segundo a pesquisa Focus. Foi a terceira queda seguida neste indicador. Para 2011, a projeção de crescimento da economia brasileira foi mantida em 4,00%. Para a produção industrial, a expectativa de expansão para 2011 foi mantida em 3,73%, enquanto para 2012 recuou de 4,60% para 4,55%. Superávit comercial O mercado financeiro elevou de US$ 19,50 bilhões para US$ 20 bilhões a estimativa de superávit na balança comercial em 2011. Para 2012, a previsão de saldo positivo foi mantida em US$ 10 bilhões. As demais projeções relacionadas às contas externas ficaram inalteradas. Para o déficit em conta corrente, a previsão para 2011 segue em US$ 60 bilhões e para 2012, em US$ 70 bilhões. Para o Investimento Estrangeiro Direto (IED), a estimativa para 2011 permanece de ingressos de US$ 50 bilhões e para 2012, em US$ 45 bilhões. Câmbio O mercado manteve inalteradas as projeções para a taxa de câmbio, segundo a pesquisa Focus. Para o fim deste ano, a estimativa permaneceu em R$ 1,62 e, para o fim do ano que vem, em R$ 1,70. A expectativa para o câmbio médio em 2011 ficou estável em R$ 1,62 e para 2012, em R$ 1,67. Fonte: www.estadao.com.br |
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ECONOMIA 23/05/2011 Preço de tarifas varia até 250% entre um banco e outro, diz pesquisa Olho vivo com as tarifas bancárias. Uma nova pesquisa mostra que a variação de um banco para outro chega a 250%. A secretária Maria da Penha Habib tinha isenção de tarifas na conta corrente e foi pega de surpresa. “Até novembro não havia esta cobrança. A partir de dezembro apareceu e a partir de fevereiro o valor aumentou em 100%. Eu procurei saber se havia uma resolução do Banco Central autorizando aquela cobrança, e a gerente do banco disse que não. Era uma decisão do banco”, conta. As tarifas bancárias foram padronizadas pelo Banco Central para permitir a comparação de preços entre os mesmos serviços oferecidos por bancos diferentes. Só que muita gente anda pagando mais caro por achar que a medida criou um tabelamento de preços. “Existe variação de até 250% entre o serviço de um banco e outro. Então, por que um banco cobra R$ 30 de tarifa de abertura de cadastro e outro cobra R$ 350 ou R$ 300?”, indaga Gilberto Dias de Souza, gerente do Procon em Minas. Para o Procon, a maioria dos clientes não se informa corretamente ao abrir uma conta. Por lei, os bancos são obrigados a ter um pacote básico de serviços sem taxa que dá direito, por exemplo, a fornecimento de cartão com função débito ou movimentação; realização de até quatro saques por mês (dois no caso de poupança); e fornecimento de até dois extratos por mês. O serviço só vale a pena para quem usa pouco o banco. “Aquele consumidor que efetua poucos saques ou que prefere pagar tudo em espécie, que não coloca contas em débitos”, afirma Gilberto Dias de Souza, gerente do Procon em Minas. Uma dica é ficar de olho no saldo pela internet. Esse tipo de consulta nos caixas eletrônicos não é tarifado também. Quem acompanha o dinheiro na conta dia a dia tem mais chance de evitar cobranças indevidas. Fonte: Site: Globo - G1 |
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ECONOMIA 04/05/2011 Contribuinte que perdeu prazo terá que baixar novo programa O contribuinte que perdeu o prazo para a entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2011 poderá baixar a versão atualizada do programa gerador do documento disponível no site da Receita Federal a partir desta segunda-feira. A versão 1.1 está disponível desde as 8 h. Os contribuintes que entregaram a declaração dentro do prazo e necessitam fazer uma declaração retificadora também terão que baixar. Com a nova versão do programa, a declaração, ao ser preenchida, gerará o valor da multa por atraso e possibilitará a impressão do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), a ser utilizado para o pagamento dos tributos devidos na rede bancária. A multa mínima para quem perdeu o prazo é R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. O número de declarações entregues chegou a 24.370.072, maior do que a estimativa da Receita, que esperava receber 24 milhões. O prazo de envio terminou na sexta-feira (29) às 23h59min59s, horário de Brasília. Para a entrega em disquete, acabou antes, devido ao horário de funcionamento das agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Este ano, o formulário de papel deixou de ser aceito. O contribuinte que pretende retificar a declaração deve ficar atento à opção escolhida durante o preenchimento, pois, se optou pelo modelo simplificado, não poderá depois mudar para o completo e vice-versa. Fonte: Site: Terra |
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ECONOMIA 04/05/2011 Cada brasileiro já pagou quase R$ 2.600 em imposto neste ano Por volta das 14h desta quarta-feira (4), os brasileiros terão pago R$ 500 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais, segundo cálculo do "Impostômetro" da ACSP (Associação Comercial de São Paulo). Considerando os 190,7 milhões de brasileiros que vivem no país, segundo o Censo 2010, cada um já terá pago, em média, mais de R$ 2.600. “A previsão é que até o fim do ano o valor seja de aproximadamente R$ 7.500”, afirma o presidente Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), João Eloi Olenike. Em 2010, a marca de R$ 500 bilhões foi atingida 21 dias mais tarde (25 de maio). No ano anterior, foi alcançada no dia 24 de junho e, em 2008, em 25 de junho. Sobre o Impostômetro Inaugurado em 20 de abril de 2005, o Impostômetro foi desenvolvido pelo IBPT em parceria com a ACSP, onde está instalado (no centro de São Paulo). Pela internet, qualquer cidadão pode acompanhar o total de impostos pagos pelos brasileiros aos governos federal, estadual e municipal. Também é possível consultar por por Estados, municípios e capitais. O sistema informa ainda o total de impostos pagos desde janeiro do ano 2000 e faz estimativas de quanto será pago até a data indicada pelo usuário. Fonte: Site: Uol |